A batida da polícia sacudiu a porta como um trovão, me arrancando do torpor de nossos membros entrelaçados na cama. Meu corpo ainda latejava pelas estocadas de Alex, úmido e exausto entre minhas coxas, mas agora o medo me arranhava a espinha. A TV anunciava em alto volume a voz do âncora do noticiário: "...mulher identificada como Laura Harlan, 32, presumivelmente morta após pular no rio gelado, autoridades estão investigando..."Alex encarava a tela, o rosto pálido, o pênis ainda meio duro contra minha perna por causa do nosso recente frenesi. "Isso não pode ser real", sussurrou, com a voz embargada. A batida veio de novo... bam, bam, bam... exigente, oficial."Polícia! Abram a porta! Sabemos que você está aí dentro, Harlan!"Agarrei o lençol com mais força, o coração disparado. "Que diabos está acontecendo? Ela realmente...?"Ele se levantou rapidamente, puxando as calças. "Não sei. Fique aqui e não diga nada até eu descobrir."Como se isso fosse acontecer. Enrolei o lençol em volta
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