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A Enteada - Capítulo 4

last update Fecha de publicación: 2026-02-12 07:28:17

Era um estudo em carvão e giz branco sobre papel montado em tela. Menos cor, mais forma. E a forma era um homem sentado.

O rosto estava borrado, apenas uma sugestão de sombra onde estariam os olhos, um traço para o nariz, uma linha para a boca serrada. Mas o resto... os ombros eram largos, angulares, carregando uma tensão visível na inclinação. O peito, sugerido sob uma camisa aberta (ou era apenas a sombra?), tinha a largura e a definição de um homem que, outrora, praticara esportes e ainda ma
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    A igreja matriz de Santa Luzia estava mergulhada no silêncio pesado das 22h. O calor úmido de Minas Gerais não dava trégua, mesmo à noite. O ar dentro do templo parecia denso, carregado de incenso velho, cera derretida e o cheiro sutil de suor humano que se acumulava nas madeiras antigas. Apenas o crepitar das velas votivas tremulando nos candelabros laterais quebrava a quietude, junto com o ronco distante de um trovão que anunciava chuva forte sobre as montanhas.Irmã Clara ajoelhou-se devagar no confessionário, o banco de madeira rangendo sob seus joelhos. O hábito negro, feito de tecido grosso, colava-se ao corpo dela como uma segunda pele por causa do suor. Os seios pesados, normalmente escondidos sob camadas de roupa, pressionavam o tecido úmido, marcando os mamilos endurecidos pelo tesão que já a consumia há horas. Entre as pernas, a boceta depilada latejava, molhada demais, o mel escorrendo pela coxa interna e sendo absorvido pelo hábito. Ela respirou fundo, sentindo o cheiro d

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    Uma semana depois, o 28º andar estava silencioso mais uma vez. O expediente havia terminado há quase duas horas. A maioria das luzes estava apagada, restando apenas o brilho amarelado das luminárias da sala principal de Albert. Cleia já sabia o que significava quando ele mandava uma mensagem curta às 19h47: “Venha à minha sala. Agora.”Ela entrou sem bater, o coração acelerado, a boceta já começando a latejar de expectativa. Albert estava sentado atrás da mesa de mogno, o terno ainda impecável, mas a gravata afrouxada e o primeiro botão da camisa aberto. Aos 48 anos, ele parecia ainda mais imponente naquela penumbra, os olhos escuros fixos nela como se já estivesse imaginando todas as formas de usá-la.— Fecha a porta — ordenou ele, a voz rouca e baixa.Cleia obedeceu, girando a chave com dedos trêmulos. O clique soou definitivo.Albert se levantou devagar, caminhando até o centro da sala. Parou a poucos passos dela, olhando-a de cima a baixo. Cleia usava uma blusa social branca justa

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    Ele enfiou os três dedos até o fundo e os deixou lá, pressionando o ponto sensível enquanto o polegar vibrava no clitóris. Cleia gozou ali mesmo, na mesa de jantar, com três investidores sentados a menos de um metro dela. O orgasmo foi silencioso, mas violento: a boceta contraiu-se forte ao redor dos dedos dele, jorrando um pouco de mel quente que escorreu pela mão de Albert e molhou a coxa dela.Ela apertou os lábios com força, fingindo tossir novamente, o corpo inteiro tremendo sutilmente.Albert retirou os dedos devagar, limpando-os discretamente no guardanapo de linho antes de continuar a conversa como se nada tivesse acontecido.— Como eu dizia, o contrato está praticamente fechado. Só depende da assinatura de vocês.O jantar se arrastou por mais quarenta minutos. Cleia passou o resto do tempo com as coxas apertadas, a boceta sensível e latejante, o vestido

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Desejo Proibido no 28º Andar - Capítulo 7

    Albert havia escolhido o restaurante com cuidado: um dos mais exclusivos da cidade, no último andar de um hotel cinco estrelas, com vista panorâmica para a cidade iluminada. Mesas afastadas, iluminação baixa e um ambiente discreto o suficiente para homens poderosos fazerem negócios… ou outras coisas.Cleia estava nervosa desde que ele lhe enviara a mensagem à tarde: “Vista o vestido preto curto que comprei para você. Sem sutiã. Sem calcinha. Cabelo solto. Chegue às 19h30 em ponto na minha cobertura.”Agora, sentada ao lado dele na mesa redonda com quatro investidores importantes, ela sentia o ar-condicionado gelado roçando diretamente nos mamilos duros sob o tecido fino do vestido. O vestido preto era curto demais — mal chegava ao meio das coxas grossas —, com um decote generoso em V que descia até quase o umbigo, deixando os seios pesados e firmes quase expostos. Cada movimento fazia o tecido escorregar perigosamente sobre os mamilos rosados.Albert, aos 48 anos, estava impecável no

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    Ele se levantou, abrindo o cinto e o zíper da calça com calma. Tirou o pau grosso, veioso e bem maior do que ela imaginava. A cabeça rosada brilhava com pré-gozo, as veias saltadas marcando o comprimento longo e grosso.— Olha o que você fez com o pau do seu chefe. Olha como ele está duro por causa dessa bocetinha de 24 anos.Cleia encarou o pau dele, os olhos arregalados. Era maior e mais grosso do que qualquer coisa que ela já tinha visto.— É tão grande… senhor…— E vai entrar todo em você. Agora abre bem essas pernas.Albert segurou as coxas grossas dela, abrindo-as ao máximo. Posicionou a cabeça grossa do pau na entrada da boceta encharcada e empurrou devagar, centímetro por centímetro. Cleia sentiu a carne sendo esticada, o pau dele abrindo caminho dentro dela como nunca antes.— Ahhh… está me abrindo… está muito grosso…— Isso mesmo. Sente o pau de um homem de verdade. Não daqueles garotos que você fodeu antes. Esse pau aqui sa

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Desejo Proibido no 28º Andar - Capítulo 5

    Albert deu um tapa forte na nádega direita. O som ecoou alto no andar vazio, seguido imediatamente por um segundo tapa na esquerda. A pele clara ficou vermelha instantaneamente.— Olha só essa bunda jovem… Tão firme. Tão gostosa. Aposto que nenhum garoto da sua idade sabe dar tapas como esses. Eles não sabem tratar uma putinha como você merece.Cleia soltou um gemido agudo, misturado de dor e prazer. A ardência se espalhou pela carne, fazendo sua boceta latejar ainda mais.Albert puxou a calcinha dela para o lado com dois dedos, expondo completamente a boceta inchada e molhada. Os lábios carnudos estavam brilhando de excitação, o clitóris inchado pedindo atenção. Ele passou o dedo médio pela fenda quente, coletando o mel abundante.— Porra… já está encharcada. Olha só como essa bocetinha novinha está pingand

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