Share

Capítulo 6

last update publish date: 2026-06-19 19:52:33

Os sons eram obscenos — pele batendo contra pele, gemidos molhados, o barulho escorregadio da boceta dela sendo impiedosamente fodida. Irmak se sentia completamente preenchida, possuída, devorada.

— Isso… assim mesmo… — elogiou Kuzey, a voz rouca. — Chupe mais fundo. Quero sentir sua garganta.

Átila se inclinou sobre ela, uma das mãos descendo para circular seu clitóris enquanto continuava metendo com força.

— Goza no meu pau, Irmak. Quero sentir você me apertando enquanto meu irmão goza nessa sua boquinha linda.

O terceiro orgasmo a destruiu. Irmak gritou ao redor do pau de Kuzey, o corpo convulsionando com tanta violência que quase desabou. Átila rosnou, aumentando o ritmo até que, com um rugido animalesco, gozou bem fundo dentro dela, enchendo-a com jatos grossos e quentes.

Kuzey puxou o pau da boca dela no último segundo, gozando em cordões grossos sobre os seios e o pescoço dela, marcando-a visivelmente.

E eles não pararam por aí.

Depois de um breve momento para recuperar o fôlego, os gêmeos a deitaram novamente. Desta vez, Kuzey se deitou de costas e puxou Irmak para cima dele, penetrando sua boceta ainda pulsante com um gemido grave. Átila se posicionou atrás dela mais uma vez, pressionando a cabeça grossa do pau contra seu ânus sensível.

— Respira fundo — sussurrou Átila em seu ouvido, mordiscando o lóbulo. — Vamos te tomar juntos agora. Nós dois ao mesmo tempo.

Irmak soltou um gemido alto quando ele começou a forçar a entrada. A sensação de ser preenchida nos dois buracos ao mesmo tempo era avassaladora. Dor e prazer se misturavam tão intensamente que lágrimas escorriam pelo seu rosto.

— Devagar… — implorou ela, a voz trêmula.

— Estamos indo devagar, meu rio — murmurou Kuzey, usando o significado literal de seu nome enquanto acariciava seu rosto. — Você está indo tão bem. Tão perfeita para nós.

Quando ambos estavam completamente enterrados dentro dela, os três ficaram imóveis por um longo momento, apenas sentindo a conexão. Então começaram a se mover.

Primeiro devagar. Depois mais rápido. Depois selvagemente.

Irmak perdeu a conta de quantos orgasmos teve. Os gêmeos gozaram mais duas vezes — Átila dentro de sua bunda, Kuzey enchendo sua boceta novamente. Eles a viraram em todas as posições possíveis: de lado com uma perna erguida, sentada no colo de um enquanto o outro a fodia por trás, de pé contra uma árvore antiga cujas raízes pareciam pulsar com magia antiga.

Em determinado momento, Kuzey a segurou nos braços, as mãos fortes por baixo de suas coxas, fodendo-a enquanto caminhava pela clareira. Átila andava atrás, alternando entre beijar seu pescoço e enfiar dois dedos em sua bunda bem usada.

A floresta parecia observar. As árvores sussurravam. O vento carregava seus gritos e gemidos para longe.

Quando finalmente terminaram, horas depois, Irmak estava deitada entre os dois corpos quentes e poderosos. Porra escorria de ambos os buracos, misturando-se com suor e lágrimas de prazer em sua pele. Seus lábios estavam inchados. Seus mamilos, vermelhos. Suas pernas tremiam tanto que ela duvidava conseguir ficar de pé tão cedo.

Kuzey traçava padrões preguiçosos na barriga dela com uma garra retraída.

— Pela primeira vez na sua vida — disse ele, a voz baixa e satisfeita —, você sentiu o que é ser devorada por dragões.

Átila beijou sua têmpora suada, puxando-a mais para junto de seu peito.

— E não será a última, Irmak. A noite ainda é longa… e mal arranhamos a superfície do que pretendemos fazer com você.

Ela sorriu fracamente, os olhos pesados de exaustão e profunda satisfação. Pela primeira vez, sentia-se completamente possuída e completamente viva.

As sombras da Floresta de Ébano nunca ficavam completamente em silêncio. Mesmo depois que os ecos dos gritos de prazer de Irmak se dissiparam no vento da noite, algo permaneceu. Três pares de olhos vermelhos brilhavam como brasas flutuantes entre os galhos altos de um antigo carvalho negro. Não eram olhos de animais. Eram algo muito pior.

Criaturas invocadas por Malachar, o feiticeiro sombrio a serviço de Lorde Vortigern. Seres sem nome, feitos de fumaça, sangue coagulado e pura maldade. Tinham forma vagamente humanóide, mas os corpos eram alongados e distorcidos, com membros terminando em garras tortas. Suas bocas eram fendas cheias de dentes irregulares que nunca se fechavam completamente. Os três olhos vermelhos — um no centro da testa e dois menores nas maçãs do rosto — nunca piscavam.

Eles tinham visto tudo.

Viram Irmak, a princesa herdeira do reino de FeWard, completamente nua, a pele brilhando de suor e porra sob o luar. Viram seu corpo se arquear em êxtase entre os dois dragões gêmeos. Viram Kuzey devorá-la com a boca enquanto Átila a tomava por trás. Viram o exato momento em que os dois a reivindicaram ao mesmo tempo, enchendo-a até ela soluçar de prazer. Viram cada orgasmo, cada gemido, cada marca de garra e mordida deixada em sua pele.

A criatura central inclinou a cabeça, a boca se abrindo num sorriso grotesco.

— A princesa se entrega a monstros — sibilou uma voz que soava como unhas arranhando ossos. — Que imagem deliciosa para o nosso senhor.

As outras duas soltaram risadas agudas e gorgolejantes. Uma delas estendeu a mão esquelética e coletou uma gota de essência mágica que ainda pairava no ar — resquícios do poder dracônico misturado ao prazer de Irmak. A gota flutuou até um frasco de vidro negro carregado pela terceira criatura.

— Evidência — murmurou a terceira. — Sangue, porra, magia e êxtase. O suficiente para condená-la dez vezes.

Com um estalar de dedos que soou como galhos secos se partindo, os três seres se dissolveram em fumaça vermelha e voaram como corvos espectrais em direção ao Castelo de Ferro Negro, lar de Lorde Vortigern.

Continue to read this book for free
Scan code to download App

Latest chapter

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 7

    No coração das Montanhas Ocidentais, o Castelo de Ferro Negro se erguia como uma ferida aberta na paisagem. Suas torres eram irregulares, feitas de pedra vulcânica e metal retorcido. Estandartes vermelhos e negros tremulavam ao vento frio. Dentro da câmara do conselho, iluminada apenas por tochas verdes que nunca se apagavam, Lorde Vortigern bateu o punho com tanta força sobre a enorme mesa de carvalho que rachaduras se espalharam pela superfície.— Aquela puta está se entregando a demônios! — rugiu ele.Sua voz ecoou pelas paredes de pedra. Vortigern era um homem alto, de meia-idade, com traços afiados e uma barba bem aparada salpicada de grisalho. Seus olhos eram cinzentos e frios como lâminas de aço. Vestia um gibão negro bordado com serpentes douradas — o símbolo de sua casa. Ao redor da mesa estavam seus conselheiros mais próximos: o General Draven, o Chanceler Aldric e, sentado um pouco afastado nas sombras, o próprio Malachar.O feiticeiro usava um manto roxo escuro. Sua pele e

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 6

    Os sons eram obscenos — pele batendo contra pele, gemidos molhados, o barulho escorregadio da boceta dela sendo impiedosamente fodida. Irmak se sentia completamente preenchida, possuída, devorada.— Isso… assim mesmo… — elogiou Kuzey, a voz rouca. — Chupe mais fundo. Quero sentir sua garganta.Átila se inclinou sobre ela, uma das mãos descendo para circular seu clitóris enquanto continuava metendo com força.— Goza no meu pau, Irmak. Quero sentir você me apertando enquanto meu irmão goza nessa sua boquinha linda.O terceiro orgasmo a destruiu. Irmak gritou ao redor do pau de Kuzey, o corpo convulsionando com tanta violência que quase desabou. Átila rosnou, aumentando o ritmo até que, com um rugido animalesco, gozou bem fundo dentro dela, enchendo-a com jatos grossos e quentes.Kuzey puxou o pau da boca dela no último segundo, gozando em cordões grossos sobre os seios e o pescoço dela, marcando-a visivelmente.E eles não pararam por aí.Depois de um breve momento para recuperar o fôleg

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 5

    Eles a deitaram sobre uma cama de folhas macias, cuidadosamente arrumadas por Átila momentos antes. A grama era densa e flexível, como um colchão vivo preparado pela própria floresta para aquele momento sagrado e profano. Irmak, com seus vinte e seis anos bem vividos, sentia o coração martelando contra as costelas. Ela já não era mais uma jovem inocente das vilas humanas. Havia lutado, sangrado e desejado por anos. Mas nada a preparara para isso: ser reivindicada por dois dragões gêmeos ao mesmo tempo.Kuzey, o mais selvagem dos dois, rasgou o vestido dela com uma garra que ainda trazia vestígios de escamas negras iridescentes. O tecido fino se rasgou como papel, deslizando pelos ombros e revelando seios firmes e pesados, com mamilos rosados que já estavam duros de excitação e pelo frio da noite.— Pelos deuses antigos… olhem só para ela — murmurou Kuzey, sua voz grave reverberando como um trovão. Seus olhos dourados brilhavam com fome predatória.Átila se ajoelhou entre as pernas del

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 4

    A língua dele estava quente. Áspera. Perfeita. Girava em círculos lentos. Depois sugava o broto inchado.Faíscas azuis dançavam onde a boca dele tocava. Intensificando cada sensação.Átila ficou atrás. Corpo pressionado contra as costas dela. O pau duro esfregando na curva da bunda.Mãos grandes envolveram os seios dela. Dedos beliscando os mamilos com precisão.— Deixa ele te saborear — murmurou no ouvido dela. — Goza na boca dele.Irmak se esfregou no rosto de Kuzey. Os quadris se movendo por instinto.O prazer subia em ondas. Rápido. Incontrolável.— Eu... eu vou... — gemeu ela.Kuzey sugou com mais força. Dois dedos grossos entrando devagar na boceta apertada.Curvou-os. Encontrou o ponto interno. Massageou.Irmak explodiu. Orgasmo violento. Corpo convulsionando. Líquido quente escorrendo para a boca de Kuzey.Ela gritou. A voz ecoando na clareira.— Ah... deuses... sim!Átila a segurou firme. Impedindo que caísse.Kuzey lambeu cada gota. Devagar. Saboreando.Quando terminou, leva

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 3

    Átila ficou para trás. As mãos deslizaram pelos braços dela, erguendo-a delicadamente até que ela se levantasse.Irmak ficou entre eles. Pequena. Delicada. Rodeada de músculos e calor.Sua mão direita estendeu-se hesitante. Os dedos roçaram o peito de Kuzey. Pele quente. Coração batendo forte sob a palma da mão dela.Faíscas dançaram novamente. Mais intensas. Disparando direto para o clitóris dela. Ela gemeu baixo. Involuntariamente."Deuses..."Kuzey sorriu."Não deuses. Dragões."Átila pressionou o corpo contra as costas dela. O pênis duro roçando a curva da bunda dela por cima do vestido."Sinta nós dois. Escolha depois."Irmak virou o rosto para o lado. Olhou para Átila por cima do ombro."Você não tem vergonha. Aparecendo nu. Falando de profecia. Tocando sem pedir."Kuzey pegou a mão dela. Guiou-a até o abdômen marcado."A vergonha é para mortais fracos. Nós somos puro desejo. Fogo vivo."Seus dedos desceram lentamente. Roçaram a linha de pelos escuros que levava ao grosso pênis.

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 2

    Um rugido baixo e duplo cortou a noite como dois trovões se fundindo. O som vibrou no peito de Irmak, fazendo seus ossos tremerem. As árvores estremeceram. Folhas caíram em cascata.O cavalo negro empinou violentamente. Cascos dianteiros rasgaram o ar. Um relincho aterrorizado ecoou na clareira. As rédeas escaparam de suas mãos.Irmak caiu de joelhos na grama úmida. As mãos afundaram na terra. Coração batendo forte contra as costelas. A respiração ficou presa na garganta.O animal fugiu para a escuridão, os cascos batendo freneticamente até desaparecer entre as árvores. O silêncio retornou. Pesado. Carregado.Ela ergueu a cabeça lentamente. Olhos azuis arregalados. Mãos trêmulas pressionadas contra o chão.Duas silhuetas altas emergiram da névoa baixa. Ombros largos. Torsos musculosos. Pele dourada refletindo o luar prateado. Completamente nus.Músculos definidos como estátuas vivas esculpidas por deuses antigos. Peito largo. Abdômen marcado por cristas rígidas. Coxas musculosas. Braç

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 1

    A lua cheia de 1250 pairava alta no céu acima de FeWard, lançando uma luz prateada sobre a Floresta Negra. Árvores antigas erguiam-se como sentinelas negras, seus galhos retorcidos entrelaçando-se acima delas. Sombras dançavam no terreno irregular. O ar estava frio e úmido.Irmak, a princesa herdei

More Chapters
Explore and read good novels for free
Free access to a vast number of good novels on GoodNovel app. Download the books you like and read anywhere & anytime.
Read books for free on the app
SCAN CODE TO READ ON APP
DMCA.com Protection Status