A porta do quarto do hospital foi escancarada.David entrou correndo, com Leo logo atrás.Os olhos dos dois estavam vermelhos, e seus rostos eram uma mistura frenética de pânico e alegria avassaladora, como se eu tivesse desaparecido por uma eternidade.— Georgia!David correu até minha cama, suas mãos trêmulas segurando meu rosto enquanto ele me encarava sem piscar.— Mamãe...Leo ficou parado aos pés da cama, o corpinho rígido, mordendo o lábio. Seus olhos estavam vermelhos, e eu podia ver as marcas de lágrimas em suas bochechas.Uma pontada de culpa atravessou meu peito. Eu sabia que David provavelmente havia descontado sua raiva nele.— Leo, querido, venha aqui — eu disse, estendendo a mão.Ele não se moveu. Apenas abaixou a cabeça.— Eu não protegi a mamãe. Foi culpa minha...— Leo — eu disse, olhando para meu filho com o coração apertado. — Meu amor, não foi sua culpa. A mamãe escolheu te proteger, está bem?Lancei um olhar duro para David.Ele pareceu culpado por um
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