FAZER LOGINA língua dele estava quente. Áspera. Perfeita. Girava em círculos lentos. Depois sugava o broto inchado.
Faíscas azuis dançavam onde a boca dele tocava. Intensificando cada sensação.
Átila ficou atrás. Corpo pressionado contra as costas dela. O pau duro esfregando na curva da bunda.
Mãos grandes envolveram os seios dela. Dedos beliscando os mamilos com precisão.
— Deixa ele te saborear — murmurou no ouvido dela. — Goza na boca dele.
Irmak se esfregou no rosto de Kuzey. Os quadris se movendo por instinto.
O prazer subia em ondas. Rápido. Incontrolável.
— Eu... eu vou... — gemeu ela.
Kuzey sugou com mais força. Dois dedos grossos entrando devagar na boceta apertada.
Curvou-os. Encontrou o ponto interno. Massageou.
Irmak explodiu. Orgasmo violento. Corpo convulsionando. Líquido quente escorrendo para a boca de Kuzey.
Ela gritou. A voz ecoando na clareira.
— Ah... deuses... sim!
Átila a segurou firme. Impedindo que caísse.
Kuzey lambeu cada gota. Devagar. Saboreando.
Quando terminou, levantou o rosto. Lábios brilhando com o gozo dela.
— Primeiro sabor. Doce como mel queimado.
Irmak ofegava. Pernas tremendo. Olhos semicerrados.
— Mais... — sussurrou. — Não parem.
Átila a virou de frente para ele. Beijou sua boca com fome. Língua invadindo. Provando o próprio desejo dela.
Kuzey se posicionou atrás. O pau duro pressionando contra a bunda nua.
— A noite é nossa, princesa — disse com voz grave.
Suas mãos deslizaram pela cintura dela. Descendo até segurar os quadris com firmeza.
— Vamos te mostrar como é ser tocada por dragões.
Irmak gemeu contra a boca de Átila. Seu corpo já implorando por mais. Fogo correndo em suas veias.
Kuzey não esperou. Segurou o queixo dela com firmeza. Dedos quentes pressionando a pele macia.
Beijou-a com voracidade. Boca dominando a dela. Língua quente invadindo sem pedir permissão. Dentes mordendo o lábio inferior com força suficiente para doer e agradar ao mesmo tempo.
Irmak gemeu contra a boca dele. Um som abafado e necessitado. Todo o seu corpo respondendo. Os seios nus pressionados contra o peito largo de Kuzey.
O pau duro dele esfregava insistentemente contra a coxa dela. Carne quente, grossa e pulsante deixando um rastro de umidade na pele clara.
O beijo era profundo. Molhado. Exigente. Línguas se enroscando. Respirações se misturando.
Átila observava. Olhos dourados estreitados. Punhos cerrados ao lado do corpo.
Um rosnado baixo vibrou em seu peito. Profundo. Animalesco.
Deu um passo rápido e puxou o irmão pelo ombro com força.
— Eu senti ela primeiro na floresta. Ela também é minha.
Kuzey interrompeu o beijo. Virou a cabeça devagar. Olhos dourados faiscando com raiva contida.
Os dois gêmeos se encararam. Altos. Nus. Músculos tensionados. Paus eretos apontando para cima, brilhando com pré-gozo.
A tensão entre eles era palpável. Como eletricidade antes de uma tempestade.
Irmak, ainda ofegante, colocou uma mão no peito de cada um. As palmas sentindo os corações acelerados e o calor dracônico sob a pele dourada.
— Os dois... Eu quero os dois. Sem brigas. Por enquanto.
Sua voz saiu rouca. Tremendo de excitação e um leve medo. Seios arfando. Umidade escorrendo pelas coxas.
Kuzey sorriu contra os lábios dela. Ainda perto demais. Respiração quente tocando a boca inchada do beijo.
— Então vamos dividir... por enquanto.
Átila não relaxou. A mão ainda segurando o ombro do irmão. Dedos cravados na pele.
— Por enquanto não é suficiente. Eu marquei ela primeiro com meu cheiro. Você chegou depois.
Kuzey se virou completamente para o irmão. Corpo nu pressionado contra o lado de Irmak.
— Sentiu primeiro? Eu beijei ela primeiro. Provei sua boca. Senti o fogo dela responder ao meu.
Irmak pressionou os dedos contra os peitos deles. Unhas cravando levemente.
— Parem. Os dois.
Ela respirou fundo. Tentando controlar o tremor nas pernas.
— Eu não sou um osso para vocês brigarem. Se me querem, aprendam a dividir. Agora.
Os gêmeos olharam para ela. Os olhos dourados suavizando um pouco. Mas a rivalidade ainda ardia no fundo.
Kuzey inclinou a cabeça. Beijou o canto da boca dela novamente. Leve. Provocador.
— Como desejar, princesa. Mas saiba que meu fogo é mais forte.
Átila rosnou baixo. Puxou Irmak pela cintura. Virando-a para ele.
— Meu fogo queima mais fundo.
Beijou-a em seguida. Boca possessiva. Língua invadindo com mais urgência que a do irmão. Mão grande segurando a nuca dela.
Irmak gemeu em sua boca. Corpo derretendo contra o peito musculoso. O pau de Átila pressionando contra a barriga plana dela. Deixando uma mancha úmida na pele.
Kuzey não ficou parado. Pressionou-se contra as costas dela. Mãos deslizando pela cintura fina. Subindo para envolver os seios pesados.
Dedos beliscaram os mamilos inchados. Torcendo levemente.
— Sinta nós dois ao mesmo tempo — sussurrou no ouvido dela. Dentes roçando o lóbulo.
Irmak arqueou as costas. A bunda pressionando contra o pau duro de Kuzey. Seios empurrados para frente, para a boca de Átila.
O beijo de Átila desceu. Boca atacando o pescoço dela. Sugando com força. Deixando uma marca vermelha.
Kuzey mordiscou seu ombro. Mãos apertando os seios com mais força.
— Ela responde melhor ao meu toque — murmurou Kuzey, voz rouca.
Átila soltou seu pescoço. Olhos faiscando.
— Mentira. Olha como ela se abre para mim.
Sua mão desceu rápido. Dedos grossos deslizando entre as pernas dela. Encontrando a boceta encharcada.
Dois dedos entraram de uma vez. Fundo. Curvados.
Irmak soltou um gemido baixo. Quadris se movendo contra a mão dele.
— Átila... ah...
Kuzey rosnou. Sua mão também desceu. Dedos encontrando o clitóris inchado. Massageando em círculos rápidos.
— Veja como ela treme para mim.
Os dois gêmeos trabalharam nela. Dedos invadindo. Massageando. Competindo.
Irmak estava presa entre eles. Corpo nu brilhando de suor. A luz azul da fogueira dançando sobre sua pele.
— Mais devagar... — implorou ela, voz falhando. — Vocês vão me quebrar.
Kuzey riu baixo contra seu ombro.
— Quebrar? Vamos te reconstruir com nosso fogo, princesa.
Átila retirou os dedos. Levou-os à boca. Lambeu o mel dela devagar. Olhos fixos no irmão.
— Mais doce quando eu provo.
Kuzey fez o mesmo. Sugou os próprios dedos. Sorriso desafiador.
— Discordo.
Irmak virou o rosto. Beijou Kuzey primeiro. Depois virou e beijou Átila. Tentando acalmá-los com a boca.
— Os dois — repetiu entre beijos. — Quero sentir os dois juntos. Sem disputa.
Os gêmeos trocaram um olhar. A inveja ainda presente. Mas o desejo era maior.
Kuzey pegou a mão dela. Guiou até seu pau grosso.
— Me toca.
Irmak envolveu os dedos ao redor do membro. Pele quente. Veias pulsando. Tão grosso que sua mão mal fechava.
Átila fez o mesmo. Levou a outra mão dela até o próprio pau.
— Nos toque juntos.
Ela começou a masturbar os dois. Devagar. Sentindo o peso. O calor. A pulsação.
Pré-gozo escorria das cabeças largas. Lubrificando os movimentos.
— Tão grandes... — murmurou ela, olhos semicerrados.
Kuzey gemeu. Quadris empurrando contra a mão dela.
— Mais forte.
Átila fez o mesmo. Mão segurando o cabelo dela.
— Assim, princesa. Sinta o que vai te foder em breve.
Irmak acelerou o ritmo. Polegar passando pelas cabeças sensíveis. Espalhando a umidade.
Os gêmeos respiravam pesadamente. Peitos subindo e descendo.
Mas a inveja não desaparecia.
Kuzey puxou levemente o cabelo dela. Forçando-a a olhar para ele.
— Quando eu te penetrar primeiro, você vai gritar meu nome.
Átila rosnou. Puxou-a pela cintura.
— Eu vou ser o primeiro a te encher.
Irmak parou as mãos. Olhou para os dois com firmeza.
— Chega. Se continuarem brigando, eu paro tudo.
Soltou os paus deles. Cruzou os braços sob os seios. Olhar desafiador.
Os gêmeos ficaram em silêncio por um momento. Olhos dourados ainda faiscando.
Kuzey foi o primeiro a ceder. Sorriu de lado.
— Como quiser. Vamos dividir. Por enquanto.
Átila assentiu devagar. Mão acariciando a bunda dela.
— Mas saiba que vou te marcar mais fundo.
Irmak relaxou um pouco. Mãos voltando para os paus deles.
— Então me toquem juntos. Sem palavras. Só mãos e bocas.
Kuzey se ajoelhou na frente. Boca descendo para um seio. Sugando o mamilo com força.
Átila fez o mesmo do outro lado. Dentes roçando. Língua girando.
As mãos deles desceram. Dedos invadindo a boceta molhada ao mesmo tempo. Dois pares de dedos esticando-a.
Irmak gemeu alto. Cabeça caindo para trás.
O prazer vinha de todos os lados. Seios. Boceta. Pescoço. Ombros.
Eles a devoravam. Competindo em silêncio agora. Cada um tentando dar mais prazer.
Dedos entravam e saíam. Curvavam. Massageavam o ponto interno.
Clitóris sendo esfregado por polegares alternados.
Irmak sentiu o orgasmo se aproximando rápido. Pernas tremendo.
— Eu vou... de novo...
Kuzey sugou mais forte. Átila mordiscou o outro mamilo levemente.
Ela gozou. Com força. Líquido escorrendo sobre os dedos dos dois. Corpo convulsionando entre os gêmeos.
Grito ecoando na clareira.
Quando as ondas diminuíram, Irmak ofegava. Corpo mole.
Kuzey e Átila retiraram os dedos. Lambendo-os ao mesmo tempo. Olhos fixos um no outro.
A inveja ainda brilhava. Mas agora misturada com satisfação.
Irmak segurou o rosto de cada um.
— Melhor assim. Juntos.
Kuzey beijou a palma da mão dela.
— Por enquanto.
Átila fez o mesmo.
— Vamos ver até onde vai esse compartilhamento.
A fogueira azul crepitou mais alto. Como se alimentada pelo desejo crescente.
Irmak estava nua entre dois dragões ciumentos, o corpo marcado por chupões, a boceta latejando e as mãos ainda segurando os paus grossos e deliciosos de seus machos.
Eles a deitaram sobre uma cama de folhas macias, cuidadosamente arrumadas por Átila momentos antes. A grama era densa e flexível, como um colchão vivo preparado pela própria floresta para aquele momento sagrado e profano. Irmak, com seus vinte e seis anos bem vividos, sentia o coração martelando contra as costelas. Ela já não era mais uma jovem inocente das vilas humanas. Havia lutado, sangrado e desejado por anos. Mas nada a preparara para isso: ser reivindicada por dois dragões gêmeos ao mesmo tempo.Kuzey, o mais selvagem dos dois, rasgou o vestido dela com uma garra que ainda trazia vestígios de escamas negras iridescentes. O tecido fino se rasgou como papel, deslizando pelos ombros e revelando seios firmes e pesados, com mamilos rosados que já estavam duros de excitação e pelo frio da noite.— Pelos deuses antigos… olhem só para ela — murmurou Kuzey, sua voz grave reverberando como um trovão. Seus olhos dourados brilhavam com fome predatória.Átila se ajoelhou entre as pernas del
A língua dele estava quente. Áspera. Perfeita. Girava em círculos lentos. Depois sugava o broto inchado.Faíscas azuis dançavam onde a boca dele tocava. Intensificando cada sensação.Átila ficou atrás. Corpo pressionado contra as costas dela. O pau duro esfregando na curva da bunda.Mãos grandes envolveram os seios dela. Dedos beliscando os mamilos com precisão.— Deixa ele te saborear — murmurou no ouvido dela. — Goza na boca dele.Irmak se esfregou no rosto de Kuzey. Os quadris se movendo por instinto.O prazer subia em ondas. Rápido. Incontrolável.— Eu... eu vou... — gemeu ela.Kuzey sugou com mais força. Dois dedos grossos entrando devagar na boceta apertada.Curvou-os. Encontrou o ponto interno. Massageou.Irmak explodiu. Orgasmo violento. Corpo convulsionando. Líquido quente escorrendo para a boca de Kuzey.Ela gritou. A voz ecoando na clareira.— Ah... deuses... sim!Átila a segurou firme. Impedindo que caísse.Kuzey lambeu cada gota. Devagar. Saboreando.Quando terminou, leva
Átila ficou para trás. As mãos deslizaram pelos braços dela, erguendo-a delicadamente até que ela se levantasse.Irmak ficou entre eles. Pequena. Delicada. Rodeada de músculos e calor.Sua mão direita estendeu-se hesitante. Os dedos roçaram o peito de Kuzey. Pele quente. Coração batendo forte sob a palma da mão dela.Faíscas dançaram novamente. Mais intensas. Disparando direto para o clitóris dela. Ela gemeu baixo. Involuntariamente."Deuses..."Kuzey sorriu."Não deuses. Dragões."Átila pressionou o corpo contra as costas dela. O pênis duro roçando a curva da bunda dela por cima do vestido."Sinta nós dois. Escolha depois."Irmak virou o rosto para o lado. Olhou para Átila por cima do ombro."Você não tem vergonha. Aparecendo nu. Falando de profecia. Tocando sem pedir."Kuzey pegou a mão dela. Guiou-a até o abdômen marcado."A vergonha é para mortais fracos. Nós somos puro desejo. Fogo vivo."Seus dedos desceram lentamente. Roçaram a linha de pelos escuros que levava ao grosso pênis.
Um rugido baixo e duplo cortou a noite como dois trovões se fundindo. O som vibrou no peito de Irmak, fazendo seus ossos tremerem. As árvores estremeceram. Folhas caíram em cascata.O cavalo negro empinou violentamente. Cascos dianteiros rasgaram o ar. Um relincho aterrorizado ecoou na clareira. As rédeas escaparam de suas mãos.Irmak caiu de joelhos na grama úmida. As mãos afundaram na terra. Coração batendo forte contra as costelas. A respiração ficou presa na garganta.O animal fugiu para a escuridão, os cascos batendo freneticamente até desaparecer entre as árvores. O silêncio retornou. Pesado. Carregado.Ela ergueu a cabeça lentamente. Olhos azuis arregalados. Mãos trêmulas pressionadas contra o chão.Duas silhuetas altas emergiram da névoa baixa. Ombros largos. Torsos musculosos. Pele dourada refletindo o luar prateado. Completamente nus.Músculos definidos como estátuas vivas esculpidas por deuses antigos. Peito largo. Abdômen marcado por cristas rígidas. Coxas musculosas. Braç
A lua cheia de 1250 pairava alta no céu acima de FeWard, lançando uma luz prateada sobre a Floresta Negra. Árvores antigas erguiam-se como sentinelas negras, seus galhos retorcidos entrelaçando-se acima delas. Sombras dançavam no terreno irregular. O ar estava frio e úmido.Irmak, a princesa herdeira de dezoito anos, cravou as esporas nos flancos de seu cavalo negro. O animal relinchou, os músculos tensos, galopando a toda velocidade. Folhas secas voavam atrás deles. O vento cortante chicoteava seu rosto."Mais rápido!", ordenou ela, com a voz baixa e urgente.Sua trança dourada, longa até a cintura, estava se desfazendo. Mechas rebeldes grudavam em sua pele suada. Seu vestido de veludo verde-escuro rasgava na barra a cada galho baixo. Sujeira e folhas grudavam no tecido fino.Ela não olhou para trás. O Castelo de FeWard se distanciava cada vez mais na distância. Suas torres cinzentas e estandartes reais desapareciam na névoa da noite. Seu coração batia forte contra as costelas. Cada