As duas permaneceram abraçadas por um bom tempo.Do lado de fora, junto à porta entreaberta, uma figura alta ficou parada em silêncio, observando a cena dentro do escritório.Aos poucos, apoiada no ombro de Tatiane, Bia foi se acalmando.Tatiane então a pegou no colo e saiu.O homem já não estava mais ali.De volta ao quarto, ela limpou com cuidado o rostinho da menina.Bia segurou a toalhinha e, com toda a dedicação do mundo, começou a enxugar o rosto de Tatiane também. Tatiane se abaixou um pouco, deixando que ela fizesse aquilo, enquanto a menina murmurava, muito séria:— Tia Evelyn não chora. Eu também não choro.Tatiane sorriu e acariciou de leve a bochecha da filha.— Tá bom. A gente não chora, tá?Criança se acalma rápido.Pouco depois, Bia já estava sorrindo de novo, como se nada tivesse acontecido.Depois de lavar o rosto, ela chamou, de repente:— Tia Evelyn...— O que foi?Bia fez uma carinha meio sem graça, hesitante.— Hoje... A tia Evelyn pode ficar aqui comigo? Amanhã a
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