No banheiro, Cecília vomitou tudo o que tinha acabado de comer.Quando o estômago esvaziou, vieram os espasmos e a ânsia seca, até que ela começou a expelir apenas líquido ácido.Após um tempo indeterminado, de repente, uma mão grande, quente e seca pousou em suas costas curvadas, acariciando-a levemente.— Você está bem? — A voz de Heitor soou atrás dela.Cecília apenas balançou a cabeça repetidamente.— E-estou bem... Sr. Heitor, por favor, saia. Não vale a pena sujar os seus olhos.— Se arrume. Vou levá-la ao hospital. — Heitor lhe entregou um copo de água morna.— Não precisa. — Cecília pegou a água, enxaguou a boca, deu descarga e pegou alguns lenços para limpar o rosto.Só então se virou.As bochechas claras estavam avermelhadas, os olhos úmidos de névoa. Sua aparência abatida despertava involuntariamente um sentimento de pena.Heitor estava parado na entrada do banheiro. Seu corpo alto e elegante bloqueava completamente sua passagem.— Nos próximos dias, o projeto de cooperação
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