Se tem uma coisa que Cyberpunk 2077 acertou foi na variedade de finais. Não é só sobre escolher A ou B no final; tudo que você faz ao longo do jogo conta. Tem uns quatro ou cinco finais principais, mas alguns têm ramificações. Por exemplo, um final pode mudar dependendo se você ajudou ou ignorou certos personagens. Acho legal como o jogo não te prende numa linearidade chata. Você pode ser um mercenário egoísta ou alguém que busca redenção, e o jogo reconhece isso. E tem um final que é basicamente um 'game over' glorificado se você tomar a decisão errada – sem volta!
Cyberpunk 2077 é um daqueles jogos que te prende não só pela ação, mas pelas escolhas que você faz. Tem vários finais, e cada um deles reflete o caminho que você trilhou em Night City. Sem spoilers, mas posso dizer que há pelo menos cinco finais principais, cada um com variações sutis dependendo de decisões específicas durante a missão principal. Alguns são mais sombrios, outros deixam uma ponta de esperança, e todos fazem você refletir sobre o que realmente importa no mundo distópico do jogo.
O que mais me surpreendeu foi como pequenos diálogos ou ações secundárias podem influenciar o desfecho. A relação com personagens como Johnny Silverhand ou Panam, por exemplo, pode abrir ou fechar portas para certos finais. É uma experiência imersiva que vale a pena explorar mais de uma vez, só para ver todas as possibilidades.
Os finais de Cyberpunk 2077 são tão variados quanto os jogadores. Tem desde desfechos épicos até outros mais melancólicos, uns cinco no total. O que mais gosto é como eles não são só 'bom' ou 'ruim' – cada um tem suas nuances. Um pode parecer positivo à primeira vista, mas deixa um gosto amargo depois. Outro parece triste, mas traz uma sensação de closure. E tem aquele final secreto que quase ninguém descobre de primeira, exigindo ações bem específicas. É o tipo de jogo que te incentiva a rejogar só para experimentar tudo.
Cyberpunk 2077 tem uma abordagem interessante para finais: eles são como peças de um quebra-cabeça que você monta ao longo de horas de gameplay. Dá pra contar uns cinco finais distintos, mas o legal é como eles se conectam com suas ações. Se você focar só nas missões principais, pode acabar com um final bem cru. Mas se mergulhar nas histórias dos personagens, especialmente Johnny, Judy ou Panam, novos caminhos se abrem. Tem um final que só rola se você tiver um nível alto de afinidade com o Johnny, por exemplo. E outros que dependem de escolhas feitas bem no começo do jogo, quase como um teste de consistência do seu personagem. A CD Projekt Red realmente caprichou nessa parte.
2026-06-29 09:21:35
1
Tingnan ang Lahat ng Sagot
I-scan ang code upang i-download ang App
Kaugnay na Mga Aklat
Você e Eu, o Adeus Final
Tiny
6
2.7K
No dia em que a família de Miguel Borges faliu, ele deixou uma carta de despedida e foi sozinho para as montanhas nevadas com a intenção de se suicidar.
Eu corri atrás dele sem pensar em mais nada e passei dez horas procurando por ele na neve.
Quando meu coração já estava em frangalhos, vi a secretária dele fazendo uma transmissão ao vivo no Instagram do pedido de casamento.
Os amigos dele zombavam nos comentários: [Você vai virar noivo, não tem medo de a sua mulher ficar brava?]
A resposta dele foi extremamente fria: [Eu só prometi a ela o título de esposa. O resto, nem pense em querer.]
[Ela entrou na família trazendo cem milhões de dólares em investimento. Vai engolir esse desaforo assim mesmo?]
Foi como se eu visse Miguel, do outro lado da tela, soltando um riso de desdém ao responder: [Cem milhões de dólares em troca do status de esposa, ela não sai perdendo. Se não fosse por ela, a Luana não teria sido forçada a ir para o exterior. Esses últimos dias são a minha compensação para a Luana.]
Minhas unhas cravaram na carne. Queimei tudo o que dizia respeito a ele.
No dia do casamento, ele enlouqueceu me procurando por toda parte.
Mas, no salão de festas do outro lado da avenida, eu acabava de colocar no dedo o anel de diamante que outro homem havia me dado.
Ele não sabia que, enquanto contava os dias para o fim do nosso relacionamento, eu também me preparava para me casar com outra pessoa.
No dia em que minha irmã gêmea, Alexia Cavanaugh, e eu completamos vinte e dois anos, eu desmaiei e descobri que tinha câncer em estágio terminal.
Ignorando a recomendação do médico para ser internada, saí do hospital. Tudo o que eu queria era passar um último aniversário com minha família, sem preocupações.
Mas quando cheguei à festa, uma funcionária me impediu na porta e disse que o local havia sido reservado exclusivamente para Alexia. Pessoas de fora não tinham permissão para entrar.
Através do vidro, observei meu irmão segurando o bolo enquanto meu pai colocava um chapéu de aniversário na cabeça de Alexia. Até meu namorado estava lá, sorrindo enquanto ela fazia um pedido.
Fiquei parada ali por meia hora, segurando o celular, até que meu namorado finalmente atendeu minha ligação.
— Eu estava no hospital agora há pouco. Eu—
Ele me interrompeu.
— Ophelia, você sempre foi saudável. Hoje era o aniversário da Lexi. A gente conversava depois.
Mas aquele dia não era meu aniversário também?
Minha mãe morreu ao me dar à luz. Mais tarde, o médico explicou que eu havia absorvido mais nutrientes no útero, deixando Alexia frágil desde o início.
E, assim, todos decidiram que eu deveria sempre ceder à minha irmã gêmea, que nasceu cinco minutos antes de mim.
Amassei o laudo com o diagnóstico de câncer e o joguei no lixo.
Cansei de deixar o favoritismo deles me machucar.
Nunca recebi o amor deles mesmo.
Então, daquela vez, eu escolhi ir embora. Para sempre.
O Dia em que Minha Pontuação de Sobrevivência Chegou a Zero
Eternity
10
5.9K
Depois de ser apanhada por uma explosão no cais, fui submetida a um Programa de Sobrevivência.
Ele me deu vinte e cinco anos e quatro alvos designados.
Se a Pontuação de Amor ou a pontuação de vínculo de pelo menos um alvo chegasse a 100%, eu poderia acordar no meu mundo real.
Mas falhei em todos os quatro.
Porque todos os alvos que tentei alcançar acabaram se voltando para Sophia Lane, a heroína deste mundo.
Chamaram minha dor de encenação.
Chamaram minhas lágrimas de manipulação.
Disseram que eu só estava fingindo desmoronar para que eles me escolhessem em vez de Sophia.
Mas se eles nunca me amaram, por que perderam o controle quando minha missão falhou e eu decidi deixar este mundo para sempre?
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
Quando atingi a maioridade, ele exigiu que eu escolhesse um deles para ser meu noivo.
Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
Há poucos instantes, depois de quase morrer por perda de sangue, eu havia dado à família Rossi o seu herdeiro.
Mas meu marido, Carter, o subchefe da família Rossi, permitiu que sua confidente, Sofia, filmasse todo o meu parto apenas porque ela disse que estava entediada.
Ela gravou tudo.
O momento em que perdi o controle do meu corpo.
Meus gritos.
Meu rosto contorcido pela dor.
Depois, tirou capturas de tela, transformou as imagens em memes e as compartilhou em um grupo privado da alta cúpula da família.
Do lado de fora do quarto do hospital, eu podia ouvir a gargalhada escandalosa de Sofia.
— Carter, esse foi o melhor entretenimento do ano. Você sempre sabe exatamente como me agradar.
— Mas a Sloane vai surtar quando acordar e descobrir isso.
A anestesia ainda não havia passado completamente. Minhas pálpebras pesavam, e, através da névoa da consciência, ouvi a voz despreocupada de Carter, exatamente como sempre.
— Ela não vai ficar tão brava assim. Você conhece a Sloane. Ela sempre faz o que eu mando.
— Basta eu convencê-la com algumas palavras. Além disso, agora que o herdeiro nasceu, ela nunca vai me deixar.
Sob os lençóis, meus dedos se fecharam lentamente em um punho.
Minha mente foi inundada por tudo o que eu havia sacrificado por ele ao longo dos anos.
Carter provavelmente já tinha se esquecido de quem o transformou no homem que hoje controla estas ruas.
Já que você gosta tanto de jogos...
Então vamos jogar um de verdade.
No dia em que eu for embora...
Todos vocês vão se arrepender.
Encarei o contrato de casamento dos Vercetti que meu pai empurrou sobre a mesa.
Sem hesitar, escrevi o nome da minha meia-irmã, Demi, e o deslizei de volta.
Meu pai congelou. Em seguida, seus olhos brilharam com uma empolgação ridícula, como se tivesse acabado de ganhar na loteria.
— Como você pode dar uma chance tão perfeita à sua irmã?
Na minha vida passada, meu casamento foi uma piada para todos ao meu redor.
Eu era a ruiva indomável, a pequena bruxa selvagem que ousou entrar na órbita de Cassian Vercetti, herdeiro e líder da antiga família criminosa Vercetti.
Eu nunca fui perfeita nem obediente.
Ele amava vestidos de deusa. Eu usava minissaias e dançava sobre as mesas.
Ele exigia intimidade na posição missionária, tradicional e ordenada. Eu queria subir por cima, dominá-lo, perder-me completamente.
Em um baile de gala, as esposas da alta sociedade riam do meu cabelo, do meu vestido, da minha "selvageria".
Achei que ele ao menos fingiria me defender.
Não defendeu.
— Perdoem-na. Ela não é… devidamente treinada.
Treinada.
Como um cachorro.
Passei toda a minha vida anterior sufocando sob as regras dele, dobrando-me até sangrar para caber na forma que ele queria, até a noite em que nossa casa pegou fogo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta ao momento em que soube do casamento arranjado.
Olhei para o contrato à minha frente.
Desta vez?
Acho que os garotos da boate combinam mais comigo.
Mas, no instante em que Cassian percebeu que a noiva não era eu, ele quebrou todas as regras pelas quais havia vivido.
Cyberpunk 2077 mergulha na distópica Night City, um cenário onde corporações dominam tudo e a humanidade se perde em meio à tecnologia. A história gira em torno de V, um mercenário em busca de um implante único chamado Relic, que contém a consciência do lendário Johnny Silverhand. A jornada é cheia de escolhas morais, alianças voláteis e um constante questionamento sobre o que realmente nos define.
O que mais me fascina é como o jogo explora temas como identidade e liberdade, enquanto você navega por um mundo onde a linha entre humano e máquina é quase inexistente. Cada decisão afeta o rumo da narrativa, criando uma experiência única para cada jogador. No final, fica aquele gosto de quero mais, misturado com uma pitada de melancolia futurista.
Detroit: Become Human é um jogo que me surpreendeu pela complexidade narrativa e pela quantidade de escolhas que impactam o destino dos personagens. Existem mais de 40 finais possíveis, cada um moldado pelas decisões que você toma ao longo da história. Dependendo de como você conduz Connor, Kara e Markus, o destino deles pode ser completamente diferente — desde revoluções bem-sucedidas até tragédias pessoais.
O que mais me fascina é como pequenas escolhas, como um diálogo ou ação, podem desencadear consequências enormes no final. Já rejoguei várias vezes só para explorar caminhos alternativos, e cada experiência foi única. A liberdade que o jogo oferece é incrível, e isso faz com que valha a pena experimentar várias vezes.
Cyberpunk 2077 teve uma jornada turbulenta desde o lançamento, mas em 2024, depois de inúmeros patches e atualizações, a experiência melhorou drasticamente. A cidade de Night City agora funciona como prometido, com menos bugs e mais imersão. A narrativa de V e Johnny Silverhand continua sendo uma das mais cativantes dos últimos anos, e as missões secundárias adicionam camadas incríveis ao mundo.
Os gráficos estão mais polidos, especialmente com ray tracing, e o combate foi ajustado para ser mais fluido. Se você evitou o jogo antes por causa dos problemas, agora é o momento perfeito para mergulhar nesse universo cyberpunk cheio de estilo e substância.