MasukEle continuou a andar. Lara seguia, uma sombra silenciosa, absorvendo cada palavra, cada nuance. Ele não estava apenas mostrando o andar; estava dando uma aula sobre poder, sobre percepção.
- Os andares de baixo - continuou ele, sua voz soando clara no silêncio - são fundamentais. Eles são as mãos que constroem, as vozes que vendem, as mentes que criam. Mas é fácil perder a perspectiva quando se está imerso no fazer. Ficar preso no 'como' e esquecer o 'porquê'. O sétimo andar preocupa-se com a próxima campanha. O décimo preocupa-se com o próximo ano. Os próximos cinco.
Pararam em frente a uma parede de vidro fumê que dava para uma sala de reuniões vazia. Uma mesa de cristal comprida, rodeada por cadeiras de couro preto. Uma tela que ocupava uma parede inteira.
- Esta é a sala onde sonhamos com o futuro. E onde matamos ideias. - Seu olhar era frio ao percorrer a sala vazia. - É mais importante saber o que não fazer, do que se encher de entusiasmo por projetos fadados ao fracasso. Sentimento é um luxo que não nos podemos dar com frequência. Dados. Estratégia. Lucro. Essa é a trindade.
Lara sentiu um frio percorrer sua espinha. Era um discurso brutal, mas incrivelmente claro. Ele estava lhe mostrando as regras do jogo, as regras reais, não as que estavam escritas no manual do funcionário.
- Por que está me mostrando tudo isso? - a pergunta escapou de seus lábios antes que ela pudesse contê-la. Ela imediatamente cerrou os maxilares, esperando uma reprimenda.
Calleb virou-se lentamente para encará-la. Pela primeira vez, seu olhar pareceu realmente focar nela, não como um espécime, mas como uma pessoa.
- Porque o potencial, quando cru, é uma coisa interessante. Pode ser moldado. Pode ser direcionado. Ou pode ser desperdiçado. - Ele deu um passo em sua direção. A proximidade era esmagadora. Lara podia ver os fios prateados em seus templos, a textura perfeita de sua camisa branca. - Você chegou atrasada. Estava desarrumada. Parecia uma filhote perdida. Mas seus olhos... seus olhos não pediam desculpas. Eles estavam absorvendo tudo. Avaliando. A sua resposta sobre a arte não foi treinada. Foi genuína. No mundo corporativo, a genuinidade é um bem raro e perigoso. Pode levar ao fracasso. Ou ao topo.
Ele fez uma pausa, deixando as palavras pairaram no ar carregado.
- Estou a fazer um investimento. Dez minutos do meu tempo para, talvez, ver se vale a pena manter um olho no seu desenvolvimento. Para ver se você entende que este lugar - ele fez um gesto amplo com a mão - não é sobre fazer o seu trabalho. É sobre entender o jogo.
Lara sentiu-se tonta. A situação era absurda. Um executivo de alto nível, no seu primeiro dia, a levara para uma tour privada pelo andar executivo para dar uma palestra sobre poder e potencial. Era um teste? Uma provocação? Uma demonstração de poder puro e simples?
- E... e o que o senhor vê? - ela ousou perguntar, a voz um fio de som.
Calleb a observou por um longo momento, seu rosto uma máscara impenetrável.
- Ainda não decidi. - A resposta foi fria, mas honesta. - A semente está plantada. Agora, vamos ver se você a rega com ambição e inteligência, ou se a afoga em medo e obediência cega.
Ele deu meia-volta e começou a caminhar de volta em direção ao elevador. A audiência havia terminado. Lara, atordoada, seguiu-o. O passeio pelo corredor de volta pareceu muito mais curto.
Ele pressionou o botão para chamar o elevador. As portas se abriram imediatamente, como se estivessem à sua espera.
- O sétimo andar, creio eu - disse Calleb, fazendo um gesto para que ela entrasse.
Lara entrou na cabina, seu corpo inteiro vibrando com a intensidade da experiência. As portas começaram a se fechar. Através da fenda que diminuía, ela viu Calleb de Assis, de pé, imóvel, as mãos nos bolsos do paletó, os olhos de tempestade fixos nela.
- Boa sorte, Lara - disse ele, um instante antes das portas se selarem completamente.
E então, ele se virou e desapareceu de sua vista, voltando para o seu reino de silêncio e poder.
O elevador desceu em um vácuo de som. Lara encostou-se na parede, as pernas tremendo incontrolavelmente. Ela olhou para seu reflexo borrado no aço polido da porta. O vestido ainda estava enrugado. O cabelo, ainda um pouco despenteado. Mas algo em seus olhos havia mudado. O pânico inicial tinha sido substituído por uma centelha de outra coisa, uma compreensão aguçada, um foco frio. Ele tinha razão. Era um jogo. E ele, involuntária ou deliberadamente, tinha acabado de lhe mostrar o tabuleiro.
O elevador parou suavemente. Um ding suave anunciou a chegada ao sétimo andar. As portas se abriram, revelando o mundo barulhento, colorido e familiar do Marketing. Lara endireitou os ombros. Tomou uma respiração profunda. O ar aqui era diferente, mais leve, menos carregado.
Ela deu um passo para fora, seus saltos ecoando no piso de concreto polido. O atraso, o constrangimento, a ansiedade do primeiro dia, tudo isso parecia pequeno, distante, quase trivial. Ela tinha estado no décimo andar. Tinha olhado nos olhos do leão. E, por mais aterradora que a experiência tivesse sido, uma parte minúscula, mas incipiente, de si mesma sentia-se... viva.
Caminhou em direção à recepção, um sorriso profissional, um tanto quanto frágil, mas presente, estampado no rosto.
Ele não respondeu com palavras. Puxou a cueca para baixo e o pau saltou para fora, pesado, balançando. Era grande mesmo — uns 20 centímetros de comprimento, grosso como o pulso dela, veias saltadas percorrendo toda a extensão, a cabeça vermelha e inchada, brilhando com o líquido transparente que escorria da fenda. As bolas eram pesadas, cheias, cobertas por pelos escuros bem aparados.Clara soltou um gemido longo e agudo ao ver.— Meu Deus do céu… que pau maravilhoso… tão grosso… tão grande… olha essa cabeça inchada, parece que vai explodir. E esse cheiro… cheiro de macho, de porra acumulada. Padre Lucas… eu quero chupar. Posso?Ele segurou o pau pela b
A igreja matriz de Santa Luzia estava mergulhada no silêncio pesado das 22h. O calor úmido de Minas Gerais não dava trégua, mesmo à noite. O ar dentro do templo parecia denso, carregado de incenso velho, cera derretida e o cheiro sutil de suor humano que se acumulava nas madeiras antigas. Apenas o crepitar das velas votivas tremulando nos candelabros laterais quebrava a quietude, junto com o ronco distante de um trovão que anunciava chuva forte sobre as montanhas.Irmã Clara ajoelhou-se devagar no confessionário, o banco de madeira rangendo sob seus joelhos. O hábito negro, feito de tecido grosso, colava-se ao corpo dela como uma segunda pele por causa do suor. Os seios pesados, normalmente escondidos sob camadas de roupa, pressionavam o tecido úmido, marcando os mamilos endurecidos pelo tesão que já a consumia há horas. Entre as pernas, a boceta depilada latejava, molhada demais, o mel escorrendo pela coxa interna e sendo absorvido pelo hábito. Ela respirou fundo, sentindo o cheiro d
Uma semana depois, o 28º andar estava silencioso mais uma vez. O expediente havia terminado há quase duas horas. A maioria das luzes estava apagada, restando apenas o brilho amarelado das luminárias da sala principal de Albert. Cleia já sabia o que significava quando ele mandava uma mensagem curta às 19h47: “Venha à minha sala. Agora.”Ela entrou sem bater, o coração acelerado, a boceta já começando a latejar de expectativa. Albert estava sentado atrás da mesa de mogno, o terno ainda impecável, mas a gravata afrouxada e o primeiro botão da camisa aberto. Aos 48 anos, ele parecia ainda mais imponente naquela penumbra, os olhos escuros fixos nela como se já estivesse imaginando todas as formas de usá-la.— Fecha a porta — ordenou ele, a voz rouca e baixa.Cleia obedeceu, girando a chave com dedos trêmulos. O clique soou definitivo.Albert se levantou devagar, caminhando até o centro da sala. Parou a poucos passos dela, olhando-a de cima a baixo. Cleia usava uma blusa social branca justa
Ele enfiou os três dedos até o fundo e os deixou lá, pressionando o ponto sensível enquanto o polegar vibrava no clitóris. Cleia gozou ali mesmo, na mesa de jantar, com três investidores sentados a menos de um metro dela. O orgasmo foi silencioso, mas violento: a boceta contraiu-se forte ao redor dos dedos dele, jorrando um pouco de mel quente que escorreu pela mão de Albert e molhou a coxa dela.Ela apertou os lábios com força, fingindo tossir novamente, o corpo inteiro tremendo sutilmente.Albert retirou os dedos devagar, limpando-os discretamente no guardanapo de linho antes de continuar a conversa como se nada tivesse acontecido.— Como eu dizia, o contrato está praticamente fechado. Só depende da assinatura de vocês.O jantar se arrastou por mais quarenta minutos. Cleia passou o resto do tempo com as coxas apertadas, a boceta sensível e latejante, o vestido
Albert havia escolhido o restaurante com cuidado: um dos mais exclusivos da cidade, no último andar de um hotel cinco estrelas, com vista panorâmica para a cidade iluminada. Mesas afastadas, iluminação baixa e um ambiente discreto o suficiente para homens poderosos fazerem negócios… ou outras coisas.Cleia estava nervosa desde que ele lhe enviara a mensagem à tarde: “Vista o vestido preto curto que comprei para você. Sem sutiã. Sem calcinha. Cabelo solto. Chegue às 19h30 em ponto na minha cobertura.”Agora, sentada ao lado dele na mesa redonda com quatro investidores importantes, ela sentia o ar-condicionado gelado roçando diretamente nos mamilos duros sob o tecido fino do vestido. O vestido preto era curto demais — mal chegava ao meio das coxas grossas —, com um decote generoso em V que descia até quase o umbigo, deixando os seios pesados e firmes quase expostos. Cada movimento fazia o tecido escorregar perigosamente sobre os mamilos rosados.Albert, aos 48 anos, estava impecável no
Ele se levantou, abrindo o cinto e o zíper da calça com calma. Tirou o pau grosso, veioso e bem maior do que ela imaginava. A cabeça rosada brilhava com pré-gozo, as veias saltadas marcando o comprimento longo e grosso.— Olha o que você fez com o pau do seu chefe. Olha como ele está duro por causa dessa bocetinha de 24 anos.Cleia encarou o pau dele, os olhos arregalados. Era maior e mais grosso do que qualquer coisa que ela já tinha visto.— É tão grande… senhor…— E vai entrar todo em você. Agora abre bem essas pernas.Albert segurou as coxas grossas dela, abrindo-as ao máximo. Posicionou a cabeça grossa do pau na entrada da boceta encharcada e empurrou devagar, centímetro por centímetro. Cleia sentiu a carne sendo esticada, o pau dele abrindo caminho dentro dela como nunca antes.— Ahhh… está me abrindo… está muito grosso…— Isso mesmo. Sente o pau de um homem de verdade. Não daqueles garotos que você fodeu antes. Esse pau aqui sa
Jéssica Clare empurrou a porta pesada do bar com o ombro, o ar condicionado gelado batendo de imediato contra a pele quente e suada do dia infernal que tivera. Eram quase vinte e duas horas, o centro de São Paulo ainda pulsava com o barulho de buzinas distantes e o cheiro de asfalto quente misturad
O apartamento de Carla, no coração pulsante do centro de São Paulo, era um oásis de luxo moderno em meio ao caos urbano, paredes brancas imaculadas, móveis minimalistas de design escandinavo e uma vista panorâmica das luzes neon que piscavam como olhos famintos na noite. Mas naquela madrugada, por
- Isto é... muito detalhado - ela disse, finalmente, erguendo os olhos para encontrar o olhar dele.- O caos é o inimigo do controle, Lara. E o controle é tudo. Estabelecer limites claros não é para me limitar, é para libertá-la. Dentro destes parâmetros, você sabe exatamente o que é esperado. O qu
Era sobre submissão absoluta. Era sobre quebrar seu orgulho, sua noção de si mesma como uma profissional igual, sua ilusão de que alguma dignidade intocável poderia ser preservada naquele jogo. Era um ritual de iniciação arcaico e cruel para o mundo sombrio que ele habitava, um mundo onde os código







