Fabiana reclamou, com desdém na voz:— Augusto, o que você pensa que está fazendo? Aquela mulher, a Débora, só sabe te dar problemas! Para que ela serve além disso? E você ainda trata a Mônica desse jeito por causa dela?Augusto, já no limite da paciência, explodiu:— A Débora é minha esposa! Sempre foi! Se não fosse por você, que ficou o tempo todo me manipulando, arranjando uma noite comigo e com a Mônica, eu e ela não teríamos chegado a esse ponto sem volta! Agora, você pega a Mônica e sai da minha casa! Saiam as duas!Mônica nunca tinha visto Augusto, sempre frio e contido, perder o controle daquela maneira. O susto foi tanto que ela não conseguiu dizer mais nada. Fabiana, por sua vez, também ficou paralisada. Ela jamais vira o filho tão fora de si, como se estivesse possuído.Mas, ao cruzar seu olhar com o de Augusto, cheio de ódio e uma raiva contida, Fabiana percebeu que não tinha escolha. Ele não estava brincando.— Vamos embora, Mônica. Vamos dar um tempo para ele esfriar a ca
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