LOGINUm rugido baixo e duplo cortou a noite como dois trovões se fundindo. O som vibrou no peito de Irmak, fazendo seus ossos tremerem. As árvores estremeceram. Folhas caíram em cascata.
O cavalo negro empinou violentamente. Cascos dianteiros rasgaram o ar. Um relincho aterrorizado ecoou na clareira. As rédeas escaparam de suas mãos.
Irmak caiu de joelhos na grama úmida. As mãos afundaram na terra. Coração batendo forte contra as costelas. A respiração ficou presa na garganta.
O animal fugiu para a escuridão, os cascos batendo freneticamente até desaparecer entre as árvores. O silêncio retornou. Pesado. Carregado.
Ela ergueu a cabeça lentamente. Olhos azuis arregalados. Mãos trêmulas pressionadas contra o chão.
Duas silhuetas altas emergiram da névoa baixa. Ombros largos. Torsos musculosos. Pele dourada refletindo o luar prateado. Completamente nus.
Músculos definidos como estátuas vivas esculpidas por deuses antigos. Peito largo. Abdômen marcado por cristas rígidas. Coxas musculosas. Braços com veias grossas.
Olhos dourados brilhavam como brasas vivas. Penetrantes. Predatórios.
Irmak engoliu em seco. Boca seca. Corpo paralisado entre o medo e o fascínio.
O da esquerda deu um passo à frente. Longos cabelos negros e selvagens caíam sobre os ombros. Queixo quadrado. Lábios carnudos.
"Irmak de FeWard... sentimos seu chamado."
A voz era profunda. Ressonante. Como pedra raspando em rocha quente.
O da direita — idêntico em feições, mas com uma fina cicatriz prateada cruzando o peito esquerdo — completou o movimento. Passos silenciosos na grama.
"Eu sou Átila. Este é Kuzey. Somos os Dragões Gêmeos, antigos guardiões desta terra."
Irmak não conseguia desviar o olhar. Entre as pernas deles, pênis semi-eretos balançavam pesadamente. Grossos. Veias pulsando visivelmente sob a pele fina. Cabeças largas e rosadas, brilhando levemente com a umidade.
Ela nunca vira homens tão perfeitos. Tão brutalmente poderosos. O cheiro deles invadia a clareira. Madeira queimada. Especiarias escuras. Algo animal. Selvagem. Masculino.
Sua intimidade pulsava involuntariamente. Uma umidade quente se espalhou entre suas coxas. Os mamilos endureceram contra o veludo de seu vestido rasgado.
"Vocês são... reais?", ela sussurrou, a voz rouca e trêmula.
Kuzey sorriu. Dentes brancos e afiados reluziram. O sorriso era perigoso. Sedutor.
"Mais reais do que qualquer mortal, princesa. E viemos por você."
Átila cruzou os braços sobre o peito largo. A cicatriz se destacava em sua pele dourada. Olhos dourados a percorreram da cabeça aos pés. Lentamente. Sem pressa.
Irmak tentou se levantar. Suas pernas fraquejaram. Ela permaneceu de joelhos, as mãos agarrando a grama.
O vento frio soprava entre eles. Levantando mechas douradas de seu cabelo. Fazendo o vestido grudar em seu corpo suado.
"Meu chamado?", ela repetiu, tentando manter a voz firme. "Eu não chamei ninguém. Eu só queria... ficar sozinha."
Kuzey deu mais um passo. A distância diminuindo. Seu cheiro ficou mais forte. Deu-lhe vertigem.
"Seu coração chamou. Sua angústia ecoou pela floresta como um grito. Dormimos por séculos. Você nos despertou."
Átila inclinou a cabeça. Mechas negras caindo sobre um dos olhos.
"A profecia fala de uma princesa de sangue ancestral. Sangue que carrega fogo dracônico latente. Você, Irmak."
Ela balançou a cabeça. Mechas soltas ondulando.
"Isso é loucura. Dragões não existem. São lendas para assustar crianças. Vocês... devem ser homens comuns. Ou ilusões da floresta."
Kuzey deu uma risada baixa. O som vibrou no ar. Profundo. Vibrante.
"Ilusão? Toque-nos, princesa. Veja se somos reais."
Ele estendeu a mão. Palma larga. Dedos longos. Unhas ligeiramente afiadas.
Irmak hesitou. Olhou para a mão. Depois para o rosto dele. E então, inevitavelmente, para o grosso pênis que pendia pesado entre suas pernas musculosas.
Seu corpo a traiu. Um calor subiu em sua barriga. A respiração acelerou. Umidade escorreu lentamente por sua coxa interna.
Ela ergueu a mão trêmula. Os dedos roçaram a palma dele.
Um calor elétrico como fogo líquido percorreu sua pele. Faíscas invisíveis dispararam por seu braço. Direto para o centro pulsante entre suas pernas.
Irmak ofegou. Recuou a mão como se tivesse se queimado.
"O que foi isso?"
Átila aproximou-se pela direita. Agora os dois a cercavam. Altos. Imponentes. Formas nuas dominando a clareira.
"O vínculo. O fogo ancestral. Seu sangue reconhece o nosso."
Kuzey agachou-se lentamente à sua frente. Joelhos afastados. Pênis semi-ereto agora mais perto do rosto dela. Veias pulsando ritmicamente.
"Não tenha medo. Não viemos para machucá-la. Viemos para protegê-la. E para reivindicar o que é nosso por direito ancestral."
Irmak ergueu o queixo dela. Olhos azuis encontrando os dourados dele.
"Reivindicar? Não pertenço a ninguém. Nem ao rei. Nem a Vortigern. Muito menos a dois estranhos nus emergindo da névoa."
Átila sorriu de lado. A cicatriz em seu peito se alongou levemente.
"Ainda não. Mas você vai sentir. O desejo já queima em você. Nós o sentimos. Seu doce e úmido aroma preenche a clareira."
Ela corou violentamente. Coxas apertadas. Tentando conter a pulsação.
"Você está nu. Na minha frente. Falando de desejo. Isso é... inapropriado. Perigoso."
Kuzey estendeu a mão novamente. Desta vez, tocou uma mecha de seus cabelos dourados. Enrolou-a em seu dedo.
"Seria perigoso ignorar o chamado. Vortigern se aproxima. O veneno no rei avança. A escuridão de Malachar cresce. Você precisa de nós, Irmak."
Ela piscou. Surpresa.
"Como vocês sabem sobre Vortigern? Sobre meu pai?"
Átila deu a volta. Parou atrás dela. Grandes mãos pairaram sobre seus ombros sem tocá-la.
"Sentimos tudo o que a ameaça. Sua dor. Sua raiva. Sua sede de liberdade."
O calor de seu corpo irradiava. Quase queimando suas costas através do vestido.
Irmak respirou fundo. Tentou organizar seus pensamentos. A mente girava. O corpo reagia contra sua vontade.
"Se vocês são dragões... mostrem-me. Transformem-se. Provem que não são loucos ou demônios."
Kuzey ergueu uma sobrancelha. Um sorriso afiado.
"Ainda não. A transformação completa consome energia. E aqui, nesta forma, podemos... conversar melhor. Nos tocar melhor."
Ele se inclinou para mais perto. O nariz roçando seu pescoço. Inspirando profundamente.
"Você exala desejo reprimido. Fogo contido. Vamos libertá-lo."
Irmak virou o rosto. Os lábios quase tocando os dele. Olhos fixos.
"Não sou brinquedo de ninguém. Se quiser me ajudar, diga-me como. Sem truques. Sem sedução barata."
Átila riu baixinho atrás dela. As mãos finalmente repousando em seus ombros. Dedos firmes. Quentes.
"Sedução não é um truque. É a verdade. Seu corpo já sabe. Sua mente ainda resiste."
Ela sentiu os dedos dele massageando levemente seus músculos tensos. Um prazer involuntário percorreu sua espinha.
"Pare..." ela implorou, com a voz fraca.
Mas ela não se afastou.
Kuzey permaneceu agachado. Olhos dourados desceram até o decote rasgado do vestido dela. Observaram o vale entre seus seios que subiam e desciam.
"Diga-nos o que deseja, princesa. Liberdade? Proteção? Ou algo mais profundo?"
Irmak mordeu o lábio inferior. Dentes brancos marcando a pele rosada.
"Quero que meu pai viva. Quero que Vortigern pague. Não quero ser vendida como uma égua reprodutora."
Kuzey assentiu lentamente.
"Podemos lhe dar isso. Mas o preço é alto. União. Fogo compartilhado. Corpo e alma."
Átila apertou seus ombros suavemente.
"E prazer. Muito prazer. O tipo que os mortais comuns jamais conhecem."
O perfume deles a envolveu. Madeira queimada. Especiarias. Testosterona pura. Deixou sua cabeça leve. A intimidade pulsando com mais intensidade.
Ela sentiu um fio quente escorrer pela coxa. Vergonha e excitação se misturavam.
"Vocês são demais. Dois. Nus. Falando de união como se fosse algo simples."
Kuzey ergueu a mão. Tocou seu queixo. Levantou seu rosto delicado.
"Não é simples. É o destino. A profecia diz que a princesa de sangue ancestral despertará os gêmeos. Juntos, quebraremos as maldições. Salvaremos FeWard."
Irmak respirou fundo, com a voz trêmula.
"E se eu me recusar?"
Átila inclinou-se em direção à sua orelha. Os lábios roçaram o lóbulo.
"Você pode tentar. Mas o fogo já está aceso. Ele a consumirá por dentro até que você ceda."
Ela fechou os olhos por um segundo. Imagens invadiram sua mente. Mãos fortes. Corpos quentes. Pênis grossos pressionando contra ela.
Ela balançou a cabeça. Abriu os olhos.
"Preciso de provas. Não de palavras bonitas."
Kuzey se levantou lentamente. Corpo inteiro exposto. Pênis agora mais ereto. Pesado. Apontando em sua direção.
"Toque-nos. Sinta o fogo. Então decida."
Eles a deitaram sobre uma cama de folhas macias, cuidadosamente arrumadas por Átila momentos antes. A grama era densa e flexível, como um colchão vivo preparado pela própria floresta para aquele momento sagrado e profano. Irmak, com seus vinte e seis anos bem vividos, sentia o coração martelando contra as costelas. Ela já não era mais uma jovem inocente das vilas humanas. Havia lutado, sangrado e desejado por anos. Mas nada a preparara para isso: ser reivindicada por dois dragões gêmeos ao mesmo tempo.Kuzey, o mais selvagem dos dois, rasgou o vestido dela com uma garra que ainda trazia vestígios de escamas negras iridescentes. O tecido fino se rasgou como papel, deslizando pelos ombros e revelando seios firmes e pesados, com mamilos rosados que já estavam duros de excitação e pelo frio da noite.— Pelos deuses antigos… olhem só para ela — murmurou Kuzey, sua voz grave reverberando como um trovão. Seus olhos dourados brilhavam com fome predatória.Átila se ajoelhou entre as pernas del
A língua dele estava quente. Áspera. Perfeita. Girava em círculos lentos. Depois sugava o broto inchado.Faíscas azuis dançavam onde a boca dele tocava. Intensificando cada sensação.Átila ficou atrás. Corpo pressionado contra as costas dela. O pau duro esfregando na curva da bunda.Mãos grandes envolveram os seios dela. Dedos beliscando os mamilos com precisão.— Deixa ele te saborear — murmurou no ouvido dela. — Goza na boca dele.Irmak se esfregou no rosto de Kuzey. Os quadris se movendo por instinto.O prazer subia em ondas. Rápido. Incontrolável.— Eu... eu vou... — gemeu ela.Kuzey sugou com mais força. Dois dedos grossos entrando devagar na boceta apertada.Curvou-os. Encontrou o ponto interno. Massageou.Irmak explodiu. Orgasmo violento. Corpo convulsionando. Líquido quente escorrendo para a boca de Kuzey.Ela gritou. A voz ecoando na clareira.— Ah... deuses... sim!Átila a segurou firme. Impedindo que caísse.Kuzey lambeu cada gota. Devagar. Saboreando.Quando terminou, leva
Átila ficou para trás. As mãos deslizaram pelos braços dela, erguendo-a delicadamente até que ela se levantasse.Irmak ficou entre eles. Pequena. Delicada. Rodeada de músculos e calor.Sua mão direita estendeu-se hesitante. Os dedos roçaram o peito de Kuzey. Pele quente. Coração batendo forte sob a palma da mão dela.Faíscas dançaram novamente. Mais intensas. Disparando direto para o clitóris dela. Ela gemeu baixo. Involuntariamente."Deuses..."Kuzey sorriu."Não deuses. Dragões."Átila pressionou o corpo contra as costas dela. O pênis duro roçando a curva da bunda dela por cima do vestido."Sinta nós dois. Escolha depois."Irmak virou o rosto para o lado. Olhou para Átila por cima do ombro."Você não tem vergonha. Aparecendo nu. Falando de profecia. Tocando sem pedir."Kuzey pegou a mão dela. Guiou-a até o abdômen marcado."A vergonha é para mortais fracos. Nós somos puro desejo. Fogo vivo."Seus dedos desceram lentamente. Roçaram a linha de pelos escuros que levava ao grosso pênis.
Um rugido baixo e duplo cortou a noite como dois trovões se fundindo. O som vibrou no peito de Irmak, fazendo seus ossos tremerem. As árvores estremeceram. Folhas caíram em cascata.O cavalo negro empinou violentamente. Cascos dianteiros rasgaram o ar. Um relincho aterrorizado ecoou na clareira. As rédeas escaparam de suas mãos.Irmak caiu de joelhos na grama úmida. As mãos afundaram na terra. Coração batendo forte contra as costelas. A respiração ficou presa na garganta.O animal fugiu para a escuridão, os cascos batendo freneticamente até desaparecer entre as árvores. O silêncio retornou. Pesado. Carregado.Ela ergueu a cabeça lentamente. Olhos azuis arregalados. Mãos trêmulas pressionadas contra o chão.Duas silhuetas altas emergiram da névoa baixa. Ombros largos. Torsos musculosos. Pele dourada refletindo o luar prateado. Completamente nus.Músculos definidos como estátuas vivas esculpidas por deuses antigos. Peito largo. Abdômen marcado por cristas rígidas. Coxas musculosas. Braç
A lua cheia de 1250 pairava alta no céu acima de FeWard, lançando uma luz prateada sobre a Floresta Negra. Árvores antigas erguiam-se como sentinelas negras, seus galhos retorcidos entrelaçando-se acima delas. Sombras dançavam no terreno irregular. O ar estava frio e úmido.Irmak, a princesa herdeira de dezoito anos, cravou as esporas nos flancos de seu cavalo negro. O animal relinchou, os músculos tensos, galopando a toda velocidade. Folhas secas voavam atrás deles. O vento cortante chicoteava seu rosto."Mais rápido!", ordenou ela, com a voz baixa e urgente.Sua trança dourada, longa até a cintura, estava se desfazendo. Mechas rebeldes grudavam em sua pele suada. Seu vestido de veludo verde-escuro rasgava na barra a cada galho baixo. Sujeira e folhas grudavam no tecido fino.Ela não olhou para trás. O Castelo de FeWard se distanciava cada vez mais na distância. Suas torres cinzentas e estandartes reais desapareciam na névoa da noite. Seu coração batia forte contra as costelas. Cada