LOGINA sala ainda cheirava a sexo. O sofá estava molhado com a mistura de porra e gozo de Rebecca. Ela continuava de quatro, ofegante, sentindo o sêmen grosso do primo escorrer devagar pela parte interna das coxas. Ronald, ainda com o pau meio duro brilhando de fluidos, olhava para ela com um sorriso predatório.— Levanta, prima. A noite mal começou e eu ainda não terminei de te usar.Rebecca virou o rosto, os cabelos bagunçados caindo sobre os olhos. Um sorriso safado se abriu nos lábios inchados de tanto chupar.— Então vem me foder mais, primo. Eu quero sentir esse pau grosso dentro de mim a noite toda.Ronald a puxou pelos cabelos, levantando-a sem esforço. Beijou-a com força, enfiando a língua na boca dela enquanto apertava a bunda redonda com as duas mãos. O pau dele, ainda sujo da primeira foda, roçava contra a barriga macia de Rebecca.— Vamos pra cozinha. Quero te comer em cima da mesa onde a família toma café amanhã.Eles caminharam nus pela casa escura, iluminados apenas pela lu
Ronald avançou como um predador, agarrando a nuca dela com uma mão enquanto a outra descia direto para a bunda. Ele a puxou com força, colando os corpos. A boca dele tomou a dela num beijo faminto, língua invadindo sem pedir licença. Rebecca gemeu contra os lábios dele, as mãos já trabalhando no cinto de Ronald.— Porra… você tá louca pra levar pau, né? — rosnou ele entre beijos, mordendo o lábio inferior dela.Ele rasgou a blusinha cropped com um puxão forte. O tecido fino cedeu facilmente, expondo os seios grandes e redondos de Rebecca. Os mamilos escuros estavam duros como pedrinhas. Ronald abaixou a cabeça imediatamente, mamando um deles com fome, sugando forte enquanto a língua rodeava o bico. A outra mão apertava o seio livre, dedos afundando na carne macia.— Ahhh… Ronald… — gemeu ela, jogando a cabeça para trás.Enquanto chupava os peitos, ele enfiou a mão dentro do shortinho jeans. Os dedos grossos encontraram a buceta dela já encharcada, sem calcinha. Dois dedos deslizaram f
O calor úmido do verão mineiro abraçava a chácara da família como um amante insistente. Era o primeiro dia de Carnaval e a propriedade grande, com piscina enorme, varanda ampla e jardins bem cuidados, estava lotada de risadas, música alta e o cheiro de churrasco misturado com cerveja gelada. Tios, tias, primos e sobrinhos circulavam por todos os lados, uns já fantasiados, outros ainda de roupa normal, todos ansiosos para cair no bloco da cidade à noite.Rebecca desceu do carro com aquela naturalidade que só quem sabe o próprio poder tem. Aos 25 anos, ela era o tipo de mulher que fazia cabeças virarem sem esforço. O shortinho jeans rasgado mal cobria a metade inferior da bunda redonda e empinada, deixando à mostra as coxas grossas e macias. A blusinha cropped branca, fina como papel, colava no corpo por causa do suor e deixava os mamilos escuros marcando claramente contra o tecido. Os cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros, e os olhos verdes brilhavam com uma mistura de inocênc
Ravenna estava completamente destruída de tesão. Seu corpo brilhava de suor, as cordas haviam deixado marcas vermelhas nos pulsos e tornozelos, a bunda estava roxa e inchada dos inúmeros tapas e golpes do paddle, e o cu — agora claramente dilatado — piscava devagar, melado de lubrificante, porra e fluidos. Ela respirava com dificuldade, deitada de costas, pernas ainda tremendo após o longo e brutal fisting do capítulo anterior. Seus olhos estavam semicerrados, vidrados de prazer, e um sorriso fraco e satisfeito brincava em seus lábios inchados.Jodan observava-a com posse pura no olhar. Ele se aproximou devagar, desatando as cordas uma a uma com movimentos precisos. Primeiro os tornozelos, depois os pulsos. Quando ela ficou livre, ele a puxou pelos cabelos com firmeza, mas sem crueldade desnecessária, obrigando-a a se sentar.— Levanta, putinha. Quero você de quatro na frente do espelho grande. Agora.Ravenna obedeceu com pernas trêmulas. Seu corpo doía de forma deliciosa — cada múscu
Jodan soltou as cordas apenas o tempo necessário para reposicionar Ravenna. Ele a virou de costas sobre a cama, os seios pesados balançando com o movimento. Com movimentos precisos e experientes, ele prendeu novamente os pulsos dela nos cantos superiores da cabeceira, esticando os braços bem abertos. Depois, abriu as pernas dela ao máximo, amarrando cada tornozelo nos cantos inferiores da cama. Dois travesseiros grossos foram colocados sob a bunda dela, elevando o quadril e deixando o cu completamente exposto e acessível, como uma oferta obscena.Ravenna estava totalmente vulnerável: pernas abertas em V, boceta inchada e brilhante, cu ainda ligeiramente dilatado do trabalho anterior, pulsando devagar sob a luz vermelha. Seu corpo brilhava de suor, a respiração ofegante, os olhos semicerrados de tesão e expectativa.Jodan pegou o frasco de lubrificante e derramou uma quantidade ainda maior diretamente sobre o cu dela. O gel viscoso escorreu abundantemente, cobrindo o buraco já sensível
Jodan soltou as cordas vermelhas apenas o suficiente para permitir que Ravenna mudasse de posição. Ele a virou com firmeza, colocando-a de quatro sobre o colchão. O rosto dela foi pressionado contra os lençóis úmidos de suor e esguicho, a bochecha direita afundando no tecido macio. A bunda grande e roxa ficou empinada obscenamente para cima, as marcas do paddle ainda latejando em tons de vermelho-escuro e roxo. As cordas nos pulsos e tornozelos foram reajustadas, mantendo-a aberta e vulnerável, mas agora com a coluna arqueada e o cu completamente exposto.Ravenna respirava pesado, o coração martelando no peito. A mistura de medo e tesão fazia seu corpo inteiro tremer. Ela sentia o cu ainda sensível dos dedos que ele havia enfiado antes, mas sabia que aquilo era só o prelúdio.Jodan pegou o grande frasco de lubrificante especial para fisting — grosso, viscoso, quase como gel — e derramou uma quantidade generosa diretamente na fenda da bunda dela. O líquido frio escorreu devagar sobre o
Clare acordou com o calor do corpo de Pedro colado ao seu. Ele dormia profundamente, um dos braços sobre sua cintura, o rosto virado para o seu pescoço, como se buscasse abrigo em seu cheiro. Ela o observou por longos minutos, em silêncio.Ele parecia tão... em paz. Forte e vulnerável ao mesmo temp
O tempo parecia dobrar dentro daquela casa. As horas escorriam pelas paredes com lentidão, e o dia, por mais claro que estivesse, nunca parecia realmente afastar a noite. Tudo ali respirava desejo. Até o silêncio tinha gosto.Na terceira noite, quando Athos apareceu no meu quarto, eu já não fingia
A tempestade caiu com fúria naquela noite, como se o céu decidisse explodir de vez tudo o que vinha represando há dias. Raios cortavam o escuro com uma violência hipnótica, seguidos por trovões que estremeciam as paredes da casa. Do lado de dentro, a luz piscou duas vezes antes de morrer por comple
O vapor do banho escapava pelo vão da porta do banheiro quando Samuel subiu as escadas, cansado depois de um dia inteiro tentando—e falhando em não pensar em Alyssa. O corredor estava silencioso, iluminado apenas pelo abajur fraco no patamar.Foi então que a porta do banheiro se abriu.Alyssa saiu