Carolina não conseguiu decifrar o olhar de Henrique.Ainda estava inquieta, achando que talvez ele estivesse de mau humor, sem vontade de jantar com ela, muito menos com a mãe dela.Então disse a Luana:— Mãe, eu levo você para jantar fora.O rosto de Luana fechou na mesma hora. Virando-se para Jaque, que saía da cozinha trazendo os pratos, perguntou:— Jaque, a comida não vai dar?— Tem comida suficiente. E, se precisar, ainda posso preparar mais dois pratos. — Jaque respondeu com educação.— Não precisa, eu como pouco. — Disse Luana, sem a menor cerimônia, já caminhando em direção à cozinha. — Não consigo ficar parada. Deixa que eu ajudo.Esse era o jeito de Luana: chegava e já se sentia em casa.Carolina viu a mãe entrar na cozinha e ficou ali, meio perdida, parada de forma constrangida.Henrique caminhou até ela.Antes mesmo que ele dissesse qualquer coisa, Carolina se apressou em explicar:— Minha mãe veio me trazer batata-doce seca. Aí, lá embaixo, no condomínio, ela brigou com a
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