LOGIN❤️ Que bom ter você por aqui! E chegamos ao fim de Suíte 804! ❤️ Quero agradecer de coração por você ter dedicado um pouquinho do seu tempo para conhecer a história de Manuela e Vicente. Espero que tenha gostado de acompanhar esse casal e que eles tenham deixado boas lembranças por aí. Se você curtiu essa história, aproveita para conhecer minhas outras obras. Quem sabe você não encontra seu próximo casal favorito? Ah, e antes de ir, não esquece de deixar sua avaliação! ⭐ Sua opinião é muito importante para mim e ajuda outras leitoras a descobrirem minhas histórias. Se quiser deixar um comentário contando o que achou, vou adorar ler! Foi muito bom ter sua companhia nessa jornada! Um beijo grande e até a próxima história! 😘 E não some, hein? Ainda temos muitos romances para viver juntas!
CAPÍTULO 125: Sempre Você Manuela Acordei com o cheiro de café e a sensação de que havia alguma coisa diferente naquela manhã. Estendi a mão para o lado da cama. Vazio. Sobre o travesseiro de Vicente, encontrei um envelope branco com meu nome escrito à mão. Sorri antes mesmo de abri-lo. Um ano, senhora Albuquerque. Vista alguma coisa bonita. O café está esperando por você. Seu marido. Olhei para o calendário sobre o criado-mudo. Dezesseis de maio. Nosso primeiro aniversário de casamento. Vesti um robe de seda e desci as escadas descalça, seguindo o aroma de café fresco. Vicente estava na cozinha, usando calça de moletom cinza e uma camiseta preta. Os cabelos ainda úmidos indicavam que havia acabado de tomar banho. Quando me viu, apoiou a xícara sobre a bancada. — Bom dia, minha esposa. — Bom dia, meu marido. Aproximei-me, envolvendo seu pescoço com os braços. — Feliz aniversário de casamento. Ele me segurou pela cintura e me beijou demoradamente
CAPÍTULO 125 Os Planos Que Fazemos Encontrei Vicente no escritório de casa, numa manhã de domingo, cercado por amostras de madeira e uma trena. Ele estava ajoelhado diante da estante, medindo o espaço entre a parede e a janela com uma concentração que normalmente reservava às reuniões mais importantes. — Devo me preocupar? — perguntei, encostada ao batente. Vicente ergueu a cabeça. — Depende. Você tem alguma objeção a uma reforma? Olhei para as amostras espalhadas pelo chão. — Que reforma? — Estou pensando em ampliar este escritório. Entrei no cômodo, desviando de Dante, que dormia tranquilamente sobre o tapete. — Você já tem um escritório enorme. — Eu tenho. Você não. Fiquei em silêncio por um instante. Desde que
CAPÍTULO 125: Uma Noite Fora da Rotina Manuela Na terceira quinta-feira depois da lua de mel, cheguei em casa com os pés doloridos, a cabeça cheia de números e uma vontade quase desesperada de tirar os sapatos. A semana havia sido interminável. Dois projetos atrasados, reuniões que poderiam ter sido resolvidas por e-mail e um cliente que parecia acreditar que mudar de opinião a cada quarenta minutos era uma estratégia de gestão. Vicente não estava na sala. Dante, entretanto, veio me receber com uma animação incompatível com meu estado físico. — Oi, meu amor. Pelo menos alguém nesta casa está feliz em me ver. — Eu ouvi isso. A voz de Vicente surgiu da cozinha. Encontrei meu marido usando calça escura e uma camisa preta com as mangas dobradas. Ele estava terminando de guardar alguma coisa em uma sacola. — Você chegou cedo — observei. — Organizei minha agenda. — Milagre. Ele sorriu e se aproximou para me beijar. — Vá tomar banho. Temos uma reserva às oito. Ol
CAPÍTULO 124: Senhor e Senhora Albuquerque A primeira semana depois da lua de mel passou entre reuniões, mensagens acumuladas e uma quantidade absurda de roupas para lavar. Na sexta-feira, eu estava terminando uma apresentação quando Vicente ligou. — Boa tarde, senhora Albuquerque. Sorri ao reconhecer sua voz. — Boa tarde, marido. Aconteceu alguma coisa? — Temos um compromisso amanhã à noite. Afastei os olhos do computador. — Temos? — Um jantar beneficente organizado por um grupo de empresários. Recebi o convite antes do casamento e confirmei nossa presença. — Você esqueceu de me avisar? Houve uma pausa. — Considerei que avisar com vinte e oito horas de antecedência ainda seria socialmente aceitável. — Vicente! Ele riu. — O evento começa às oito. Traje form
CAPÍTULO 123: De Volta à Nossa CasaManuelaA mala estava aberta sobre a cama havia quase quarenta minutos, e eu continuava tentando descobrir como tínhamos conseguido trazer mais coisas das Maldivas do que havíamos levado.— Vicente, essa camisa é sua?Meu marido apareceu à porta do banheiro, enxugando os cabelos com uma toalha.— Considerando que está segurando uma camisa masculina, as chances são grandes.— Você comprou três camisas durante a viagem?— Quatro.Olhei para ele.— Quatro?— A última estava com desconto.Soltei uma gargalhada.— Vicente Albuquerque comprando roupa por causa de promoção? Preciso registrar esse momento.Ele pegou a camisa das minhas mãos e a dobrou.— Casei com uma mulher que compara preços até de água mineral. Alguma coisa precisava aprender.Sorri, observando-o acomodar a peça na mala.Nossa lua de mel havia
CAPÍTULO 122: O Imprevisto Perfeito Manuela tinha uma relação curiosa com imprevistos. Conseguia administrar uma crise profissional sem alterar a voz, mas bastava um restaurante perder nossa reserva para ela considerar a possibilidade de reorganizar o estabelecimento inteiro. Por isso, quando anunciou que havia planejado nossa tarde, fiquei interessado. — Reservei um passeio de barco para vermos o pôr do sol — explicou, enquanto passava protetor solar diante do espelho. — Com jantar a bordo. Eu estava sentado na cama, abotoando uma camisa de linho. — Parece excelente. Ela me observou pelo reflexo. — Nenhuma pergunta? — Devo fazer alguma? — Você costuma querer saber todos os detalhes. — Confio na organizadora. Manuela estreitou os olhos







