Take a quick quiz to find out whether you‘re Alpha, Beta, or Omega.
Scent
Personality
Ideal Love Pattern
Secret Desire
Your Dark Side
Start Test
4 Answers
Ruby
Olhar leitor
Violinista
Eu lembro de assistir 'Amigo de Aluguel' no final de 2020 e ficar impressionado com a premissa simples, mas eficaz. Um cara contrata um 'amigo' para acompanhá-lo em uma festa, e as coisas saem do controle. O filme brinca com a solidão e a paranóia, e o final é daqueles que te deixa revirando a noite. Não é tão sangrento quanto outros, mas a psicologia por trás é assustadora. A direção do Marcelo Bonatto captura bem o clima claustrofóbico, quase como um 'Convite ao Terror', mas com sotaque brasileiro.
2026-02-07 01:07:29
7
Ingrid
Apoiador
Bartender
'Killer Fatos' é uma divertida mistura de comédia e terror, lançado em 2020. Segue um grupo de youtubers que investiga lendas urbanas e acaba numa fazenda assombrada. O tom é mais leve, quase como 'A Noite do Terror' do Edgar Wright, mas com piadas internas sobre a cultura digital brasileira. Não é tão assustador, mas tem momentos criativos, especialmente quando os personagens começam a descobrir que as lendas são reais. Ótimo para maratonar com amigos numa sexta-feira à noite.
2026-02-07 01:33:49
8
Georgia
Boa opinião
Cientista
2020 foi um ano cheio de surpresas no cinema nacional, especialmente no terror! Um filme que me marcou foi 'Morto Não Fala', dirigido por Dennison Ramalho. A atmosfera é pesada desde o início, misturando folclore brasileiro com uma narrativa de vingança sobrenatural. As cenas são intensas, e o visual lembra aqueles filmes de terror dos anos 80, só que com um toque moderno.
Outra produção que vale a pena é 'Bacurau', embora alguns discutam se é terror ou faroeste distópico. A sensação de desconforto é constante, e a crítica social é afiada. A tensão cresce até um clímax brutal, deixando aquele gosto de 'quero mais'. Se você curte um terror com mensagem, esse é obrigatório.
2026-02-07 14:45:12
8
Thomas
Fã de livros
Podcaster
Uma joia pouco comentada é 'A noite das bruxas', que estreou em 2020. O filme mistura terror sobrenatural com uma investigação policial, tudo num cenário urbano decadente. A protagonista, uma detetive cética, precisa enfrentar algo que desafia sua lógica. O roteiro não é perfeito, mas a construção do suspense é competente, e as referências ao culto afro-brasileiro acrescentam camadas interessantes. Dá pra ver que o diretor, Marcos Prado, quis fugir dos clichês do gênero, apostando numa mitologia local em vez de fantasmas genéricos.
2026-02-07 19:17:51
12
View All Answers
Scan code to download App
Related Books
A Míope se Mete num Jogo de Terror
Nanda Santos
8.3
2.6K
Eu entrei num jogo de terror e, por causa da miopia pesada, não enxerguei nada direito.
Acabei cuidando da menina sinistra de vestido ensanguentado como minha filha, tratando o Boss final como marido, e honrando as velhas entidades como meus pais.
Na primeira vez que encontrei o Boss, agarrei os músculos do abdômen dele e suspirei:
— Que corpo ótimo… Pena que só é meio baixinho.
O Boss riu de raiva, encaixou a própria cabeça de volta no pescoço e rangeu os dentes:
— Tenho 1,86m. Olha de novo agora.
Fui parar dentro de um jogo de romance interativo com uma missão: conquistar o protagonista, um rapaz frágil e de dar pena.
Quando finalmente consegui imobilizar ele no sofá e estava prestes a continuar provocando, o sistema, desaparecido havia muito tempo, ressurgiu do nada.
[Usuária, eu mandei você para o lugar errado. Isto aqui é um jogo de terror! E o homem que você está provocando é o chefão deste jogo.]
Encarei os olhos vermelhos como sangue diante de mim, e meu sorriso travou no rosto.
— Você não está cansado? Que tal a gente continuar outro dia...
Um leve sorriso surgiu nos lábios dele.
— Não estou com sono. Continua.
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
Eu sou a heroína de uma história erótica.
Meu talento? Transformar qualquer coisa que seja escaldante ou gélida em algo intensamente provocante.
No primeiro dia em que cheguei a um jogo de terror, o chefe mandou todos escolherem como queriam morrer.
Eu sorri e respondi:
— Quero falta de ar, pernas trêmulas, olhos vidrados… e um prazer tão intenso que me leve à morte.
Chefe:
— ???
Dois dias antes do Ano Novo, meu namorado, Murilo Santos, decidiu viajar para o litoral... Com a assistente dele.
— Tudo bem. — Eu disse, sem brigar, sem chorar.
Pelo contrário, ajudei a fazer as malas dele, agindo como se estivesse tudo certo.
Ele riu da minha compreensão e soltou, com aquele tom debochado:
— Agora que tá grávida, finalmente aprendeu a se comportar...
Assim que ele saiu pela porta, fui direto para a clínica. Fiz um aborto.
Na minha vida passada, eu tentei usar aquela criança como amarra. Achei que, com um filho, ele ficaria comigo.
O que aconteceu?
A assistente dele foi brutalmente assassinada na praia.
Murilo continuou com aquela máscara de frieza, como se nada tivesse acontecido...
Mas quando chegou o dia do parto, ele tirou a própria máscara.
Com uma crueldade que nem nos meus piores pesadelos eu imaginava, ele mesmo abriu meu ventre...
E matou o nosso bebê. Com as próprias mãos.
Foi ali que tudo fez sentido.
Ele nunca me perdoou. Nunca esqueceu.
Agora que voltei no tempo, só tenho um objetivo: Destruir Murilo. Fazer ele perder tudo.
Três anos depois da minha morte, meu marido finalmente se lembrou da minha existência.
Acontece que a amiga de infância dele teve uma recaída de leucemia e precisava urgente de um transplante de medula.
Ele foi lá em casa para me fazer assinar a doação, mas quando chegou, não achou ninguém.
Preocupado, procurou os vizinhos e começou a perguntar insistentemente por mim.
Uma vizinha olhou para ele com pena e disse:
— Você está falando da Carina? Ela morreu tem anos! Mesmo doente, arrancaram a medula dela. Voltou do hospital acabada e não aguentou.
Meu marido se recusou a acreditar. Estava convencido de que a vizinha mentia para ele.
Ele ficou vermelho de raiva, virou para mulher e gritou:
— Se ver ela, avisa: se não aparecer em 3 dias, não pago mais nada para o tratamento daquele bastardo que ela insistiu em criar.
A vizinha só suspirou, balançou a cabeça e resmungou baixinho:
— Coitada, mas a criança já morreu de fome faz tempo...
Eu lembro que 2019 foi um ano interessante para o terror brasileiro, com algumas pérolas que passaram despercebidas pelo grande público. 'A Mata Negra' foi um dos que mais me chamou atenção, misturando folclore local com uma narrativa claustrofóbica. A história segue um grupo de pesquisadores perdidos em uma floresta assombrada por lendas indígenas, e a fotografia consegue transmitir essa tensão de forma brilhante.
Outro que vale a pena é 'O Doutrinador', que mescla elementos de vigilante justiceiro com um toque sobrenatural. O filme tem uma vibe mais pulp, mas os momentos de terror são bem construídos. A trilha sonora também merece destaque, criando um clima pesado que complementa a violência gráfica.
2020 foi um ano estranho para o cinema, mas o terror brasileiro conseguiu entregar algumas pérolas. 'Morto Não Fala' é um daqueles filmes que te prende do início ao fim, misturando folclore local com uma narrativa cheia de reviravoltas. A atmosfera é pesada, quase sufocante, e o diretor sabe como usar o silêncio a seu favor.
Outro que me surpreendeu foi 'A Noite do Bem'. Tem aquela vibe de filme de assombração clássico, mas com um toque moderno na fotografia. A protagonista carrega o filme nas costas, e os sustos são bem construídos, nada daqueles jumpscares baratos. Vale a pena maratonar esses dois se você curte um terror com identidade própria.
O cinema de terror brasileiro tá vivendo um momento incrível, e esse ano já trouxe algumas pérolas assustadoras. Dá pra sentir um frescor nas narrativas, misturando folclore local com críticas sociais afiadas. 'Encarnação' me pegou desprevenido – a história de uma entidade que habita corpos durante o luto traz uma atmosfera sufocante que remete aos clássicos do gênero, mas com uma identidade totalmente nossa.
Outra surpresa foi 'Malassombro', que transforma lendas urbanas de São Paulo num pesadelo claustrofóbico. A fotografia em tons de vermelho e preto cria uma tensão palpável. O que mais me impressiona é como esses filmes conseguem ser profundamente brasileiros sem perder a universalidade do medo.
Eu fiquei completamente vidrado quando descobri que 'Encarnação do Demônio 2' está chegando aos cinemas! O primeiro filme já tinha uma atmosfera sufocante e aquela pegada de terror nacional que mistura folclore com paranormal. Dizem que a sequência vai explorar ainda mais a mitologia por trás do Zé do Caixão, com cenas ainda mais claustrofóbicas.
A equipe divulgou uns teasers que deixam claro: não vai ser um terror genérico. Tem uma estética vintage, quase como um filme dos anos 70, mas com efeitos modernos. Já marquei no calendário e vou assistir na estreia, de preferência com a luz apagada e um grupo de amigos que não gritem demais!
Tem um filme que me deixou com os nervos à flor da pele desde o primeiro minuto até os créditos finais: 'The Invisible Man'. Aquele terror psicológico que Elizabeth Moss protagoniza é simplesmente arrepiante. A forma como a câmera parece sempre focar em espaços vazios, sugerindo que o vilão pode estar em qualquer lugar, cria uma tensão insuportável. E não é só sobre sustos, o filme fala sobre abuso, controle e a luta de uma mulher para ser ouvida.
A trilha sonora também merece destaque. Aqueles sons dissonantes e o silêncio absoluto nos momentos chave fazem você segurar a respiração sem perceber. E o final? Nem preciso dizer que fiquei debatendo com amigos por semanas sobre cada detalhe. É daqueles filmes que te acompanham depois que a tela escurece.