— Mas quando eu for embora, ele vai ter a Vanessa do lado dele, sem ninguém para atrapalhar. — Continuou Luana, encarando o chão como se falasse mais para si do que para ele. — Por ela, ele assina qualquer coisa.Era só questão de tempo.— Quando chegar lá, me manda mensagem. — Pediu Vinícius.Luana levantou o olhar e sorriu, os olhos se curvando em duas luas crescentes.— Mando, sim. — Respondeu com suavidade.Mas antes que ele pudesse dizer qualquer outra coisa, uma voz ecoou pelo corredor, fria e firme:— Aonde vocês vão?Ricardo estava na cadeira de rodas, os cotovelos largados nos apoios, os dedos entrelaçados com uma postura relaxada que contrastava com a tensão no ar. O segurança empurrava a cadeira num ritmo lento e constante.O sorriso de Luana travou. Por um instante, ela simplesmente não soube como reagir.Vinícius, por sua vez, manteve-se firme, encarando Ricardo com uma expressão neutra.— Soube que o senhor estava se recuperando no hospital. — Ele disse, num tom controlad
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