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Fim de Semana Proibido - Capítulo 4

Penulis: Janne Vellamour
last update Tanggal publikasi: 2025-12-25 13:31:35

Ele a empurrou contra a parede ao lado da porta com um baque surdo, seu corpo sólido imobilizando-a. Suas mãos deixaram seus cabelos e percorreram seus lados, descendo pelas costas, moldando as curvas de seu corpo através do cetim com uma posse voraz. Então, suas mãos encontraram a barra do vestido e ele a puxou para cima, o tecido subindo por suas coxas, expondo sua pele nua ao ar frio do corredor.

Ele parou o beijo, sua respiração ofegante e quente contra seu rosto. Seus olhos baixaram, percorrendo as coxas nuas, a sombra escura entre elas. A surpresa foi evidente em seu rosto. Sua mão desceu, passando levemente sobre a pele lisa e quente de sua virilha.

— Sem calcinha? — a pergunta saiu como um rosnado de pura admiração.

Alis ofegou, seu corpo arqueando involuntariamente contra o toque dele. Um sorriso vitorioso e lascivo tocou seus lábios inchados pelo beijo.

— Eu queria facilitar as coisas.

Ele gemeu baixo, enterrando o rosto no pescoço dela, seus dentes mordiscando a pele sensível.

— Você vai acabar me matando.

— Promete? — ela provocou, sua voz trêmula de desejo.

Ele riu, um som rouco e abafado contra sua pele.

— Que se foda o casamento.

Com um movimento rápido, ele girou-a, abriu a porta do quarto com uma mão e a puxou para dentro com a outra. A porta se fechou atrás deles com um clique final, cortando o mundo exterior. A escuridão do quarto era quebrada apenas pela luz prateada do luar que entrava pela varanda aberta, pintando listras fantasmagóricas no chão e na cama larga.

Alis tropeçou para dentro, rindo, seu corpo leve e ao mesmo tempo pesado de desejo. Ele trancou a porta e então se virou para ela, suas costas contra a madeira. Por um longo momento, eles apenas ficaram parados, ofegantes, se encarando através do quarto semi-escuro. A única coisa que se ouvia era o som do mar e a respiração acelerada de ambos.

A realidade os alcançou como um balde de água fria. Eles estavam sozinhos. Em um quarto. A porta estava trancada. Não havia mais plateia, não havia mais etiqueta, não havia mais desculpas.

Ele a encarou, seu rosto um mistério de sombras e luzes prateadas. Ele respirou fundo, seu peito se expandindo sob a camisa.

— Se eu for até você agora — ele disse, devagar, cada palavra saindo como um aviso solene, — não vai ter volta.

Alis sentiu um frio na espinha, mas não era medo. Era a antecipação do mergulho.

— O que quer dizer? — ela sussurrou, embora soubesse perfeitamente bem.

Ele deu um passo para longe da porta, em sua direção, mas parou no meio do caminho.

— Quer dizer que eu não vou conseguir me contentar com apenas uma noite. Quer dizer que eu vou foder sua cabeça junto com o seu corpo. — Sua voz era crua, carregada de uma verdade que doía. — E você vai pensar em mim em cada maldito banho que tomar, em cada noite que passar sozinha, em cada silêncio que vier. Vou ficar entranhado em você, Alis. Como um vício.

Era uma profecia, não uma ameaça. Uma confissão do poder que ela já exercia sobre ele, e que ele sabia que exerceria sobre ela. Era assustador. Era a coisa mais erótica que alguém já lhe dissera.

Ele estava lhe dando uma última chance. A chance de recuar, de salvar-se da tempestade que ele sabia que seria.

Alis olhou para ele, para aquele homem intenso e complicado parado no meio do quarto, lutando contra seu próprio controle, oferecendo-lhe a verdade mais nua do que qualquer corpo poderia estar.

Ela não queria a saída. Queria a tempestade.

Em vez de responder com palavras, ela agiu. Ergueu as mãos e, com movimentos deliberadamente lentos, pegou a barra do vestido verde e começou a levantá-lo. O tecido deslizou por suas coxas, seus quadris, sua cintura, até que ela pôde puxá-lo por cima da cabeça e deixá-lo cair no chão, em um amontoado de cetim esmeralda. Ficou parada diante dele, nua sob a luz do luar, sua pele pálida brilhando, seus seios firmes, a sombra entre suas pernas um convite mudo.

Ele prendeu a respiração, seus olhos percorrendo seu corpo como um homem morrendo de sede vendo um oásis.

Então, Alis fez a coisa mais ousada de todas. Levantou uma mão e tocou a si mesma. Suas pontas dos dedos deslizaram pela própria pele, sobre a barriga, até encontrar o umedecido triângulo de pelos. Ela abriu os lábios suavemente, seus dedos circulando o clitóris já inchado e sensível. Um gemido baixo escapou de sua garganta.

Ela olhou diretamente para ele, seus olhos escuros e cheios de desafio, de entrega, de pura luxúria.

— Já estou pensando — ela sussurrou, sua voz carregada de uma verdade que ecoava a dele.

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