LOGINMas o dedo não desceu.
Em vez disso, desviou, pairando por um instante, antes de pressionar com decisão o botão no topo do painel. O número 10 acendeu-se em um vermelho solene.
Um clique quase inaudível, e o elevador, que já começava a desacelerar para a parada programada no sétimo andar, retomou sua subida suave e implacável. A mudança de direção foi tão sutil quanto aterradora. Lara sentiu a leve pressão nos ouvidos, a sensação de estar sendo levada para um lugar para o qual não tinha comprado passagem.
Ela olhou para o homem, seus olhos agora wide abertos, uma pergunta silenciosa e alarmada congelada em seus lábios.
Ele se virou novamente para encará-la, e desta vez havia um traço de algo naquele olhar de tempestade, uma centelha de interesse, ou talvez apenas a frieza de um cientista que decidiu mudar o curso do seu experimento.
- O sétimo andar pode esperar - disse ele, a voz ainda baixa, mas agora com uma nuance que soava quase como um desafio. - Vamos fazer um tour. O décimo andar tem... uma perspectiva única.
O coração de Lara deu um salto violento contra as costelas. O décimo andar. A administração. Os diretores. O sanctum sanctorum da empresa. O lugar onde estagiários e funcionários juniores como ela não iam, a menos que fossem convocados para uma demissão ou uma repreensão severa. Um "tour"? Por que? Quem era este homem para decidir o seu destino no primeiro dia, nos primeiros cinco minutos?
- Senhor, eu... eu devia me reportar ao senhor Almeida no sétimo andar - ela tentou, a voz fraca, quase um sussurro. A profissionalidade era sua única âncora naquela situação surreal.
- Almeida reporta-se a mim, direta ou indiretamente - a resposta foi imediata e cortante como uma lâmina. - E eu sou Calleb. Calleb de Assis. E acredito que uma visão do todo, antes de se perder nos detalhes do seu departamento, pode ser... instrutiva.
Calleb de Assis. O nome ecoou na mente de Lara como um trovão. O Diretor de Estratégia e Inovações. O braço direito do CEO. O wunderkind de trinta e poucos anos que, segundo os boatos que ela devorara na noite anterior, era tão genial quanto impiedoso. Ele não era apenas um executivo; era uma lenda-uma lenda que se dizia ser capaz de destruir carreiras com um aceno de cabeça. E ela estava presa num elevador com ele, sendo sequestrada para o andar dos deuses.
- Compreendo - foi tudo que conseguiu dizer, os joelhos fracos.
O resto da curta viagem até o décimo andar passou em um silêncio opressivo. Lara sentiu cada segundo como se fosse uma hora, consciente de cada movimento de sua respiração, do latejar dos seus pés dentro dos sapatos novos, do olhar de Calleb que agora parecia estudar o perfil dela, analisando suas reações. Ele não tentou fazer conversa fiada. Não perguntou de onde ela vinha, ou o que achava da empresa. Apenas observou, deixando o peso do seu cargo e daquela situação bizarra fazerem o trabalho por ele.
Quando as portas se abriram com um silvo suave, foi como se um véu fosse puxado.
O sétimo andar, pelo que ela tinha visto durante a entrevista, era aberto, colorido, com paredes de vidro, mesas compartilhadas e o zumbido constante da colaboração. Era um espaço moderno, projetado para inspirar criatividade e trabalho em equipe.
O décimo andar era outro mundo.
Era o silêncio que primeiro a atingiu. Um silêncio profundo, reverente, amortecido por um carpete espesso de um azul-marinho tão escuro que quase parecia preto. As luzes eram indiretas, lançando um brilho quente e dourado sobre painéis de madeira escura que revestiam as paredes. Não havia cubículos abertos. Apenas portas fechadas de madeira maciça, cada uma com uma placa discreta de latão polido. O ar cheirava a veludo e a café caro. Era a antítese do burburinho criativo de baixo. Aqui era onde as ideias eram aprovadas ou enterradas, onde os números eram analisados e os destinos, decididos.
Calleb saiu do elevador com uma posse que era evidente em cada movimento. Ele pertencia àquele lugar. Cada fibra daquele carpete, cada grão daquela madeira, reconhecia-o como seu senhor. Ele deu dois passos e parou, virando-se para Lara, que hesitava na entrada da cabina, como se o limiar fosse uma barreira física.
- Venha - ele ordenou, não com aspereza, mas com uma expectativa inquestionável.
Ela obedeceu, seus passos silenciados pelo carpete generoso. A sensação era de estar pisando em solo sagrado.
- Este é o coração da Mirage - disse Calleb, começando a caminhar com passos largos e calmos pelo corredor amplo. Ele não apontava para nada específico, mas sua mão gesticulava levemente, abarcando o ambiente. - Aqui, o barulho dos andares de baixo se transforma em sinal. Aqui, tomamos as decisões que mantêm o navio navegando na direção certa. Ou que o redirecionam, quando necessário.
Parou em frente a uma grande obra abstrata na parede. Era uma explosão de cores escuras, vinho, azul-marinho, preto, com um único filete de dourado cortando a trama caótica.
- Gosta de arte? - perguntou, sem olhar para ela.
- Depende da arte - respondeu Lara, surpresa com a própria ousadia. A resposta saiu antes que seu filtro de autocensura pudesse agir.
Um quase-sorriso tocou os lábios de Calleb, tão rápido que ela se perguntou se não tinha imaginado.
- Uma resposta honesta. Raro. A maioria diria 'sim' ou 'não', tentando adivinhar a resposta que eu quero ouvir. Esta - ele indicou a pintura com um movimento de queixo - chama-se 'Mercado Emergente'. Caótica, imprevisível, mas com uma linha de lucro. Ou de esperança. Depende do seu humor no dia.
Lucas mal conseguiu abrir o suficiente. Os dois paus grossos forçaram a entrada, esticando seus lábios ao limite máximo. A boca dele ficou completamente distendida, os cantos dos lábios esbranquiçados pela pressão. Ricardo e Bruno começaram a foder sua boca juntos, alternando as estocadas, um empurrando enquanto o outro puxava, fazendo as cabeças das rolas se esfregarem dentro da garganta quente e babada.— Gluuuurk… gluuuurk… gluuuurk… — o som molhado e desesperado saía sem parar da garganta de Lucas. Lágrimas escorriam pelo seu rosto enquanto ele engasgava, baba grossa escorrendo pelo queixo e pingando no sofá.— Isso, estica essa boquinha de puta — Bruno ria, segurando a cabeça de Lucas com as duas mãos. — Olha como fica bonito com duas rolas na cara. Tá virando um verdadeiro urinol, caralho.— Chupa as duas, viado — completou Ricardo, batendo no rosto dele. — Isso é o que você merece por ficar batendo punheta escondido na minha casa. Agora vai engolir rola de padrasto e de tio tod
Os três homens não deram trégua. Durante quase duas horas seguidas, Lucas foi transformado em um brinquedo sexual vivo, um buraco quente e obediente para ser usado sem piedade. O sofá da sala, antes um móvel comum, agora era o centro de uma foda brutal e degradante.Marcos foi o primeiro a reivindicar o cu virgem do enteado.Ele agarrou Lucas pelos cabelos, puxou-o do chão e jogou o corpo jovem e suado de bruços sobre o encosto do sofá, deixando sua bunda empinada e completamente exposta. As nádegas firmes ainda estavam vermelhas dos tapas que Bruno havia dado enquanto comia o cu com a língua.— Abre bem essas pernas, putinha — rosnou Marcos, cuspindo uma bola grossa e viscosa bem em cima do buraco rosado que ainda piscava, molhado de saliva.Lucas mal teve tempo de respirar. Marcos alinhou a cabeça grossa do pau, segurou os quadris do enteado com força e empurrou tudo de uma vez, sem misericórdia, até as bolas baterem contra as de Lucas.— Aaaahhh! Porraaa! — Lucas gritou alto, o cor
Ricardo estava com um sorriso cruel no rosto enquanto olhava para o enteado completamente nu e de joelhos no tapete da sala. O pau de Lucas latejava no ar, completamente duro, a cabeça inchada e brilhando com uma grossa gota de pré-gozo que escorria lentamente pela fenda.Sem dizer mais nenhuma palavra, Ricardo agarrou o short de nylon preto que ainda estava preso nos tornozelos de Lucas e puxou com força, jogando-o para o lado da sala. Agora o garoto estava totalmente exposto — corpo definido, pau duro, bolas pesadas e aquele cu rosado, levemente peludinho, completamente vulnerável.— Olha só pra isso, caralho… — Ricardo disse, cuspindo grosso na palma da mão direita. O som molhado ecoou. Ele envolveu o pau de Lucas com aquela mão grande e calejada, apertando com força enquanto deslizava devagar. — O putinho já tá babando pré-gozo como uma cadela no cio. Tá vendo isso, Marcos? Bruno?Ele puxou a mão para cima e mostrou aos amigos os fios grossos e transparentes de pré-gozo que estica
Lucas estava sozinho na casa grande e silenciosa naquela sexta-feira à noite. Eram quase onze horas. O ar-condicionado zumbia baixo na sala de estar enquanto ele relaxava no sofá de couro preto, recém-saído do banho. Vestia apenas um short de nylon preto, daqueles bem finos e justos que os atletas usam. O tecido colava obscenamente na pele ainda úmida, marcando cada detalhe do corpo definido de 25 anos.O short estava ridiculamente apertado na virilha. O pau de Lucas, grosso mesmo semi-duro, formava uma saliência pesada e evidente, o contorno da cabeça arredondada perfeitamente visível. Ele tinha 18 cm quando completamente duro, circuncidado, com uma veia grossa que subia pela parte de baixo. As bolas eram grandes, pesadas, cobertas por uma camada fina de pelos escuros bem aparados.Com o celular na mão, Lucas assistia a um vídeo bem pesado no Pornhub. Dois machos maduros, um de uns 50 anos com corpo peludo e barriga de chope, o outro mais musculoso, estavam destruindo um garoto de 24
Ela acelerou o ritmo, cavalgando com fúria agora, subindo quase até a cabeça do pau e descendo com força, batendo as nádegas contra as coxas dele. O som era alto, indecente: plap-plap-plap-plap, ecoando pela nave vazia, misturando-se aos suspiros dos santos de gesso que assistiam imóveis da parede. A boceta dela fazia barulhos molhados toda vez que engolia o pau, creme branco e porra antiga escorrendo pela base grossa e lambuzando as bolas dele.Padre Lucas segurou a cintura dela com mais força, ajudando o movimento, metendo para cima selvagem, batendo fundo a cada descida dela. Os seios de Clara pulavam descontrolados, e ele esticou as mãos, agarrando-os, apertando forte, puxando os mamilos duros como se quisesse arrancá-los.— Toma, sua vadia sagrada… toma esse pau bem fundo… olha como seus peitos balançam… tão grandes… tão safados… aperta mais essa boceta… ordenha o pau do seu padre… isso… assim… rebola esse cu arrombado enquanto cavalga…Clara inclinou o corpo para frente, apoiand
Padre Lucas começou a alternar como um animal no cio: três, quatro estocadas brutais na boceta, depois puxava e enfiava tudo no cu, depois voltava para a boceta, fodendo os dois buracos sem parar, sem piedade. O som era um caos molhado e obsceno: ploc-ploc-ploc no cu, plap-plap-plap na boceta, os tapas na bunda vermelha, os gemidos altos dela.— Isso… toma na boceta… agora toma no cu… agora de novo na boceta… você vai vazar porra de padre a noite toda, sua vadia. Os dois buracos cheios da minha porra quente… vai escorrer pelo hábito quando você voltar pro convento… todo mundo vai sentir o cheiro de puta de padre em você.Clara delirava, o corpo tremendo sem controle, orgasmo atrás de orgasmo.— Sim… alterna… fode meus dois buracos… me usa como uma puta barata… enche os dois… me engravida pelo cu… aaaahhh… eu quero sua porra nos dois… por favor… me enche…Ele segurava o cabelo dela como rédea, metendo selvagem, alternando os buracos cada vez mais rápido. O suor escorria pelo corpo dele







