— Isso... — Leandro hesitou. — Isso é um assunto de família. Não seria inconveniente eu me envolver?O que Heitor queria dizer poderia ser transmitido pela própria família Siqueira. Ele, como subordinado, ir até os familiares de Heitor para transmitir a mensagem pessoalmente seria realmente...— Se estou mandando você ir, então vá. — Os lábios finos de Heitor se moveram. — Ele não vai dificultar as coisas para você.Leandro apenas obedeceu e desligou a ligação.Heitor guardou o celular no bolso, mas, como se tivesse se lembrado de alguma coisa, parou e olhou para trás.Rodrigo vinha logo atrás, puxando uma mala em cada mão.— Me dê seu celular.Assim que Heitor terminou de falar, Rodrigo largou as malas, tirou o celular do bolso e o entregou a ele.Heitor pegou o aparelho, retirou o cartão SIM e o jogou fora, substituindo-o por um novo.— Nesse chip está o meu número. Se acontecer alguma coisa, me ligue. Agora suma e não apareça na minha frente. — Ele devolveu o celular a Rodrigo, pego
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