Outro homem gritou:— Você quase matou a gente atropelado, e eu não posso te dar o troco?Um terceiro olhou para Diogo e caiu na risada:— Olha só esse tiozão da cidade grande, todo saidinho, usando meia florida de mulher. Você é viado, é?Os homens começaram a rir, cruéis. Eles bateram em Diogo até deixarem ele à beira da inconsciência.Na sequência, um deles arrastou Diogo até um canto escuro na beira da estrada. Diogo já estava tão machucado que quase apagou de vez, mas, quando ele entendeu o que ia acontecer, ele começou a gritar:— Me solta! Me solta! Não encosta em mim! Socorro! Socorro, alguém me ajuda!O corpo de Diogo gelou quando ele sentiu a parte de trás totalmente exposta ao vento frio da noite. O homem arrancou o cinto de marca, tirou os sapatos e a roupa dele. Diogo ficou nu, cercado pelo homem no escuro.Diogo sempre tinha se achado um homem importante, valioso, intocável. Naquele instante, ele estava como um animal levado para o abate, prensado no chão de terra, sendo
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