Desci, fiquei de joelhos, com a cara lá no meio daquela bunda; passei a língua numa lambida longa e babada, do grelinho pulsando dela até o cuzinho. Ela gemeu e empurrou o quadril para trás, contra a minha cara.— Vai, cadela, empina bem esse rabo. Quero ver essa buceta em cima da minha cara — ordenei, com a voz rouca.Ela se arqueou ainda mais, apresentando aquele cuzinho e a buceta.— Vai, lamba tudo, seu cachorro. Enche meu cu e buceta de língua.Agarrei a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem as nádegas e expondo tudo. Meti a língua na sua buceta, enfiando bem fundo. Ela rebolava forte, esfregando-se na minha cara, querendo mais.— Isso, rebola, puta! — balbuciei, com a voz abafada contra ela.Tirei a língua dali e subi, lambendo tudo no caminho, passando pelo períneo até chegar ao cuzinho. A vagabunda gemeu alto quando envolvi o cu com meus lábios e chupei, como se estivesse mamando.— Caralho, não para! — gritou
Last Updated : 2026-10-04 Read more