Ele olhou nos meus olhos uma última vez, a respiração irregular, e começou a empurrar. O primeiro centímetro já me fez soltar um gemido longo. Ele era grosso. A entrada ardia um pouco, uma pressão gostosa e intensa que me fazia abrir mais as pernas por instinto. Andréas avançava devagar, com um controle quase cruel, deixando eu sentir cada centímetro. — Porra… você é apertada demais, e isso é tão gostoso... — ele gemeu, a voz rouca contra minha boca. — Relaxa… isso… assim… Eu prendia a respiração e soltava em gemidos curtos enquanto ele ia fundo. Quando enfim enterrou tudo, os dois ficamos parados por alguns segundos. Eu sentia ele latejando dentro de mim, preenchendo completamente. Andréas descansou a testa na minha, os olhos fechados, respirando fundo como se estivesse se controlando. — Me avisa se doer — murmurou. — Não dói… é só… muito. Ele sorriu de lado, ainda ofegante, e começou a se mover. O primeiro movimento foi lento, quase experimental. Ele puxava quase até sair e vo
Última atualização : 2026-08-09 Ler mais