Se connecterQuarenta minutos depois, a campainha tocou duas vezes, impaciente.Letícia ainda estava com o coração acelerado. Tinha trocado de roupa e agora vestia apenas uma calcinha fio-dental preta minúscula que mal cobria os lábios grossos da buceta. Os peitos pesados e naturais balançavam livres, mamilos escuros já duros de expectativa. O apartamento ainda cheirava a caixa de mudança e ao perfume dela, mas logo seria invadido por outro cheiro bem mais bruto.Ela abriu a porta. Pedro entrou sem esperar convite, sem dizer boa-noite, sem cerimônia nenhuma. Na mão direita trazia uma garrafa de uísque pela metade. Na calça de moletom cinza que tinha trocado, o pau marcava uma barra grossa e óbvia, a cabeça inchada empurrando o tecido como se quisesse rasgar. Ele fechou a porta com o pé e trancou.— Tô casado, mas minha mulher não chupa pau como eu quero — disse ele direto, voz rouca, olhando descaradamente para os peitos dela. — Ela faz cara de nojo quando eu quero enfiar até o fundo da garganta.
Letícia tinha acabado de se mudar para o 12B. Aos vinte e seis anos, ela carregava aquele tipo de corpo que fazia os homens perderem o fio da meada: malhava quatro vezes por semana, mas não abria mão de uma boa feijoada ou de um brigadeiro de colher. O resultado era uma carne firme, macia e cheia de curvas. Os peitos eram grandes, pesados, naturais, daqueles que balançavam livremente debaixo da camiseta fina de algodão branco que ela usava agora, sem sutiã. Os mamilos escuros marcavam o tecido como dois botões pedindo para serem chupados. A bunda era redonda, empinada, o tipo de rabo que fazia qualquer homem virar o pescoço e imaginar como seria meter a cara ali e lamber até ela implorar.Eram nove e dez da noite. O elevador parou no décimo segundo andar com um leve ding. Letícia entrou arrastando uma caixa pequena de mudança que ainda não tinha desfeito. O cheiro dela invadiu o espaço imediatamente: suor limpo misturado com perfume doce e algo mais primal, o cheiro natural de uma mul
Tudo culminava agora, como um vulcão prestes a explodir, após semanas de luxúria suja e proibida que transformaram Anya em uma mulher irreconhecível. Seu casamento com Pedro era uma casca vazia, uma rotina morta que ela mal suportava, especialmente depois do ménage com Carla, onde corpos se entrelaçaram em uma orgia de fluidos e gemidos que a deixaram viciada em mais. Atlas, o catalisador de tudo, havia sugerido o ápice: invadir a casa dela enquanto Pedro viajava a trabalho. “Vou te foder na cama do seu marido, encher cada canto dessa casa de porra, sua traidora”, ele havia sussurrado por telefone, a voz rouca fazendo a buceta dela latejar só de ouvir. Anya, tomada por um tesão incontrolável, aceitara, mentindo para Pedro com um beijo de despedida no aeroporto: “Volte logo, amor. Vou sentir saudades.” Ele sorriu, alheio, enquanto ela planejava a noite mais selvagem de sua vida. Sozinha em casa, uma casa suburbana comum com cozinha impecável e quarto de casal arrumado, Anya se preparou
A obsessão de Anya por Atlas havia atingido um ponto sem volta, um vórtice de desejo que consumia cada pensamento seu, deixando-a molhada e ansiosa mesmo nas horas mais mundanas. Após os jogos perigosos no apartamento dele, com algemas e vibradores que a deixaram dolorida e saciada por dias, Atlas não parava de empurrar os limites. “Quero algo mais selvagem, gata. Minha amiga Carla é uma morena peituda que adora dividir. Que tal um ménage? Você, eu e ela – te fodendo até você esquecer seu nome”, ele havia mandado por mensagem, anexando uma foto de Carla: curvas voluptuosas, seios grandes e um sorriso safado que prometia caos. Anya, lendo aquilo enquanto Pedro assistia TV no sofá, sentiu um arrepio subir pela espinha, a buceta latejando instantaneamente. Ela nunca havia experimentado algo assim – outra mulher, corpos se entrelaçando em uma orgia suja. Mas o tesão venceu o medo; “Sim, vamos. Me diz quando e onde”, respondeu ela, os dedos tremendo no teclado. Pedro, como sempre alheio, n
A aventura entre Anya e Atlas havia escalado para territórios proibidos, onde o tesão se misturava ao perigo de forma irresistível. Após a noite selvagem no motel, as mensagens trocadas entre eles ficavam cada vez mais sujas e ousadas – promessas de dor prazerosa, de submissão total, de brinquedos que fariam Anya implorar por misericórdia. “Vem pra minha casa amanhã. Vou te mostrar o que é ser uma puta de verdade”, Atlas havia texto, anexando uma foto do pau ereto, grosso e pronto, com algemas penduradas ao fundo. Anya, lendo aquilo no banheiro enquanto Pedro roncava na cama, sentiu a buceta latejar instantaneamente. Ela se tocou ali mesmo, dedos enfiados fundo, imaginando o que viria, gozando rápido e silencioso, o risco de ser pega só aumentando o fogo. Pedro, o marido previsível e sem graça, nem sonhava que sua esposa estava mergulhando em um abismo de luxúria suja, traindo-o não só com o corpo, mas com a alma inteira. No dia seguinte, Anya inventou outra mentira – uma “noite com a
Anya olhava para o relógio na cozinha enquanto Pedro, seu marido, comia distraidamente uma fatia de pizza fria, os olhos vidrados na tela do celular. Ele mal havia notado a maquiagem dela, o vestido justo que realçava suas curvas ou o perfume forte que usara para disfarçar o cheiro de excitação que já emanava de seu corpo. “Reunião de trabalho à noite? De novo?”, ele murmurou sem erguer os olhos, mais por hábito do que por suspeita. Anya sorriu por dentro, o coração acelerado com a mentira saindo fácil dos lábios.— É, amor. O chefe marcou uma conferência de última hora com os investidores. Pode demorar — ela disse, beijando-o de leve na testa, sentindo nojo de si mesma por um segundo, mas o tesão por Atlas apagava qualquer culpa. Pedro grunhiu um “tá bom” e voltou para o celular, alheio ao fato de que sua esposa estava prestes a ser fodida como uma puta em um motel barato. Anya saiu do apartamento, as pernas trêmulas de antecipação, o vento noturno roçando sua pele como um prelúdio a
A cama era um mar de tormenta. Kethlen se revirava entre os lençóis de algodão, o corpo em um estado de agitação insuportável. Cada nervo parecia exposto, cada centímetro de sua pele sussurrando o nome dele. O toque fantasma de sua mão na sua cintura, o calor de seu corpo envolvendo-a na cozinha, o
Um ano é um ciclo completo no mundo corporativo. É tempo suficiente para um plano estratégico dar seus primeiros frutos ou murchar na videira. É tempo de uma promoção, de uma demissão, de realinhamentos silenciosos de poder nos corredores. Para Lara Silva, um ano foi o tempo necessário para aprende
O prédio comercial na Avenida Paulista ficava quase fantasmagórico depois das oito da noite. Os corredores largos, que durante o dia ecoavam com saltos apressados e conversas de celular, agora estavam silenciosos, iluminados apenas por lâmpadas fluorescentes de emergência que davam um tom azulado e
O carro de Kethlen parou com um rangido suave diante do portão de ferro já conhecido, aquele que demarcava a fronteira entre o mundo real e o santuário de suas memórias. A casa da avó, um casarão do século passado que teimava em resistir ao tempo, erguia-se imponente no fim do caminho de terra bati







