O Belas do Vale é um daqueles grupos que transformam a cena cultural de uma cidade. Para fazer parte, não precisa ser artista profissional—basta ter vontade de aprender e compartilhar. Eles adoram receber novos membros, especialmente quem traz ideias frescas. Já vi eles organizarem desde aulas de dança até debates sobre literatura. Tanto faz se você é iniciante ou experiente, o importante é o entusiasmo!
Eu me lembro da primeira vez que ouvi falar do Belas do Vale. Fiquei tão curiosa que resolvi pesquisar tudo sobre o grupo. Eles têm um foco forte em empoderamento feminino através da arte, o que achei super inspirador. Se você quer entrar, sugiro mandar uma mensagem direta para o perfil oficial deles. Eles respondem rápido e explicam direitinho como funciona o processo de inscrição para os projetos mais estruturados.
Meu coração acelerou quando descobri o grupo Belas do Vale em Ipatinga! Eles são uma comunidade incrível que une arte, cultura e diversão. Para participar, recomendo seguir as redes sociais deles no Instagram ou Facebook, onde anunciam eventos e workshops. Além disso, frequentar os encontros presenciais no Vale do Aço Shopping é uma ótima maneira de conhecer o pessoal.
Já participei de um workshop de pintura organizado por eles e foi uma experiência maravilhosa. O ambiente é super acolhedor, e todo mundo compartilha dicas e inspirações. Se você gosta de arte ou quer aprender algo novo, vale muito a pena se envolver!
Participar do Belas do Vale parece ser mais fácil do que muita gente imagina. Eles costumam fazer eventos abertos ao público, como feiras de artesanato e oficinas criativas. Basta ficar de olho no calendário cultural de Ipatinga ou no site da prefeitura, que sempre divulgam essas atividades. Uma dica: chegue cedo nos eventos, porque os lugares costumam lotar rápido!
Se você mora em Ipatinga e ainda não conhece o Belas do Vale, está perdendo algo especial. O grupo tem uma vibe única, misturando arte, música e até ações sociais. Uma amiga minha entrou ano passado e agora está sempre envolvida em projetos incríveis. Ela me contou que basta comparecer aos encontros mensais e se inscrever nas atividades que mais te interessam. Simples assim!
2026-07-16 19:19:01
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Fui exposta na internet pelos meus funcionários, que disseram que eu era pão-dura por não dar caixas de Pamonha no Festival da Colheita.
Mas os internautas não sabem que a tradição da minha empresa é, em todos os feriados e aniversários, dar impreterivelmente um vale-compras de dois mil reais para cada funcionário.
A internet inteira estava me xingando, então decidi seguir a vontade popular e emitir um aviso: para respeitar a cultura tradicional, os vales-compras deste Festival da Colheita estão cancelados e serão substituídos por caixas de Pamonha para todos.
Assim que o aviso saiu, a empresa explodiu e os funcionários bloquearam a porta do meu escritório, implorando para eu trazer os vales-compras de volta.
O meu irmão e meu melhor amigo de infância se apaixonaram, ao mesmo tempo, pela órfã que estava prestes a se casar no meu lugar. Um deles esqueceu todas as promessas que fez de ficar ao meu lado, o outro virou as costas para mim, só pra agradar a Isabela, quando ela finalmente descobriu a verdade. No dia do meu aniversário, juntos, eles me empurraram escada abaixo.
De coração partido, liguei para o homem com quem deveria me casar por interesse e aceitei o casamento. Cinco dias depois, deixei a família Ribeiro para sempre.
Mas, depois que fui embora, os dois acabaram se arrependendo.
A velha amiga de infância de Valentim Leal, Dalila Travassos, voltou a ocupar o banco do carona.
Dessa vez, não fiz escândalo. Fui direto pro banco de trás, sentando ao lado do melhor amigo dele, Guilherme Novaes.
Com o carro sacolejando na estrada, meu joelho roçou na coxa firme e tensa do Guilherme.
Não tirei. Ele também não se mexeu.
Na parada do posto, Dalila arrastou o Valentim pro banheiro.
Assim que as portas se fecharam, Guilherme segurou minha nuca e me beijou.
Perdida naquele beijo quente e confuso, pensei:
Desconfiar dos homens. Entender os homens. Virar um deles. Essa é a grande verdade.
No meu vigésimo aniversário, meus pais trouxeram fotos de herdeiros de todo o país e as colocaram diante de mim, pedindo que eu escolhesse alguém para um casamento arranjado.
Eu disse ao meu pai que queria decidir por sorteio.
Só porque, na vida passada, escolhi sem hesitar o cobiçado herdeiro de Cidade Lima, o ilustre Carlos Uchoa, de quem eu já gostava há tempos.
Mas só descobri depois do casamento que a primeira paixão dele ficou tão arrasada com isso que saiu para um bar, afogou as mágoas e acabou sendo abusada por uns marginais.
Ela tentou se suicidar três vezes, e Carlos colocou toda a culpa em mim.
Ele deu toda a fortuna da minha família para a primeira paixão dele, esvaziando completamente o patrimônio dos Lemos.
Por fim, ele ainda permitiu que ela cortasse o freio do carro, causando o acidente em que meus pais e eu morremos de forma trágica.
Ao renascer, desta vez acabei sorteando o herdeiro mais respeitado, distante e celibatário de Cidade Real, Francisco Costa.
Mas, na festa de noivado, quando eu, Estela Lemos, entrei de braço dado com Francisco, chamando toda a atenção, Carlos simplesmente perdeu o juízo.
Eu fui linchada na internet pelas minhas próprias funcionárias que eram mães.
Elas começaram a espalhar que a creche gratuita da empresa, feita especialmente para os filhos delas, era na verdade uma "prisão de crianças", um truque cruel para forçar horas extras.
O que elas não sabiam era que aquela creche foi o meu projeto mais caro e mais amado: eu importei equipamentos de ponta, contratei professores de fora do país, montei uma estrutura em que cada criança custava, em média, oito mil reais por mês.
Ainda assim, a internet inteira caiu matando em cima de mim, me chamando de palhaça, de hipócrita, de capitalista nojenta.
Foi aí que eu perdi a paciência e soltei um comunicado interno para todos os funcionários:
[Para atender ao desejo de autonomia das famílias na criação dos filhos, a empresa decidiu encerrar o serviço de creche gratuita. A partir de hoje, será substituído por um auxílio‑creche: funcionários que se encaixarem nos critérios receberão 200 reais por mês.]
Bastou o aviso ser enviado para o caos começar.
As mesmas mães que me xingavam estão agora em massa na porta da minha sala, implorando para eu não fechar a creche.
O Arrependimento do Beta: Ela Não Vai Rogar Desta Vez
Cocojam
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Por cinco anos, Gideon — o Beta do meu irmão — e eu tivemos um segredo.
A gente devia anunciar o nosso acasalamento no festival de Solstício de Inverno da alcateia. Em vez disso, ele sussurrou quente no meu ouvido.
— Querida, a gente tá transando há cinco anos. Enjoei de você. Arruma outro cara para a cerimônia de marcação, beleza?
Eu não chorei. Só dei um aceno calmo e simples.
— Beleza.
Só fiz isso porque, na minha outra vida, eu tinha implorado por entre lágrimas para ele completar o laço. Depois que ele finalmente me marcou, ele ficou frio. Nunca mais me acordou esfregando aquele queixo barbudo na minha testa. Mesmo quando a gente transava, ele ficava de olhos fechados, como se estivesse com outra pessoa, só usando o meu corpo.
Quando eu estava sofrendo para dar à luz o nosso filhote, lutando pela minha vida, ele me abandonou. Ele foi consolar a salvadora dele, Aveline. A ferida antiga que ela sofreu para salvar a vida dele tinha voltado a incomodar, deixando a garota surtada. Naquele momento, eu finalmente entendi. Uma marca pela qual eu tive que implorar não passava de uma maldição, uma ferida que nunca ia sarar.
Dessa vez, eu me afastei com um sorriso, tirando a mão dele da minha cintura.
— Você tem razão. Eu também cansei disso. Acabou.