Com o impacto violento da joelhada, Jacó arregalou os olhos e curvou o corpo imediatamente, emitindo um som rouco e sufocado pela garganta, incapaz de formular uma única palavra coerente. Sebastião abriu os dedos devagar e o deixou desabar no chão de terra, onde o sujeito passou a se revirar de dor e a gemer baixinho. Sem pressa, ele bateu as mãos uma na outra para limpar a poeira invisível e olhou ao redor, encarando o restante do bando que assistia a tudo completamente paralisado, mantendo no rosto aquele mesmo sorriso sarcástico que gelava o sangue de qualquer um.— E então, quem de vocês era o valente que ia quebrar a minha cara mesmo? — Perguntou ele, arqueando as sobrancelhas com desdém.— Acabem com ele! — Berrou Jacó do chão, reunindo as forças que lhe restavam em meio à dor excruciante.Aquelas palavras pareceram despertar os capangas do transe e, num instante, todos avançaram juntos contra Sebastião, brandindo os pedaços de pau e as barras de ferro que tinham nas mãos. Sebast
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