Clara não conseguia dormir. O corpo ardia. Entre as pernas, a buceta latejava sem parar, inchada e molhada desde os toques escondidos durante o dia. Ela tinha trocado a calcinha três vezes, mas nada adiantava. Toda vez que fechava os olhos, sentia os dedos grossos de Raffaele metendo nela, a voz rouca mandando ela gozar, o pau dele na boca, o véu puxado como coleira.Ela estava deitada na cama estreita da cela, o hábito ainda vestido, quando a porta se abriu devagar.Raffaele entrou como uma sombra. Alto, imponente, o peito nu marcado pela tatuagem e pelo curativo. Os olhos pretos brilhavam na penumbra.— Levanta — ordenou, voz baixa e grave.Clara sentou na cama, o coração disparado.— Rafe… não… está tarde. Alguém pode—Ele não deixou ela terminar. Atravessou o quarto em duas passadas largas, segurou o braço dela e puxou-a para cima. O corpo dela colidiu contra o peito largo dele.— Hoje eu vou te provar direito — murmurou ele contra o ouvido dela, a barba por fazer raspando na pele
Last Updated : 2026-06-16 Read more