Home / Romance / Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches / A Escrava do CEO - Capítulo 2

Share

A Escrava do CEO - Capítulo 2

last update Last Updated: 2026-01-08 00:45:11

Mas o dedo não desceu.

Em vez disso, desviou, pairando por um instante, antes de pressionar com decisão o botão no topo do painel. O número 10 acendeu-se em um vermelho solene.

Um clique quase inaudível, e o elevador, que já começava a desacelerar para a parada programada no sétimo andar, retomou sua subida suave e implacável. A mudança de direção foi tão sutil quanto aterradora. Lara sentiu a leve pressão nos ouvidos, a sensação de estar sendo levada para um lugar para o qual não tinha comprado passagem.

Ela olhou para o homem, seus olhos agora wide abertos, uma pergunta silenciosa e alarmada congelada em seus lábios.

Ele se virou novamente para encará-la, e desta vez havia um traço de algo naquele olhar de tempestade, uma centelha de interesse, ou talvez apenas a frieza de um cientista que decidiu mudar o curso do seu experimento.

- O sétimo andar pode esperar - disse ele, a voz ainda baixa, mas agora com uma nuance que soava quase como um desafio. - Vamos fazer um tour. O décimo andar tem... uma perspectiva única.

O coração de Lara deu um salto violento contra as costelas. O décimo andar. A administração. Os diretores. O sanctum sanctorum da empresa. O lugar onde estagiários e funcionários juniores como ela não iam, a menos que fossem convocados para uma demissão ou uma repreensão severa. Um "tour"? Por que? Quem era este homem para decidir o seu destino no primeiro dia, nos primeiros cinco minutos?

- Senhor, eu... eu devia me reportar ao senhor Almeida no sétimo andar - ela tentou, a voz fraca, quase um sussurro. A profissionalidade era sua única âncora naquela situação surreal.

- Almeida reporta-se a mim, direta ou indiretamente - a resposta foi imediata e cortante como uma lâmina. - E eu sou Calleb. Calleb de Assis. E acredito que uma visão do todo, antes de se perder nos detalhes do seu departamento, pode ser... instrutiva.

Calleb de Assis. O nome ecoou na mente de Lara como um trovão. O Diretor de Estratégia e Inovações. O braço direito do CEO. O wunderkind de trinta e poucos anos que, segundo os boatos que ela devorara na noite anterior, era tão genial quanto impiedoso. Ele não era apenas um executivo; era uma lenda-uma lenda que se dizia ser capaz de destruir carreiras com um aceno de cabeça. E ela estava presa num elevador com ele, sendo sequestrada para o andar dos deuses.

- Compreendo - foi tudo que conseguiu dizer, os joelhos fracos.

O resto da curta viagem até o décimo andar passou em um silêncio opressivo. Lara sentiu cada segundo como se fosse uma hora, consciente de cada movimento de sua respiração, do latejar dos seus pés dentro dos sapatos novos, do olhar de Calleb que agora parecia estudar o perfil dela, analisando suas reações. Ele não tentou fazer conversa fiada. Não perguntou de onde ela vinha, ou o que achava da empresa. Apenas observou, deixando o peso do seu cargo e daquela situação bizarra fazerem o trabalho por ele.

Quando as portas se abriram com um silvo suave, foi como se um véu fosse puxado.

O sétimo andar, pelo que ela tinha visto durante a entrevista, era aberto, colorido, com paredes de vidro, mesas compartilhadas e o zumbido constante da colaboração. Era um espaço moderno, projetado para inspirar criatividade e trabalho em equipe.

O décimo andar era outro mundo.

Era o silêncio que primeiro a atingiu. Um silêncio profundo, reverente, amortecido por um carpete espesso de um azul-marinho tão escuro que quase parecia preto. As luzes eram indiretas, lançando um brilho quente e dourado sobre painéis de madeira escura que revestiam as paredes. Não havia cubículos abertos. Apenas portas fechadas de madeira maciça, cada uma com uma placa discreta de latão polido. O ar cheirava a veludo e a café caro. Era a antítese do burburinho criativo de baixo. Aqui era onde as ideias eram aprovadas ou enterradas, onde os números eram analisados e os destinos, decididos.

Calleb saiu do elevador com uma posse que era evidente em cada movimento. Ele pertencia àquele lugar. Cada fibra daquele carpete, cada grão daquela madeira, reconhecia-o como seu senhor. Ele deu dois passos e parou, virando-se para Lara, que hesitava na entrada da cabina, como se o limiar fosse uma barreira física.

- Venha - ele ordenou, não com aspereza, mas com uma expectativa inquestionável.

Ela obedeceu, seus passos silenciados pelo carpete generoso. A sensação era de estar pisando em solo sagrado.

- Este é o coração da Mirage - disse Calleb, começando a caminhar com passos largos e calmos pelo corredor amplo. Ele não apontava para nada específico, mas sua mão gesticulava levemente, abarcando o ambiente. - Aqui, o barulho dos andares de baixo se transforma em sinal. Aqui, tomamos as decisões que mantêm o navio navegando na direção certa. Ou que o redirecionam, quando necessário.

Parou em frente a uma grande obra abstrata na parede. Era uma explosão de cores escuras, vinho, azul-marinho, preto, com um único filete de dourado cortando a trama caótica.

- Gosta de arte? - perguntou, sem olhar para ela.

- Depende da arte - respondeu Lara, surpresa com a própria ousadia. A resposta saiu antes que seu filtro de autocensura pudesse agir.

Um quase-sorriso tocou os lábios de Calleb, tão rápido que ela se perguntou se não tinha imaginado.

- Uma resposta honesta. Raro. A maioria diria 'sim' ou 'não', tentando adivinhar a resposta que eu quero ouvir. Esta - ele indicou a pintura com um movimento de queixo - chama-se 'Mercado Emergente'. Caótica, imprevisível, mas com uma linha de lucro. Ou de esperança. Depende do seu humor no dia.

Continue to read this book for free
Scan code to download App

Latest chapter

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Fome de Porra em Grupo - Capítulo 5

    Eles colapsaram no chão frio e pegajoso do apartamento de Laura, os corpos suados e entrelaçados caindo em um emaranhado exausto de membros flácidos e peles marcadas, o piso de madeira rangendo sob o peso coletivo como se protestasse contra o abuso que acabara de presenciar, agora coberto por uma camada viscosa de sêmen, sucos e suor que formava poças irregulares e brilhantes sob a luz fraca das velas de baunilha quase apagadas.O ar úmido e opressivo do lugar estava saturado com o cheiro cru e inconfundível de sexo coletivo — um coquetel terroso de porra salgada misturada a sucos doces e musgados, suor masculino acre e o fedor residual de óleo improvisado, criando uma névoa densa que grudava nas narinas e na pele, como se o apartamento inteiro tivesse sido transformado em um antro de luxúria degradante, as paredes brancas vazias ecoando os resquícios dos gritos e grunhidos que ainda pairavam no silêncio pós-orgasmo. Laura, no centro do caos, jazia de costas, o corpo atlético tremend

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Fome de Porra em Grupo - Capítulo 4

    Laura foi virada no sofá bagunçado com uma brusquidão que a fez gemer de antecipação, Marcos, Pedro e Thiago manuseando seu corpo suado e trêmulo como uma peça de carne consensual em um ritual de luxúria coletiva, posicionando-a de bruços sobre os lençóis encharcados de sucos, sêmen e saliva, o cheiro terroso e salgado de fluidos corporais preenchendo o ar úmido do apartamento como uma névoa densa e inebriante. Sua bunda empinada alto, nádegas carnudas separadas expondo o cu rosado e piscante, latejando de tesão, e a buceta depilada inchada vazando sucos quentes que escorriam pelas coxas internas, misturando-se ao sêmen residual da boca que ainda gotejava do queixo, pingando nos seios firmes e nos mamilos duros como pedras rosadas. Pedro ajoelhou-se atrás dela, pegando uma loção corporal do chão como óleo improvisado, derramando o líquido viscoso e frio diretamente no cu esticado, espalhando com os dedos grossos e calejados, enfiando dois para lubrificar as paredes internas quentes

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Fome de Porra em Grupo - Capítulo 3

    Laura foi posicionada de joelhos no centro do sofá, as pernas tremendo de expectativa, a bunda empinada ligeiramente para trás, expondo a buceta depilada ainda pingando sucos quentes que escorriam pelas coxas internas, deixando trilhas pegajosas na pele morena, o cu piscante latejando com a memória dos toques preliminares. Os três homens, Marcos, Pedro e Thiago, estavam despidos agora, corpos nus e suados brilhando sob a luz fraca das velas de baunilha, paus duros e venosos latejando no ar úmido como armas prontas para o assalto, veias proeminentes pulsando com sangue quente, cabeças inchadas e vermelhas brilhando com pré-gozo que gotejava devagar, pingando no piso de madeira em gotas transparentes e pegajosas.Marcos posicionou-se na frente dela, o pau grosso apontando para os lábios inchados dela, enquanto Pedro e Thiago ficavam ao lado, masturbando-se devagar, mãos envolvendo os membros venosos, pré-gozo lubrificando os movimentos, gemidos baixos escapando dos lábios deles ao obse

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Fome de Porra em Grupo - Capítulo 2

    Laura, o coração martelando no peito suado, caminhou até a porta com as pernas trêmulas, vestindo apenas a camiseta velha e desbotada que mal cobria as coxas, expondo as curvas da bunda empinada e a buceta depilada já pingando sucos quentes que escorriam pelas pernas internas, deixando trilhas pegajosas na pele morena, o clitóris inchado latejando com cada passo, ansiando pelo toque de paus estranhos. "Porra, eles chegaram, três machos prontos pra me encher como uma vadia gulosa", pensou ela, mordendo o lábio, sentindo mais sucos vazarem, pingando no piso de madeira fria, o cheiro de excitação feminina preenchendo o corredor como um perfume inebriante e sujo.Ela abriu a porta com um puxão rápido, o ar frio da noite chuvosa invadindo o apartamento, arrepiando os mamilos duros sob a camiseta fina, e lá estavam eles: Marcos entrou primeiro, musculoso com camisa apertada que destacava o peito largo e braços definidos, o cheiro de colônia barata e suor masculino emanando dele como um fero

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Fome de Porra em Grupo - Capítulo 1

    Laura era uma designer gráfica freelance que passava dias inteiros curvada sobre o laptop, criando logos e banners para clientes distantes, mas à noite, seu corpo atlético e curvas definidas — seios médios firmes que balançavam com uma promessa de prazer, bunda empinada e musculosa de horas de corrida, e uma tatuagem de serpente na coxa esquerda que simbolizava sua rebeldia sexual, enrolando-se como um lembrete de desejos não saciados — transformavam-se em uma prisão de fome carnal.Naquela noite chuvosa, por volta das dez horas, o som da água batendo nas janelas embaçadas criava um ritmo constante e hipnótico, como um tambor distante chamando por algo primal, enquanto ela rolava no sofá vestindo apenas uma camiseta velha e desbotada que subia pelas coxas, sem calcinha por baixo, a buceta depilada latejando de fome após semanas sem transar, os matches online virando uma obsessão suja que a consumia como um vício.Laura se contorceu no sofá puído, as pernas abertas ligeiramente, sentin

  • Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches   Banquete de Buceta na Madrugada - Capítulo 5

    Eles caíram exaustos na cama rangente e puída do motel, os corpos entrelaçados em um emaranhado suado e pegajoso, o colchão afundando sob o peso combinado como se protestasse contra a intensidade da foda que acabara de testemunhar. Rafael rolou para o lado, ofegante, o peito largo subindo e descendo em respirações pesadas, suor escorrendo pela pele definida dos braços e abdômen, misturando-se ao sêmen residual que ainda brilhava no pau semi-ereto dele, agora amolecendo contra a coxa, veias latejantes relaxando após o clímax explosivo. Sofia colapsou de bruços ao lado dele, as nádegas vermelhas e marcadas por tapas tremendo ligeiramente com os resquícios dos orgasmos, o cu latejando dolorido e esticado, vazando sêmen quente em fios grossos e pegajosos que escorriam pelas nádegas carnudas e coxas internas, misturando-se aos sucos da buceta que ainda pingavam da fenda inchada e sensível, formando uma poça viscosa nos lençóis amarelados e já saturados de fluidos. O quarto fedorento — um c

More Chapters
Explore and read good novels for free
Free access to a vast number of good novels on GoodNovel app. Download the books you like and read anywhere & anytime.
Read books for free on the app
SCAN CODE TO READ ON APP
DMCA.com Protection Status