Julian Bernoulli Liguei para o telefone de Gregório em São Paulo. Eram quase sete da noite lá. O telefone tocou quatro vezes até que a voz do meu irmão atendeu do outro lado, rouca de surpresa. — Julian? Meu Deus, cara, finalmente! Onde você esteve? A Isa... — Gregório... por favor — interrompi-o, a minha voz quebrando por completo, o choro contido há meses, finalmente rasgando o meu peito de forma incontrolável. — Por favor, Gregório... vai até o apartamento da Isa agora. Vai lá, cara, pelo amor de Deus... — Julian? O que aconteceu? Você está chorando? — Gregório perguntou, o tom de voz mudando no mesmo instante para uma preocupação alarmada. — A Nadine... ela armou uma cena no meu escritório no segundo em que a Isa me ligou por FaceTime — consegui explicar, as lágrimas escorrendo quentes pelo meu rosto, manchando o colarinho da minha camisa. — A Isa viu essa mulher de roupão aqui dentro, ouviu ela me chamar de amor... e desligou na minha cara. Ela não atende mais as minhas liga
Dernière mise à jour : 2026-10-18 Read More