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Capítulo 71

Autor: Kester
last update Data de publicação: 2026-10-10 08:34:42

Os dois homens conduziram Jessica por um longo corredor de um restaurante luxuoso. O aroma de vinhos caros e carne assada não era suficiente para acalmar as batidas frenéticas de seu coração. Seus saltos ecoavam suavemente contra o piso de mármore a cada passo.

Eles pararam diante de uma porta ornamentada com entalhes dourados, onde se lia Private Room. Um dos homens abriu a porta e fez um gesto para que Jessica entrasse.

Lá dentro, uma iluminação suave iluminava um ambiente elegante, com uma g
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  • Vamos nos Divorciar, Senhor CEO!   Capítulo 72

    Ainda com o rosto pálido, Jessica entrou cambaleando naquela mansão. O fim de tarde estava tranquilo, e o único som que se ouvia era o da televisão na sala de estar. Seu olhar se voltou imediatamente para a jovem sentada despreocupadamente no sofá, assistindo ao seu programa favorito.— Amora... — chamou Jessica baixinho, com a voz trêmula.Ela se aproximou e, sem pensar duas vezes, abraçou a filha com força.— Mamãe, o que aconteceu? — perguntou Amora, confusa, franzindo a testa ao perceber o comportamento estranho da mãe.— Amora... me perdoe, meu amor — murmurou Jessica.Amora se afastou um pouco do abraço e encarou o rosto da mãe, que parecia extremamente aflita.— Por que você está me pedindo perdão? Aconteceu alguma coisa? Você fez algo errado?Jessica soltou um longo suspiro, com os olhos avermelhados.— Tudo o que a mamãe fez... foi por você, meu amor. Espero que consiga entender.— O que você quer dizer com isso, mamãe? Não estou entendendo — perguntou Amora, com um tom preoc

  • Vamos nos Divorciar, Senhor CEO!   Capítulo 71

    Os dois homens conduziram Jessica por um longo corredor de um restaurante luxuoso. O aroma de vinhos caros e carne assada não era suficiente para acalmar as batidas frenéticas de seu coração. Seus saltos ecoavam suavemente contra o piso de mármore a cada passo.Eles pararam diante de uma porta ornamentada com entalhes dourados, onde se lia Private Room. Um dos homens abriu a porta e fez um gesto para que Jessica entrasse.Lá dentro, uma iluminação suave iluminava um ambiente elegante, com uma grande mesa no centro. Atrás de uma poltrona comprida voltada para a janela, estava sentado um homem vestindo uma camisa preta. Seu corpo permanecia oculto pelo encosto alto da cadeira, e apenas o chapéu de estilo cowboy, que cobria parte de sua cabeça, podia ser visto.Jessica engoliu em seco e permaneceu imóvel no meio da sala. Seu olhar estava fixo na figura atrás da cadeira, repleto de apreensão.— Senhor, o alvo está diante do senhor — anunciou um dos seguranças com voz firme.Em seguida, os

  • Vamos nos Divorciar, Senhor CEO!   Capítulo 70

    Os passos apressados de Lucy ecoavam pelo chão de mármore, cada batida carregada de raiva. Ela agarrou o pulso de Amora com força e arrastou a mulher para fora do quarto de Kelly, sem lhe dar a oportunidade de dizer uma palavra.— Lucy, não seja rude com Elisha! — gritou Vicktor, que vinha correndo atrás delas, com a voz grave e aflita.Lucy, porém, não lhe deu ouvidos. Seu olhar estava fixo em uma única pessoa: Elisha, a mulher que, em sua opinião, havia ousado ultrapassar todos os limites.— Lucy, solte meu braço — pediu Amora baixinho, tentando se libertar, mas o aperto de Lucy era forte demais.Assim que chegaram à sala de estar, Lucy empurrou Amora, fazendo-a cair no sofá. Sua respiração estava ofegante, e seu rosto, vermelho de tanta raiva.— Sua vagabunda! — exclamou Lucy com aspereza. — Ah, está sonhando em se tornar a senhora Caldwell, é? — Lucy lançou-lhe um sorriso debochado. — Meu marido pode até amar você, Elisha, mas não vou permitir que uma prostituta como você entre na

  • Vamos nos Divorciar, Senhor CEO!   Capítulo 69

    Kelly já estava internada no hospital havia cinco dias. Os ferimentos em seu corpo começavam a cicatrizar, mas sua memória ainda não havia retornado completamente. Sempre que perguntavam sobre o que havia acontecido antes de ela desmaiar, a menina permanecia em silêncio, olhando para o vazio, como se estivesse procurando os fragmentos de memória que haviam desaparecido de sua mente.Hoje, finalmente, o médico autorizou Kelly a voltar para casa.— No entanto, lembrem-se — advertiu o médico, olhando alternadamente para Vicktor e Elisha. — Não exerçam nenhum tipo de pressão sobre ela. Deixem-na tranquila. A memória voltará por si só, mas, se forçada, a situação pode piorar.Vicktor assentiu devagar.— Entendo, doutor.Elisha acariciou suavemente a cabeça de Kelly.— Ouviu, querida? Você pode ir para casa hoje.Um pequeno sorriso surgiu no rosto de Kelly.— Posso ir para a casa da mamãe? — perguntou ela inocentemente.A pergunta fez o peito de Vicktor apertar de imediato. Ele olhou para A

  • Vamos nos Divorciar, Senhor CEO!   Capítulo 68

    Vicktor olhou para o celular sobre a mesa. Desde que Kelly começara a chorar à procura da “mamãe”, o ambiente no quarto não tinha ficado tranquilo nem por um instante. Lucy ainda estava do lado de fora, andando de um lado para o outro com uma expressão irritada, enquanto Kelly continuava chamando por “mamãe” em meio ao choro.Por fim, respirando fundo e com o coração indeciso, Vicktor abriu os contatos e tocou no nome de Elisha.O telefone chamou algumas vezes antes que a voz suave da mulher atendesse.— Vick? O que aconteceu?— Kelly... ela está procurando por você, El. — A voz de Vicktor soou pesada. — Ela não quer comer, não quer falar e até está rejeitando Lucy. Eu não sei o que fazer.Houve um breve silêncio do outro lado da linha quando Amora ouviu o choro da menina. Então, Amora perguntou baixinho:— Vick, por que a Kelly está chorando?— Porque ela está procurando pela mãe — respondeu Vicktor, abatido. — E a mãe a que ela se refere... é a mulher que ficou com ela ontem à noite

  • Vamos nos Divorciar, Senhor CEO!   Capítulo 67

    A enfermeira entrou com passos leves, trazendo uma bandeja com uma refeição saudável para o novo quarto onde Kelly estava sendo tratada. O aroma da sopa quente logo preencheu o ambiente, suave e reconfortante.— Está na hora de comer, querida — disse a enfermeira, colocando a bandeja sobre a pequena mesa.Vicktor imediatamente se levantou e pegou a bandeja. Ele sorriu ternamente para a filha.— Vamos, Kelly. A sopa ainda está quentinha.No entanto, Kelly balançou a cabeça rapidamente, fazendo um pequeno bico manhoso.— Papai... eu quero que a mamãe me dê comida — resmungou baixinho.Suas palavras fizeram o ambiente ficar em silêncio de imediato. Vicktor ficou imóvel e olhou para Elisha, que estava sentada ao lado da cama. Havia um constrangimento difícil de explicar, uma mistura de culpa e confusão.— Kelly, deixe o papai te dar comida, está bem? Enquanto isso, podemos conversar. — Vicktor tentou acalmá-la, mas Kelly apenas o encarou com os olhos marejados.— Não quero! — exclamou Kel

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