Dentro de uma caminhonete de luxo, voando pela rodovia em alta velocidade.Patrícia mantinha os olhos cravados no homem sentado ao lado dela. Ele usava um terno esportivo totalmente preto, o cabelo era comprido e em camadas, caindo meio desarrumado sobre a testa, e em uma das orelhas ele usava um brinco preto. Os olhos puxados, em formato de fênix, estavam semicerrados.A primeira impressão que ele passava era de um homem gentil, polido, quase refinado. Mas Patrícia sabia quem ele era de verdade: um sujeito sombrio, cruel, distorcido por dentro.— Jacó, você está me levando para onde? — Perguntou ela, tentando puxar conversa.Quando ela ainda estava escondida nos os prédios abandonados, Patrícia tinha escolhido um lugar em que, teoricamente, ninguém acharia ela com facilidade: a beirada de uma piscina abandonada e cheia de água, em um dos prédios.Mesmo assim, eles tinham encontrado ela em pouco tempo.Foi só então que Patrícia se deu conta de que alguém tinha instalado um vírus cavalo
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