Seus quadris bateram contra os meus com um impulso final, profundo, e eu senti a porra dele jorrando dentro da minha buceta. Minhas pernas, já fracas, se apertaram com mais força em torno de sua cintura, mantendo-o profundamente dentro de mim, recolhendo até a última gota. Ele desabou sobre meu corpo, ofegante. Eu o abracei, sentindo o suor de nossos corpos se misturar. Aos poucos, a respiração foi acalmando. Meu preto se virou, deitando ao meu lado, e me puxou para um beijo, sorrindo. Ficamos abraçados, nos beijando, conversando, rindo, até ele dizer, com a voz rouca e um sorriso maroto: — Amor, posso comer seu cuzinho? Me arrepiei todinha. Já tinha dado duas vezes e adorava. O desejo, que parecia saciado, reacendeu como um rastilho de pólvora. — Sim, amor, eu adoro te dar o cu — disse, minha voz saindo como um sussurro rendido. — É mesmo, safada? — ele retrucou, os olhos escurecidos de desejo. — Sim, amor — confirmei, ofegante. Ele não disse mais nada. Capturou meus
Last Updated : 2026-09-18 Read more