Nem o próprio Bruno sabia explicar por que acabava revelando pensamentos tão íntimos para alguém como Rebeca.Mas, ao lado daquela garota, ele se sentia estranhamente à vontade.— O Sr. Bruno vai conseguir tudo o que deseja.A voz de Rebeca saiu baixa. Ela o olhava com atenção, e um sorriso quase imperceptível surgiu nos lábios.Pensou ela:"Era isso mesmo. Ninguém era inocente. Nem você, Bruno. Nem eu, que em breve faria você pagar o preço."Ao perceber que ele tinha bebido demais, Rebeca estendeu a mão, afastou a garrafa à frente dele e serviu uma xícara de chá quente.Entre o vapor que subia, o tom dela se tornou inesperadamente suave:— Sr. Bruno, você já bebeu bastante. Toma um pouco de chá, vai ajudar.Bruno a fitou com os olhos enevoados. De repente, estendeu a mão e segurou o pulso dela.A palma estava quente demais.Rebeca não recuou. Se deixou puxar, se inclinando levemente para a frente.— Coelhinha... — Ele murmurou, sem perceber que deixava escapar o apelido que criou em s
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