Augusto nem terminou a frase e já foi cortado pelo homem à sua frente.— Augusto, não é que eu não queira te ajudar. — Túlio levantou as mãos, como se quisesse se livrar da culpa. — O seu pai, o Sr. Otávio, já passou recado meio mundo afora. E, convenhamos, o seu irmão está em alta. Se eu fechar com você agora, eu só vou arrumar confusão com eles, não acha?O tom de Túlio veio cheio de desculpas educadas, mas vazias. Antes que Augusto conseguisse dizer qualquer outra coisa, ele se apressou em se afastar.Augusto precisou engolir a raiva na marra. Quando ele virou o rosto, flagrou, pelo canto do olho, duas silhuetas paradas perto da porta de uma das salas privativas ali perto.Justo eles.Lorenzo e Cláudio, claramente, também já tinham notado a presença dele.Lorenzo, então, aumentou ainda mais o volume da voz de propósito, falando com Cláudio:— Hoje a gente tem que ficar de guarda na porta do Thiago, hein? Não podemos deixar a presa escapar logo agora, na boca do lobo. Seria um desper
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