— Hugo! — Sofia ficou pálida de choque, o corpo travado, o rosto sem cor.Célia se lançou para frente, apavorada. Ao ver o braço de Hugo dobrado em um ângulo impossível, os olhos se encheram de lágrimas.— Hugo! Meu filho! Victor, ele é seu primo de sangue! Como você pôde ser tão brutal? Como você pôde…O rosto de Victor permaneceu frio e imperturbável, como se tivesse acabado de quebrar um galho seco que atrapalhava o caminho.Ele recolheu a mão com calma. Ainda passou um lenço por ela, como se estivesse suja. Em seguida, se virou e, com todo o cuidado, a pegou nos braços, deitando Yara na horizontal. O gesto tinha uma delicadeza que contrastava violentamente com a crueldade de segundos antes.O olhar gelado dele varreu Sofia e Célia, aterrorizadas, como um veredito:— Se acontecer de novo, não vai ser só o braço.Ele saiu com Yara nos braços, a passos largos, sem olhar para trás, sob os olhares paralisados de todo o salão.…Dentro do Rolls-Royce Phantom, edição limitada.Yara foi ac
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