— Sara, a nossa filha não morreu, morreu? Nossa filha não morreu, não é? Sara, saia para falar comigo! Eu quero ver a nossa filha. Por que mentiu para mim? Porque, se ela não morreu, você mentiu para mim?!Como um louco, ele puxava e sacudia o portão de ferro enquanto gritava, fazendo os vizinhos ao redor saírem de suas casas para assistir à cena.Dentro de casa, Sara estava brincando com a filha nos braços. Ao ouvir a voz de Lucas, um sorriso sarcástico surgiu no canto de seus lábios.Ele ainda tinha a coragem de perguntar por quê?Se, naquele dia, os subordinados dele não tivessem tido compaixão e a levado à maternidade, talvez não tivesse perdido apenas a filha. Talvez ela própria também tivesse morrido.Aquela criança era uma vida que ela quase sacrificou a sua própria para trazer ao mundo. Ela não tinha absolutamente nada a ver com Lucas.— Esse maldito Lucas! Eu vou sair e dar uma surra nele até ele acordar para a vida! — O pai de Sara já ia sair quando ela olhou para o homem cer
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