LOGINAaron Duckworth
Sabrina sorri gentilmente para as pessoas ali presente, até mesmo para seu pai que a olha com decepção.Pela expressão transmitida por seu lindo par de olhos azuis é bem óbvio que sua postura é forçada, seu rosto levemente corado entrega a possível vergonha que está sentindo.Sei que no fundo ela estava mal.Eu sei! E ela também sabe que não deveria está aqui, mas o destino decidiu brincar com a minha atual esposa.Seu braço estava entrelaçado ao meu, sentia sua tensão e o quanto estava rígida e suando.Sua mãe está ao lado de Augusto, Ester a olhava com pena possuindo um semblante abatido enquanto seu marido mantêm sua postura de homem sério e comprometido.Seus olhos vêm de encontro aos meus, Augusto não esconde o raiva que sente, eu não cederia e muito menos ele.-Aaron.- Sabrina puxa gentilmente meu braço quebrando o contato visual com o seu pai. -Pare com isso.- ela sussurra quase inaudível.-Aaron Levi Duckworth.- Meu pai se aproxima erguendo sua taça. -Uma honra ter meu filho único de volta.- Ele aponta com o queixo para escada e assinto.-Obrigado pai.Ele nos dar as costas e volta para a companhia de sua esposa, minha mãe.Olho para Sabrina que estava mais vermelha quê um camarão o totalmente paralisada.-Querida?- ela me olha confusa. -Me acompanha?-Sim.- Ela levantou a barra de seu vestido e com o braço entrelaçado ao meu fomos até a escada subindo somente alguns degraus, sendo suficiente para ganhar a atenção de todos.A ajudei a subir e então ela respirou aliviada entrelaçando os dedos em frente ao seu corpo erguendo sua cabeça.Com ajuda de um talher meu pai efetuou três leves batidas contra a taça que portava vinho fazendo todos ficarem em silêncio.-Boa noite a todos...{....} Sabrina Becker.Aaron ditava um discurso já havia uns10 minutos. Totalmente sério, ele ditava os conceitos e regras da Máfia Alemã.Eu o olhava admirada, não por que ele estava incrivelmente lindo naquele smoking e sim pela forma comunicativa dele com as pessoas.Suas palavras passavam confiança...O líder temporário receberia muitas broncas suas.Olhava para algumas pessoas ali mas não por muito tempo. É considerado desrespeito ao marido ou mulher, principalmente em eventos como esses.Eu passei até a encarar o chão para evitar qualquer tipo de problema.Tudo que eu quero é que essa noite termine bem e com uma bela taça de vinho acompanhada da minha cama.Alguns homens me olhavam e eu percebia a irá do senhor todo poderoso quando ele elevava o tom de sua voz fazendo os homens desviarem o olhar rapidamente.Pelo canto do olho vejo senhor Adam comentar algo com sua esposa.-Isso será divertido.- Ele solve mais um gole do líquido em tom avermelhado e sorrir erguendo a taça.-Adam! Faça algo.- ouço o pedido da Mel quase desesperado que é de imediato negado por Adam.Procuro por Gustavo no espaço e adivinha? Aquele homem sumiu juntamente a minha prima.-Eu agradeço a todos presente. Os que torceram pela minha recuperação, eu agradeço. E para aqueles que desejaram a minha morte, eu lamento.- Finaliza irônico.Arregalo os olhos ao notar que ele encarava severamente um homem a alguns metros de distância.-Aaron...Ele virou-se para me segurando meu queixo, deixou em beijo suave em minha testa em sinal de respeito.Ele voltou-se para o pequeno grupo que o olhava intrigado.-Eu como chefe, Johnson. Exijo o máximo de respeito com a minha mulher.- ele desse alguns graus.Pronto!O homem ganha a tonalidade pálida em minutos enquanto via Aaron se aproximar cautelosamente.Olho para Adam que dar um simples sorriso e nega.Ele sussurrou um "pode ficar paradinha ai" volto a olhar Aaron perplexa que aliás já estava perto de mais.-E.eu...- o homem gagueja. -Eu não estava olhando para ela.-Me chamando de cego então?- O homem nega frenético.-Senhor...-Da próxima vez em que ousar a olha-lá novamente dessa forma o deixarei cego.- Aaron faz uma breve pausa. -Ou talvez uma bala no meio de sua testa combine mais.- ele ameaçou o homem com frieza, não via seu rosto pois, ele está de costas para mim.O homem engoliu seco e Aaron o dá as costas. Ele suaviza seu semblante assim que seu olhar encontra o meu.Ele caminha em minha direção sendo observado pelo grupo presente que mantém a expressões de surpresa.-Você é doido.- Sussurro. -Não precisava desse teatro todo Aaron, pelo amor.Ele ergue sua mão me ajudando a descer o degrau indo de encontro a ele que permanecia calado.-Vai ficar calado?-Ele só faltou te comer, Sabrina.- ele olhou nos meus olhos. -Atitudes assim não são toleradas. Deveria saber.-Eu sei. Nossa primeira vez como casal aqui. Acredite, eu não queria estar aqui agora.- olho por cima dos seus ombros observando a aproximação do meu pai. -Com a sua licença.Passo por ele sem esperar sua resposta indo em direção a mesa com vários tipos de bebidas variadas, escolho um drink azul já preparado.Dou um pequeno gole na bebida observando o movimento no grande salão.Melissa é sem dúvidas exagerada quando se trata de festas.-Sério!- Kelly aparece do além ao meu lado. -O que aconteceu agora pouco Sabrina?- ela rir baixo. -Marcação de território, que tudo, amei.-Tá me chamando do quê?- olho-a de relance. -Céus! Que vergonha.-Vergonha?- ela bebi sua bebida. -Aquilo foi o auge da noite e olha que só está começando.-Você não deveria está com o Gustavo? Aliás, onde vocês estavam...-E você não deveria está com o Aaron?Dou de ombros.-Ele está conversando com meu pai, não quero ser o motivo do assunto, preferir me afastar.-Deve ser difícil pra você...-Eu aprendo a lidar com isso.Um rapaz muito bonito passou há nossa frente, chamando a atenção da minha prima.-Você o conhece? Nunca o vi.- ela semicerra o olhar para o homem que apenas sorri voltando sua atenção para Gustavo.-Erick. Nem pensa! Ele é da máfia brasileira e é comprometido.-Pena.- diz fingindo pesar. -Um gatinho desses será amarrado.Ri educadamente do seu comentário bobo.-Em breve será você Kelly.Ela me olha com o cenho franzido.-Me dá licença Becker.- Ela empina o nariz e sai rebolando pelo salão.Céus!Termino minha bebida quando Melissa se aproximava com mais 4 mulheres.-Os homens iram para a reunião agora.- ela anuncia. -Iremos tomar chá. Você vem querida?Penso um pouco, seria legal para socializar e aquele homem ficaria feliz por isso.-Eu agradeço o convite Senhora Duckworth, mas ficará para a próxima.- Melissa apenas assentiu um pouco triste. -Com a sua licença.Melissa concordo e saio da sua presença, observo o salão em busca de um certo homem e não demoro para encontrá-lo conversando com seu pai, Gustavo e o meu pai...-Aaron.-Você não deveria está com a minha mãe?- Ele questionou o mais formal e educado possível. -O que faz aqui Sabrina?-Na verdade não. Eu quero participar da reunião.- disse fazendo questão de que todos escutassem.Seu peito vibrou com a sua risada.-Vai se juntar com as outras mulheres, querida.- Aaron sussurra zombando enquanto alisa minha bochecha com o polegar. -Ficará entediada, isso é coisa para homem.Hum, olha só.Adoro um desafio.-Adam!- dei um passo à frente ganhando sua atenção. -Eu como Esposa do seu filho, exijo respeito. Assim como a minha presença nessa reunião.- olho para Aaron. -Tenho meus direitos como esposa, então...Adam encarou seu filho e depois o meu pai que estava surpreso assim como Gustavo.-Tudo bem.Olho para Aaron que estava com a boca entreaberta, provavelmente tentando fórmula palavras, sem sucesso.Perfeito."Deve obediência ao seu superior"Alguém se ferrou.Coitado.[...]O jantar saíra depois dessa reunião, até então demorada.Como minha mãe já havia me dito e o meu querido marido também."Essas reuniões são chatas""Entediantes"Parece que estou trancada aqui há horas.Reviro os olhos.Sentada na poltrona de couro, ao lado direito da mesa que Adam mantém em seu escritório, observava e escutava tudo em silêncio.Dois sofás em formato de "C" bem aberto de frente paro o outro porém, um no lado esquerdo e o outro no direito confortava os homens ali.No total uns 15.-Como eu havia dito antes.- Adam aponta para meu pai. -Precisamos de férias.- ele brinca fazendo alguns homens rirem.Agora, Aaron estava sério. Sua postura rígida e maxilar travado e o olhar mortal que ele direcionava à mim, entrega o ódio que ele está sentindo agora.Ela não desviava seu olhar nem por um segundo.Estou adorando.-Quando Aaron assumirá?- Um homem pergunta.-Em menos de um mês.- Gustavo respondeu e o homem concorda.-Gustavo deveria assumir.- Meu pai explica. -Ele é o subchefe.-Não senhor Becker, creio que eu não seja a pessoa mais indicada no momento.E assim prosseguiram a tão lenta reunião.Apoio minha cabeça que já dói em meu punho.Eu queria entender por que as mulheres não se interessam por esses cargos.Séria legal ver uma mulher no topo da hierarquia.A menos que...-Vocês precisam se decidir.- Adam fala já impaciente. -Porra! isso não é brincadeira, bando de incompetentes.Todo esse silêncio era angustiante.Me levanto bruscamente ganhando atenção de todos.Aaron já se pós de pé mais Gustavo e o seu pai o impediu de avançarParece até que estavam esperando.-Permissão para falar, senhor Duckworth.-Concedida.-Gostaria de assumir o cargo temporariamente por meu marido.Os homens se entrem olham e cochicham entre si.Meu pai se mantém quieto ao lado de Adam que está aparentemente confuso e curioso.-Isso é um insulto.- Um homem se põe de pé e o olho. -Uma mulher no comando. Adam? Faça-me o favor.-Posso continua senhor Duckworth?-Sim Sabrina.-Até onde eu saiba, mulheres não são proibidas de fazerem parte de cargos de maior escalão.- ele concordou. -Eu não sou qualquer uma, sou esposa do seu filho. Nenhum dos seus homens aqui presentes teve coragem suficiente para assumir, mesmo sendo temporariamente.- O homem que estava se pé logo se sentou. -Aqui estou eu, a primeira à se prontificar para Assumir a máfia Alemã. Não por que eu sou uma Duckworth e sim por que eu sou capaz.- olho para o homem que havia se sentando. -Como mulher.Respiro fundo ao observar o rosto pálido do meu marido que logo se sentou em choque.-Sabrina, não ouse.- Ouço Aaron mas o ignoro.-Gostei.- ele sorri satisfeito. -Isso vai ser um interessante.- ele olha para o filho de relance. -Alguém é contra sobre a decisão da minha querida nora?Adam dar uma pequeno giro em torno de si. Sem obter respostas seus olhos negros pairam sobre mim.-Parabéns Sabrina, bem vinda aos negócios.- Adam se aproximou e me deu um abraço apertado. -Boa sorte.-Obrigado.- Sussurrei ao me afastar.Alguns homens estavam em choque outros surpresos.-Vá a sede amanhã, iremos conversar.- Assenti.-A reunião acabou!- meu corpo estremece ao ouvir sua voz autoritária em um grito enfurecido. -Eu vou matar cada de um de vocês, inúteis.Aaron se pois de pé, Gustavo tentou o impedir mais dessa vez sem sucesso.Seus olhos buscaram um meus, sentir um frio se instalar em minha barriga e meu corpo contrair sobre seu olhar.Droga.Aaron se aproximou rápido agarrando meu pulso com brutalidade.-Pra quê essa violência?- disse irônica e ele intensificou o aperto, não conseguir conter o grito. -Aaron!! Você...-Aaron! você tá doido?- Gustavo se aproxima, Aaron o olha por cima do ombro.-Se afasta.- Disse sério logo voltando seu olhar para mim.Ele se curvou para olhar dentro dos meus olhos e disse entre ós dentes, não conseguindo esconder sua raiva.-Vamos embora.- Ele praticamente apresou os passos me puxando e por pouco não tropeço novamente. -Gustavo, vamos! Não esqueça da prima dessa descendência.Meu pai tentou interver mas, o homem que havia se levantado o impediu.Esse está gravado em minha mente.-Foi um prazer fazer negócio com você, Adam.- gritei antes de sair pela porta.-Deixa eu me despedir como devo Aaron, que falta de educação.Quase tropeço entre minhas pernas mas logo me recompondo.-Ela têm ousadia.- Escutei Adam comentar.-Você não deveria ter feito isso Sabrina.- Ele diz ríspido, seu tom de voz não é nada agradável. -Não sabe os problemas que trouxe para si.Passamos pelo salão que ainda estava vazio.-Iriam ser nossos de qualquer jeito.- retruquei sentindo já um incômodo no pulso. -Eu sei andar, sabia?Ele bufou afrouxando o aperto.Ninguém merece.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







