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Capítulo 3

last update publish date: 2026-06-12 04:34:38

Átila ficou para trás. As mãos deslizaram pelos braços dela, erguendo-a delicadamente até que ela se levantasse.

Irmak ficou entre eles. Pequena. Delicada. Rodeada de músculos e calor.

Sua mão direita estendeu-se hesitante. Os dedos roçaram o peito de Kuzey. Pele quente. Coração batendo forte sob a palma da mão dela.

Faíscas dançaram novamente. Mais intensas. Disparando direto para o clitóris dela. Ela gemeu baixo. Involuntariamente.

"Deuses..."

Kuzey sorriu.

"Não deuses. Dragões."

Átila pressionou o corpo contra as costas dela. O pênis duro roçando a curva da bunda dela por cima do vestido.

"Sinta nós dois. Escolha depois."

Irmak virou o rosto para o lado. Olhou para Átila por cima do ombro.

"Você não tem vergonha. Aparecendo nu. Falando de profecia. Tocando sem pedir."

Kuzey pegou a mão dela. Guiou-a até o abdômen marcado.

"A vergonha é para mortais fracos. Nós somos puro desejo. Fogo vivo."

Seus dedos desceram lentamente. Roçaram a linha de pelos escuros que levava ao grosso pênis.

Ela parou. Respiração pesada.

"Isso é perigoso. Eu sou uma princesa. Vocês... monstros lendários."

Átila mordiscou levemente sua orelha.

"Monstros que a protegerão. E a foderão até que você esqueça o medo."

Irmak engasgou. Palavras cruéis atingindo-a em cheio.

Ela afastou a mão. Deu um passo para trás. Agora encarando os dois.

Olhos percorrendo seus corpos nus. Parando nos pênis eretos. Grossos. Longos. Cabeças reluzentes.

"Eu... preciso pensar. Isso está sendo rápido demais."

Kuzey assentiu. Mas não recuou.

"A noite é longa, princesa. Fique conosco. A fogueira virá facilmente. Conversaremos. Nos tocaremos. Sem pressa."

Átila estendeu a mão para ela. "Venham. Sentem-se. Deixem o fogo dracônico aquecê-las."

Irmak hesitou. Olhou para a escuridão onde o cavalo havia fugido. Depois para os gêmeos.

O cheiro deles. O calor. A promessa em seus olhos dourados.

Ela deu um passo à frente. Sua mão tocou a de Átila.

"Só por agora. Só para ouvir a história completa."

Kuzey sorriu satisfeito.

"Boa escolha."

Os três caminharam até o centro da clareira. Kuuzey soprou suavemente. Chamas azuis surgiram do nada. A fogueira crepitava quente. Iluminando seus corpos nus e o vestido rasgado dela.

Irmak sentou-se em uma raiz larga. Pernas dobradas. Olhos fixos nos gêmeos que se acomodaram à sua frente.

O rugido ainda ecoava em sua mente. O chamado. O destino.

A noite estava apenas começando.

E o fogo entre eles acabara de se acender.

Kuzey estendeu a mão lentamente. Dedos longos e quentes pairaram sobre o braço nu de Irmak. Sua pele ainda formigava do contato anterior.

Ele tocou. Levemente. Deliberadamente.

Uma faísca elétrica azul surgiu no ponto de contato. Percorreu sua pele clara como um raio vivo. Desceu pelo ombro, pelo seio, pela barriga. Direto para o clitóris.

Irmak soltou um suspiro alto. Seu corpo inteiro estremeceu. Os joelhos fraquejaram. Ela cambaleou.

"O que... o que foi isso?"

A sensação era fogo líquido misturado com puro prazer. Seu clitóris inchou instantaneamente. Uma pulsação quente e úmida se espalhou entre suas coxas.

Átila se aproximou do outro lado. Seu corpo alto e musculoso bloqueando o luar. Voz profunda e calma.

"A profecia. Dragões e mortais não devem se unir. Mas seu sangue... carrega algo antigo. Algo nosso."

Irmak respirou fundo. A mão pressionada contra o peito. Ela sentiu o coração disparar.

A faísca ainda vibrava dentro dela. Pulsando em seu ponto mais sensível. Fazendo seus mamilos endurecerem contra o tecido rasgado do vestido.

Kuzey não retirou a mão. Os dedos deslizaram lentamente pelo braço dela até o ombro. Desceram novamente.

Cada movimento enviava novas faíscas. Pequenas. Insistentes. Todas convergindo para o centro úmido entre suas pernas.

"Isso... queima", murmurou ela, com a voz rouca.

"Queima bem", respondeu Kuzey, os olhos dourados fixos nos dela. "É fogo reconhecendo fogo."

Átila soprou suavemente para o lado. Um simples sopro.

Chamas azuis irromperam do chão. Fogueira dracônica. Quente. Limpa. Sem fumaça. Uma luz azulada dançava sobre os três corpos.

O calor envolveu a clareira. Iluminou a pele dourada dos gêmeos. Realçou cada músculo definido. Cada veia pulsante.

Irmak não conseguia desviar o olhar. Os dois pênis estavam agora completamente eretos. Grossos. Longos. Cabeças largas reluzindo com gotas de líquido pré-ejaculatório cristalino.

Veias grossas percorriam toda a extensão. Pulsando no ritmo de corações dracônicos. Pesado. Imponente.

Ela apertou as coxas. Sentiu a umidade escorrer. O vestido colado à sua pele úmida.

Kuzey lambeu os lábios lentamente. A língua rosada deslizando sobre sua boca cheia.

"Você cheira a desejo, princesa. Doce. Úmido. Quente. Quer que paremos?"

Irmak balançou a cabeça. Os cabelos dourados soltos caindo sobre os ombros. A voz trêmula, quase um sussurro.

"Não... me toque."

As palavras escaparam antes que ela pudesse contê-las. Vergonha e excitação se misturavam em seu peito.

Kuzey sorriu. Dentes afiados brilhando à luz azul da fogueira.

Ele se aproximou. A mão subindo pelo braço dela até o pescoço. Dedos leves acariciando a pele sensível.

Outra faísca. Mais forte. Percorreu sua espinha. Fez suas costas se arquearem involuntariamente.

Átila veio do lado oposto. A mão grande repousava em sua cintura. O polegar traçava círculos lentos sobre o veludo rasgado.

"Devagar", disse ele, com a voz baixa. "Seu corpo precisa se acostumar com o nosso fogo."

Irmak fechou os olhos por um segundo. Respiração pesada. Seios subindo e descendo rapidamente.

"Eu nunca... senti nada parecido com isso."

Kuzey se inclinou. O nariz roçando a curva do pescoço dela. Inspirando profundamente.

"Porque você nunca esteve com dragões. Mortais comuns não queimam assim."

Seus dedos desceram. Roçaram sua clavícula. Deslizaram até o decote rasgado do vestido. Pararam na borda do tecido.

"Posso?", perguntou ele, com a voz rouca.

Irmak abriu os olhos. Olhou para ele. Depois para Átila. Depois para os pênis eretos apontando em sua direção.

"Sim...", sussurrou ela.

Kuzey puxou o tecido lentamente. O vestido rasgado cedeu com facilidade. Um seio firme se libertou. O mamilo rosado já estava duro como pedra.

O ar frio da noite tocou a pele exposta, contrastando com o calor da fogueira.

Átila gemeu baixinho. Os olhos dourados fixos no mamilo exposto.

"Perfeito."

Ele se inclinou um pouco. A boca pairando sobre o seio. Soprou ar quente contra o botão sensível.

Irmak estremeceu. A mão subiu instintivamente para agarrar o ombro dele.

Kuzey não esperou. Os dedos desceram mais. Abriu o resto do vestido. O tecido caiu até a cintura dela, deixando seu torso nu.

Dois seios expostos. Firmes. Mamilos inchados. Pele clara brilhando na luz azul.

"Deuses..." murmurou Irmak, a voz vacilando.

"Não deuses", corrigiu Átila. "Dragões."

Kuzey acariciou um dos seios com sua mão grande. O polegar roçou o mamilo em círculos lentos. Uma faísca azul surgiu novamente. Percorreu o mamilo até o clitóris dela. Mais intensa.

Irmak gemeu alto. A cabeça inclinou-se para trás.

"Ah..."

Átila pegou o outro seio. A boca fechou-se em torno do mamilo. Sugou lentamente. A língua girando. Os dentes roçando levemente.

O prazer explodiu em seu peito. Desceu como lava quente até sua barriga.

Kuzey continuou massageando o seio livre. Dedos firmes. Precisos.

"Sinta", sussurrou ele em seu ouvido. "Deixe o fogo entrar."

Sua mão livre deslizou por sua barriga lisa. Os dedos traçaram a linha até o umbigo. Pararam na cintura do vestido, ainda preso em seu corpo.

Irmak entreabriu as pernas. Instintivamente. O corpo implorando por mais.

Átila soltou o mamilo com um som úmido. Olhou para cima.

"Quer que tiremos o resto?"

Ela assentiu. Rapidamente. Sem dizer uma palavra.

Kuzey puxou o vestido para baixo. O tecido rasgado deslizou sobre suas coxas e caiu a seus pés.

Irmak estava completamente nua. Seu corpo voluptuoso exposto à luz da fogueira. Pele clara. Seios fartos. Cintura fina. Quadris arredondados. Um triângulo de pelos dourados entre as pernas.

A umidade brilhava na parte interna de suas coxas. O clitóris inchado era visível.

Os gêmeos a observavam. Olhos dourados famintos.

"Linda", disse Kuzey, com a voz rouca.

Átila passou a mão pela curva de sua bunda. Apertou levemente.

"Nossa."

Irmak estremeceu. Não de frio. De antecipação.

"Toque mais...", implorou ela, com a voz baixa e urgente.

Kuzey ajoelhou-se à sua frente. As mãos agarraram suas coxas, afastando-as delicadamente.

O nariz roçou os pelos dourados. Inspirou profundamente.

"Cheira tão bem. Molhada para nós." Língua estendida. Lambeu lentamente a fenda úmida. De baixo para cima. Parando no clitóris.

Irmak soltou um gemido baixo. Mãos agarrando seus cabelos negros.

"Kuzey!"

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