Quando a comida finalmente foi servida, Íris olhou para a mesa e, ao ver que entre os sete ou oito pratos havia três ou quatro só de frutos do mar, ela entendeu na hora o que Nina estava querendo fazer.Lagosta, ouriço-do-mar, caranguejo, canja de frutos do mar… Prato por prato, Luiza provou todos.O olhar de Íris passou por um traço de frustração, mas Nina não recuou. A voz dela tinha aquela frieza natural, mas sem soar hostil: — Luiza, no seu dia a dia, você atende muita gente com alergia a frutos do mar?— Bastante. — Luiza não estranhou a pergunta, respondeu com sinceridade. — Alergia a frutos do mar tá entre as mais comuns.Por exemplo, quando ela era pequena, ela também tinha alergia a frutos do mar. A professora, com pena de ver a situação dela, tinha preparado umas receitas de fitoterapia e, junto com as sessões de acupuntura, tinha curado o problema.Depois disso, ela nunca mais teve nada que não pudesse comer.Quando Nina ia continuar perguntando, Íris cortou a conversa:
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