Olhei para ele com calma, esse homem que um dia amei profundamente. Agora, aos meus olhos, ele não era nada além de hipocrisia e nojo.— Vou fazer compras com uma amiga — respondi com indiferença.— Que amiga? Como eu não sei dessa?— Você não a conhece.Alexander parou de questionar. Se aproximou e me abraçou, beijando o lado do meu pescoço como de costume.— Meu amor, você deve estar exausta hoje? — Sua voz era gentil como mel.Mas eu conseguia sentir o perfume que persistia nele, e aquele cheiro adocicado, característico de quem tinha acabado de fazer amor.O empurrei com força.— Não me toca!Alexander pareceu magoado.— Sophia, o que foi? Por que você está me empurrando?— Estou me sentindo mal — disse.De repente, o mundo girou ao meu redor.Não tinha dormido muito nos últimos dias, e meu corpo não aguentava mais.Tudo escureceu e meu corpo ficou mole.Antes de perder a consciência, vi o rosto em pânico de Alexander me segurando, gritando:— Rápido! Chama o médico
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