Se fosse uma menina, o carinho de Manuela pela futura nora certamente seria ainda maior do que o que sentia por Tetéu.Mas por que a cirurgia dela tinha sido tão caótica? E por que, agora que havia acordado, não viu Manuela?Em vez disso, quem estava ali era Heitor!— Heitor, me dê o bebê! — Cecília não conseguia entender o que estava acontecendo. Só queria abraçar o bebê, então estendeu os braços para tirá-lo das mãos de Heitor.O tom descontente dela fez com que Heitor franzisse ainda mais a testa.— Não se mexa. — Ao perceber que Cecília parecia indisposta e que, tomada pela agitação, tentava se levantar, ele cedeu e disse. — Vou levá-lo até você.Havia uma agulha de soro inserida no dorso da mão de Cecília. Ao se segurar na grade da cama, o sangue chegou a refluir por um instante pelo tubo.Ela soltou a grade, abriu os braços e, sem desviar os olhos nem por um segundo, observou Heitor se aproximar com o bebê e colocá-lo em seu colo.— É um menino, muito saudável. — Heitor lhe entre
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