LOGINAna: Senhor Santos... – Levantei a mão para chamar sua atenção.
Felipe: Sim? – Perguntou impaciente se levantando da sua mesa. – O que foi? – Perguntou impaciente de novo.Ana: Ainda não demos está matéria.Felipe: Que pena, ESTUDEM! E irão saber tudo! – Gritou.Ana: Diabo! Ele me olhou e eu respirei fundo, quem é que ele pensava que era para nos abrigar a saber uma matéria que não sabemos, o olhei e tinha uns dados nas mãos, três dados que habitualmente têm, tinham desenhos estranhos, olhei para o que estava pousado e tinham palavras, sala, cozinha e quarto foi o que eu consegui ler antes dele pegar nele e pousar o que tinha os desenhos estranhos, ele o tapou com a sua pasta vi um que tinha desenhos de novo e dizia o nome, consegui ver o desenho e a palavra boca, o desenho e a palavra de barriga, o que era aquilo o que significava aquilo, olhei para seu rosto e ele colocou a cabeça para trás, meu lápis caiu do nada e eu me a baixei para ir apanhar ele, meu olhar foi para o seu membro e ele estava excitado, excitado em uma sala de aula em uma escola, levantei minha cabeça e bati com ela na mesa.Ana: Ai minha nossa! – Me queixei chamando a atenção de todos infelizmente.Felipe: O que está fazendo aí? Perguntou em paciente se baixando, sua ereção estava visível e eu não parava de a olhar, se concentre Ana pare de olhar para o membro dele. – RESPONDA! – Gritou me fazendo bater de novo coma cabeça na mesa, não consegui responder, meu olhar estava em sua ereção visível, ele percebeu e se levantou. – SE levante senhorita Ana. – Pediu não gritando, ele percebeu que estava olhando para a sua ereção, me levantei finalmente e me sentei na minha cadeira, ele me olhou com raiva, olhei para sua ereção não era algo que todos os homens apreciavam. – Por que estava no chão? – Perguntou incomodado por alguém estar a olhar para algo privado dele.Ana: Meu lápis caiu e eu tinha que pegar ele.Felipe: Da próxima vez demore mais tempo. – Sorriu irônico.Ana: Desculpe. – A baixei minha cabeça e fiquei pensando nele, vi o senhor Santos excitado, olhei para sua mesa e os dados não estavam mais, ele ainda estava excitado, se arrumava na sua cadeira encontrando uma posição para ficar melhor e confortável e para mais ninguém notar a sua ereção.Fiquei ou tentei ficar atenta na matéria, mas meus pensamentos estavam no senhor Santos e eu sua ereção visível, quando finalmente tocou saí rapidamente da sala não queria olhar para a cara dele, não mais hoje. Felipe SantosAna olhava para minha ereção que durante a aula toda não baixou, estava pensando em Ana quando fiquei excitado, aquelas curvas todas como queria levar ela para jogar o jogo, a trancar no quarto e me aproveitar dela agora.Felipe: Beije! – Pedi olhando para Ana que estava ajoelhada diante de mim.Ana: Senhor Santos eu não sei fazer isso. – Sussurrou.Felipe: SE já beijou alguém, sabe! – Pedi impaciente.Ana: Não! – Gritou se levantando e correndo.Acordei rapidamente, aquilo foi apenas um sonho uma droga de um sonho, olhei meu celular e tinha duas chamadas não atendidas da minha mãe, ainda estava na sala, liguei para minha mãe e fui saindo da sala.Ligação OnFelipe: Aconteceu algo? – Perguntei preocupado.Emily: Venha até aqui em casa filho por favor, precisamos conversar.Felipe: Mas está tudo bem? Você está bem?Emily: Sim meu querido eu estou bem, temos de falar sobre um assunto importante.Felipe: Estou aí daqui a dez minutos. – Disse desligando o celular.Ligação OffXX: Aonde vai?Felipe: Preciso dar explicações a você Kress?Kress: Você é meu marido Felipe.Felipe: E o que isso tem?Kress: Aonde vai?Felipe: Não preciso te dizer a aonde vou.Kress: Precisa sim, ou eu posso...Felipe: O que? Arrancar meus testículos?Arranje uma vida Kress e coloque nessa cabeça que nada nem mesmo sexo vai ter entre nós. – Falei indo para a saída, e saindo da escola, odiava explicar minhas saídas a Kress ou alguém que fosse, entrei no meu carro e finalmente fui até a casa dos meus pais, estava preocupado, não pode acontecer nada a eles, são as únicas pessoas que eu consigo amar mais, finalmente cheguei e sai do carro, corri até a porta, olhei para baixo e já não tinha minha ereção, ótimo, toquei a campainha e minha mãe abriu sorridente, - Mãe. – A abracei finalmente.Emily: Filho. – Beijou meu rosto e eu sorri. – Você veio.Felipe: Claro que vim, tinha de vir. – Sorri.Clarkson: Felipe! – Me chamou.Felipe: Onde ela está?XX: Felipe! – Nicole me chamou e correu até mim, me abaixei e sorri, ela correu mais e me agarrou me abraçou e eu peguei nela. – Você voltou.Felipe: Eu disse que voltava. – A abracei mais e ela fez o mesmo, beijei seu rosto e ela sorriu.Nicole: Você demorou bastante Felipe.Felipe: Desculpe linda, irei tentar vir mais vezes.Nicole: Você promete?Felipe: Sim claro que prometo.Emily: Como vão as aulas?Felipe: Bem eles me respeitam.Nicole: Você grita muito? – Sorriu brincalhona.Felipe: Tenho que gritar, eles não estão atentos nunca.Clarkson: Grita muito?Felipe: Um pouco:Clarkson: Conhecendo você como conheço esse pouco é muito.Emily: Felipe você grita muito? Você é mau com os seus alunos?Felipe: Não, sou apenas exigente para eles, preciso ser assim.Emily: Você é muito exigente?Felipe: Um pouco sim.Clarkson: Ganhou isso de quem? – Perguntou orgulhoso.Felipe: De você. – Ri.Nicole: Você também vai me dar aulas? Quando eu crescer?Felipe: Não sei pequena, não sei se vou dar aulas ainda quando você chegar no na em que dou aulas acho que não vou dar mais aulas.Nicole: Por quê?Felipe: Porque eu posso parar de dar aulas.Nicole: Não... eu quero que você seja meu professor.Felipe: Acho que não vai querer pequena.Nicole: Por quê?Felipe: Eu grito pequena.Nicole: Mas você já gritava antes Felipe.Ana: Sim. Felipe: Você vai me odiar. Ana: Já odeio. Felipe: Já? Ana: Sim eu já odeio você. Felipe: Ana eu. Sara: Conte Felipe! - Gritou ainda impedindo de sairmos. Felipe largou minha cintura e foi até a mesa e colocou suas mãos em cima da caixa. Felipe: Sente-se por favor. - Sentei tal como Felipe pediu e ele se sentou em frente à minha cadeira estava com as caixas em suas pernas, Felipe finalmente ia me contar tudo, ele se levantou e puxou minhas mãos, ele se sentou e ficou com a caixa na outra mão, ele me puxou e eu fiquei sentada em cima de Felipe, o olhei assustada estava em cima dele depois de tudo o que aconteceu. - Meu passado é horrível. - Felipe abriu a caixa e eu vi o caderno que li quando ele foi tomar banho na casa dos seus pais, ele o pegou e o abriu. - Doze de Novembro 2014 – Entrei para o jogo finalmente, era importante amanhã, terá um jantar com todos os membros do jogo, é ótimo saber que consegui fazer com que eles me aceitem tal como eu queria, sinceramente e
Felipe: Já contei meu passado. Herry: Felipe você sabe perfeitamente que não é assim. Felipe: Contei, poupei você de contar a Ana a verdade. Ana: Agora posso ver as fotografias? Se foi um roubo. Felipe: Você enlouqueceu? Claro que não pode ver as fotografias. Ana: Foi um roubo não tem sangue não tem nada demais. Felipe: Você não pode ver as fotografias nem que eu peça. Ana: Por quê? Felipe: Não vou deixar você as ver Ana. Ana: Por quê? Foi um Roubo certo? - Perguntei olhando todos, Herry e Celeste olharam para Felipe e ele os encarou. - Certo? - Perguntei de novo. - Certo Felipe? - Ele não respondeu Celeste e Herry olhavam Felipe, esperando sua resposta. - Felipe? Felipe: Sim é a verdade foi um roubo. Ana: Você está mentindo. - O acusei, me aproximei de Felipe e ele se afastou. - Você mentiu. Felipe: Não estou mentindo. Ana: Então me deixe ver as Fotografias. Felipe: Nunca! - Resmungou. Ana: Então você realmente está mentindo. Felipe: Não estou. Ana: Se não estivesse
A, amanhã continuou calma vi Felipe poucas vezes sempre fumando, ficava preocupada por vezes ver ele fumando sempre me preocupava odiava ver ele fumando, mas não quero mais me importar com Felipe não mais, ele me incomodava cada vez que percebia meu olhar nele, não queria que ele me olha-se mais, as aulas continuaram e eu sempre sorria ou tentava, estava neste momento na aula de Inglês, Herry me olhava com pena e eu não conseguia muito estar atenta, olhei para fora da sala e vi Felipe Fumando uma loira se aproximou dele e ele sorriu, falavam algo que não conseguia entender, Felipe sorria muito abraçou a loira e pude ver que era Sara, o que ele fazia aqui fiquei atenta a cena dos dois lá fora e nem percebi que Herry estava me chamando, o olhei e ele perguntou se eu estava bem e eu apenas assenti olhei para fora de novo e Felipe ainda abraçava Sara eles se separaram e eu fiquei atenta de novo no que os dois, Felipe se aproximou e Sara acariciou o seu rosto, Felipe largou o cigarro e o p
Aspen: Isso é um sim? Ana: Claro que é um sim. - Sorri nervosamente, olhei para Felipe e ele não nos olhava mais. Aspen: Ane e agora? - Perguntou sussurrando. Ana: Apenas amigos que se beijam Aspen. Aspen: Posso beijar você sempre? Ana: Sempre que quiser. - Sorri mentindo, os lábios de Aspen eram bons, mas não tanto como os de Aspen. Aspen: Amor você Ane. Ana: Amor? Mas foi um beijo. Aspen: Sempre amei você. Ana: Que fofo. - Sussurrei fazendo carinho no rosto de Aspen. Aspen: Senhor Santos? Você estava aí? - Perguntou e Felipe apenas assentiu sem nos olhar. - Desculpa não sabíamos que estávamos acompanhados. Felipe apenas assentiu, saímos da sala mas antes olhei para ele de novo, ele estava me encarando seus olhinhos tinham lágrimas pequenas, ele estava lacrimejando, me deu pena mas não me rebaixei saí com Aspen da escola e ele me levou para casa, precisava estudar, agora sabia que ele não ia me dar as respostas como disse que me dava, meus pensamentos estavam em Felipe e c
Ana: Ouvi a parte da Kriss. - Menti. Felipe: Ouviu bastante. Ana: Felipe eu não ouvir nada eu juro. Felipe: Você pode para de mentir caramba! Herry: Felipe por favor pode ter calma, Sara fez exatamente o mesmo que você não reagiu assim. Felipe: Ela é deferente! Ana: Pois ela você pode, agora quando a mim você não vai, já que ela é tão importante para você. - Me afastei e ele me seguiu, quando ia me ticar me afastei. - Não me toque. Felipe: Você não vai sair, me diga a verdade. Ana: Ok eu digo a verdade, eu ouvi tudo, a parte da Kriss, do tal Warren, da prostituta que você pode ser preso de novo! Feliz? Agora sabe que escutei tudo agora o que vai acontecer? Você vai me deixar ir pois eu tenho planos e não é você que vai me impedir de continuar minha vida sem você. - Gritei com raiva. Felipe: Eu não quero saber de você! Ana: Pois eu também não quero! - Menti. Herry: Vocês estão muito tensos e estão dizendo coisas sem sentido, por favor se acalmem. Felipe: Eu estou calmo! - G
Ana: Quando? - Sorri maliciosamente pegando nas mãos frias de Felipe. - Por que são tão geladas? Felipe: O que? Ana: Suas mãos. Felipe: São frias? Ana: Muito, são geladas suas mãos. Felipe: Você não gosta de minhas mãos? Ana: São tão geladas Felipe. Felipe: Eu sei sempre foram não sei como alguém tem mãos tão frias como eu. Ana: Mas me excitam querido. Felipe: Excitam? Ana: Suas mãos frias sempre me excitam muito e me fazem arrepiar bastante. Felipe: Hoje de tarde você não tem aulas. - Sussurrou no meu ouvido apertando minha cintura. Ana: Não tenho, por quê? Felipe: Porque quero você nua. Ana: Humm... eu aceito. Felipe: Ótimo querida agora quero seus lábios tocando nos meus. - Sorriu me virando. Sorri entrelaçado meus braços em seu pescoço Felipe colocou minhas pernas em sua cintura, Felipe andou de novo e se sentou em sua cadeira, ele sorriu e me beijou, apertei seu pescoço e ele sorriu minhas mãos quentes apertavam seu pescoço e ele sorriu me beijando. Felipe: Queri







