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Capítulo 7

last update 公開日: 2026-06-19 19:55:29

No coração das Montanhas Ocidentais, o Castelo de Ferro Negro se erguia como uma ferida aberta na paisagem. Suas torres eram irregulares, feitas de pedra vulcânica e metal retorcido. Estandartes vermelhos e negros tremulavam ao vento frio. Dentro da câmara do conselho, iluminada apenas por tochas verdes que nunca se apagavam, Lorde Vortigern bateu o punho com tanta força sobre a enorme mesa de carvalho que rachaduras se espalharam pela superfície.

— Aquela puta está se entregando a demônios! —
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  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 7

    No coração das Montanhas Ocidentais, o Castelo de Ferro Negro se erguia como uma ferida aberta na paisagem. Suas torres eram irregulares, feitas de pedra vulcânica e metal retorcido. Estandartes vermelhos e negros tremulavam ao vento frio. Dentro da câmara do conselho, iluminada apenas por tochas verdes que nunca se apagavam, Lorde Vortigern bateu o punho com tanta força sobre a enorme mesa de carvalho que rachaduras se espalharam pela superfície.— Aquela puta está se entregando a demônios! — rugiu ele.Sua voz ecoou pelas paredes de pedra. Vortigern era um homem alto, de meia-idade, com traços afiados e uma barba bem aparada salpicada de grisalho. Seus olhos eram cinzentos e frios como lâminas de aço. Vestia um gibão negro bordado com serpentes douradas — o símbolo de sua casa. Ao redor da mesa estavam seus conselheiros mais próximos: o General Draven, o Chanceler Aldric e, sentado um pouco afastado nas sombras, o próprio Malachar.O feiticeiro usava um manto roxo escuro. Sua pele e

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 6

    Os sons eram obscenos — pele batendo contra pele, gemidos molhados, o barulho escorregadio da boceta dela sendo impiedosamente fodida. Irmak se sentia completamente preenchida, possuída, devorada.— Isso… assim mesmo… — elogiou Kuzey, a voz rouca. — Chupe mais fundo. Quero sentir sua garganta.Átila se inclinou sobre ela, uma das mãos descendo para circular seu clitóris enquanto continuava metendo com força.— Goza no meu pau, Irmak. Quero sentir você me apertando enquanto meu irmão goza nessa sua boquinha linda.O terceiro orgasmo a destruiu. Irmak gritou ao redor do pau de Kuzey, o corpo convulsionando com tanta violência que quase desabou. Átila rosnou, aumentando o ritmo até que, com um rugido animalesco, gozou bem fundo dentro dela, enchendo-a com jatos grossos e quentes.Kuzey puxou o pau da boca dela no último segundo, gozando em cordões grossos sobre os seios e o pescoço dela, marcando-a visivelmente.E eles não pararam por aí.Depois de um breve momento para recuperar o fôleg

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 5

    Eles a deitaram sobre uma cama de folhas macias, cuidadosamente arrumadas por Átila momentos antes. A grama era densa e flexível, como um colchão vivo preparado pela própria floresta para aquele momento sagrado e profano. Irmak, com seus vinte e seis anos bem vividos, sentia o coração martelando contra as costelas. Ela já não era mais uma jovem inocente das vilas humanas. Havia lutado, sangrado e desejado por anos. Mas nada a preparara para isso: ser reivindicada por dois dragões gêmeos ao mesmo tempo.Kuzey, o mais selvagem dos dois, rasgou o vestido dela com uma garra que ainda trazia vestígios de escamas negras iridescentes. O tecido fino se rasgou como papel, deslizando pelos ombros e revelando seios firmes e pesados, com mamilos rosados que já estavam duros de excitação e pelo frio da noite.— Pelos deuses antigos… olhem só para ela — murmurou Kuzey, sua voz grave reverberando como um trovão. Seus olhos dourados brilhavam com fome predatória.Átila se ajoelhou entre as pernas del

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 4

    A língua dele estava quente. Áspera. Perfeita. Girava em círculos lentos. Depois sugava o broto inchado.Faíscas azuis dançavam onde a boca dele tocava. Intensificando cada sensação.Átila ficou atrás. Corpo pressionado contra as costas dela. O pau duro esfregando na curva da bunda.Mãos grandes envolveram os seios dela. Dedos beliscando os mamilos com precisão.— Deixa ele te saborear — murmurou no ouvido dela. — Goza na boca dele.Irmak se esfregou no rosto de Kuzey. Os quadris se movendo por instinto.O prazer subia em ondas. Rápido. Incontrolável.— Eu... eu vou... — gemeu ela.Kuzey sugou com mais força. Dois dedos grossos entrando devagar na boceta apertada.Curvou-os. Encontrou o ponto interno. Massageou.Irmak explodiu. Orgasmo violento. Corpo convulsionando. Líquido quente escorrendo para a boca de Kuzey.Ela gritou. A voz ecoando na clareira.— Ah... deuses... sim!Átila a segurou firme. Impedindo que caísse.Kuzey lambeu cada gota. Devagar. Saboreando.Quando terminou, leva

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 3

    Átila ficou para trás. As mãos deslizaram pelos braços dela, erguendo-a delicadamente até que ela se levantasse.Irmak ficou entre eles. Pequena. Delicada. Rodeada de músculos e calor.Sua mão direita estendeu-se hesitante. Os dedos roçaram o peito de Kuzey. Pele quente. Coração batendo forte sob a palma da mão dela.Faíscas dançaram novamente. Mais intensas. Disparando direto para o clitóris dela. Ela gemeu baixo. Involuntariamente."Deuses..."Kuzey sorriu."Não deuses. Dragões."Átila pressionou o corpo contra as costas dela. O pênis duro roçando a curva da bunda dela por cima do vestido."Sinta nós dois. Escolha depois."Irmak virou o rosto para o lado. Olhou para Átila por cima do ombro."Você não tem vergonha. Aparecendo nu. Falando de profecia. Tocando sem pedir."Kuzey pegou a mão dela. Guiou-a até o abdômen marcado."A vergonha é para mortais fracos. Nós somos puro desejo. Fogo vivo."Seus dedos desceram lentamente. Roçaram a linha de pelos escuros que levava ao grosso pênis.

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 2

    Um rugido baixo e duplo cortou a noite como dois trovões se fundindo. O som vibrou no peito de Irmak, fazendo seus ossos tremerem. As árvores estremeceram. Folhas caíram em cascata.O cavalo negro empinou violentamente. Cascos dianteiros rasgaram o ar. Um relincho aterrorizado ecoou na clareira. As rédeas escaparam de suas mãos.Irmak caiu de joelhos na grama úmida. As mãos afundaram na terra. Coração batendo forte contra as costelas. A respiração ficou presa na garganta.O animal fugiu para a escuridão, os cascos batendo freneticamente até desaparecer entre as árvores. O silêncio retornou. Pesado. Carregado.Ela ergueu a cabeça lentamente. Olhos azuis arregalados. Mãos trêmulas pressionadas contra o chão.Duas silhuetas altas emergiram da névoa baixa. Ombros largos. Torsos musculosos. Pele dourada refletindo o luar prateado. Completamente nus.Músculos definidos como estátuas vivas esculpidas por deuses antigos. Peito largo. Abdômen marcado por cristas rígidas. Coxas musculosas. Braç

  • Reivindicada Pelos Dragões Gêmeos   Capítulo 1

    A lua cheia de 1250 pairava alta no céu acima de FeWard, lançando uma luz prateada sobre a Floresta Negra. Árvores antigas erguiam-se como sentinelas negras, seus galhos retorcidos entrelaçando-se acima delas. Sombras dançavam no terreno irregular. O ar estava frio e úmido.Irmak, a princesa herdei

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