Dirijo uma Bros 160 há três anos e posso dizer que os custos são bem razoáveis. O seguro fica na faixa de R$ 1.000 a R$ 1.500 anual, dependendo do seu perfil. Manutenção preventiva é tranquila: óleo a cada 5.000 km, filtro de ar quando tá muito sujo, e corrente regulada sempre que necessário. No total, não passa de R$ 1.500 por ano se você fizer tudo certinho. A Honda tem uma rede de concessionárias boa, mas oficinas especializadas costumam cobrar menos pela mão de obra.
Conversando com um mecânico de confiança, ele me explicou que a Bros 160 é econômica no geral. O seguro pode ser mais salgado se você morar em capital, mas no interior costuma sair por menos de R$ 1.000. Manutenção anual, incluindo revisões periódicas, fica entre R$ 1.200 e R$ 2.000 se precisar trocar algo além do básico. Pneus originais duram uns 15.000 km, mas são caros – cerca de R$ 400 cada. A vantagem é que a moto é robusta e raramente quebra, então dá para planejar os gastos sem sustos.
Meu primo tem uma Bros 160 e sempre comenta sobre os custos. Ele gasta em média R$ 1.200 por ano com seguro, mas varia muito dependendo da cidade e da seguradora. A manutenção básica, como troca de óleo e filtros, fica em torno de R$ 300 a cada 3 meses. Peças como pastilhas de freio e pneus podem custar mais, especialmente se você pegar originais.
Fora isso, tem os imprevistos. Ele já precisou trocar a correia dentada e gastou quase R$ 500 com mão de obra e peça. A dica dele é guardar uma reserva para essas surpresas, porque moto sempre dá algum gasto extra quando a gente menos espera.
Tenho um amigo que é fanático por motos e calculou tudo direitinho. Segundo ele, o seguro da Bros 160 varia entre R$ 800 e R$ 1.800 por ano. Manutenção anual básica (óleo, filtros, vela) gira em torno de R$ 600. Se você adicionar pneus e algum reparo eventual, pode chegar a R$ 2.000 tranquilo. A dica dele é fazer cotações em várias oficinas antes de fechar qualquer serviço, porque os preços flutuam bastante.
2026-07-03 03:52:02
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A 300ª Dívida que Escrevi
Na Medida Certa
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Dos dez aos dezoito anos, meus pais me obrigaram a escrever duzentas e noventa e nove dívidas.
Cada centavo que eu pedia a eles era considerado um empréstimo — algo que eu teria que pagar quando me tornasse adulta.
Até que sofri um acidente de carro... Na hora de pagar a cirurgia, ainda me faltavam três mil no cartão.
Sem saída, fui implorar ajuda aos meus pais.
Mas eles apenas sorriram friamente:
— Júlia Monforte, você já tem dezoito anos. Não temos mais obrigação nenhuma com você. Escreva uma nova dívida!
Com lágrimas nos olhos, escrevi minha tricentésima dívida.
Após a cirurgia, abri o Instagram e me deparei com uma publicação da minha irmã adotiva.
Na foto, ela estava em um cruzeiro internacional, celebrando seu aniversário de dezoito anos como uma princesa, cercada de gente a bajulando.
O presente dos meus pais para ela? Um apartamento de alto padrão no centro de São Paulo... e a chave de um Maserati.
Até meu amigo de infância... olhava para ela com olhos cheios de amor.
Ela agradecia: "Obrigada às pessoas que eu mais amo, por me darem o melhor que eu poderia ter."
E eu, segurando aquela dívida toda amassada nas mãos, simplesmente sorri.
Depois que eu quitar essa dívida... uma coisa é certa — não preciso mais de uma família assim.
Na cabine do banheiro da empresa, ouvi alguém falando mal de mim.
A estagiária que eu treinei pessoalmente por três meses reclamava:
— Ela é uma bruxa velha e insensível, como um robô que não sabe pensar.
Quando eu estava prestes a abrir a porta para interromper, outra pessoa concordou rindo.
— Os documentos estão incompletos.
— Os recibos não estão em conformidade.
— O chefe não assinou, não posso pagar.
— As frases de sempre dela, já sabemos todas de cor!
Depois que todas foram embora, voltei silenciosamente para o meu escritório.
A estagiária jogou uma pilha grossa de pedidos de reembolso na minha mesa:
— Não venha com um monte de desculpas de novo para não reembolsar o pessoal de propósito.
Dei uma olhada na nota fiscal falsificada, mas não a desmascarei como costumava fazer.
Desta vez, eu sorri levemente:
— Estou com dor de cabeça, não consigo enxergar as letras direito.
Quando eu estava prestes a sair do restaurante do meu irmão, a gerente me parou.
— Senhorita, desculpe, mas a senhora não pagou a conta.
Olhei para o rosto desconhecido e pensei que ela provavelmente era nova e não me reconhecia, então expliquei educadamente:
— Coloque na conta do dono. Ele me conhece.
A gerente me lançou um olhar de desdém.
— Senhorita, este é um restaurante três estrelas Michelin. Não deixamos qualquer um fazer fiado.
Ela me entregou uma conta impressa. Dei uma olhada. Cinquenta mil dólares por uma refeição. Três mil pela manutenção da louça, cinco mil pela purificação exclusiva do ar, dez mil por uma taxa de serviço VIP de "práticas relaxantes" e uma porção de outras cobranças absurdas. Eu nem sabia que o restaurante do meu irmão era um golpe desses. Não pude deixar de rir, incrédula.
— Eu sou a irmã do dono. Se houver algum problema, diga a ele para falar comigo em casa.
Mas ela simplesmente não desistia.
— Se não pode pagar, pare de fingir que pode. E não finja que conhece o senhor White também.
Mandei uma mensagem rápida para minha secretária:
[Diga ao meu irmão para demitir essa gerente ou eu retiro meu investimento.]
Rodrigo, com quem eu estava em guerra fria, postou no Instagram:
"Os cem primeiros que curtirem recebem uma transferência de término"
Em minutos, já eram noventa e nove curtidas e compartilhamentos.
Eu sabia o que ele estava esperando. Que eu cedesse. Como nas dez vezes anteriores, que eu pedisse para ele apagar o post.
Mas dessa vez, compartilhei e comentei.
"Me inclui."
Depois disso, bloqueei todas as formas de contato dele.
Três dias depois, a irmã dele me mandou mensagem:
"O espetáculo de formatura do meu irmão ainda tem um ingresso reservado para você. Ele disse que, se você for, ele te perdoa."
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Eu realmente não tenho tempo, porque fui aprovada no mestrado de uma universidade da capital e, naquela mesma noite, meu voo vai partir para a matrícula.
A partir de agora, ficamos separados por milhares de quilômetros.
E não vamos mais nos ver.
NO DIA EM QUE PERDI A MINHA LOBA, MEU AMOR TAMBÉM SE FOI
Bagel
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Quando meu companheiro Alfa, Logan, percebeu que eu não havia submetido uma única solicitação de despesas em três dias, ele entrou em contato comigo por conta própria, pela primeira vez.
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Antes de partir, a única coisa que eu consegui levar comigo foi uma velha camiseta, que eu costumava usar quando ele me marcou.
Ninguém acreditaria que a adorada Luna da Alcateia Lua Negra, em apenas três anos desde a cerimônia, não conseguisse juntar cinco vestidos decentes que fossem realmente seus.
Toda despesa de casa que eu fazia precisava ser aprovada com o selo da Luna, o símbolo do meu próprio poder.
— Sienna, cuidar das contas é cansativo demais. Isso vai te desgastar.
— Deixe a Chloe cuidar desse trabalho tedioso. Tudo que você precisa fazer é ficar bonita e ser a minha Luna perfeita.
E assim, o selo da Luna que deveria ser meu, acabou se tornando algo que eu precisava implorar para a Chloe, a secretária do Alfa, que supostamente estava "lidando com o trabalho tedioso por mim".
Três dias atrás, minha loba estava prestes a colapsar. Eu chorei e implorei pelos duzentos mil necessários para a cirurgia de intervenção. Mas Chloe deliberadamente reteve o selo, atrasando a aprovação sob a alegação de procedimento inadequado.
Por fim, minha loba, já fraturada, ficou completamente silenciosa nas profundezas da minha alma.
E ali eu soube: não havia mais nada entre mim e aquele Alfa.
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Sua amiga de infância, Hattie, se ofereceu para me levar ao Centro Médico da Alcateia para um exame de rotina.
Ao atravessarmos a ponte sobre o Rio Wolf's Hollow, ela não hesitou.
Girou o volante violentamente em direção ao velho guarda-corpo enferrujado.
Desta vez, eu não disputei o volante com ela como fiz na minha vida anterior.
Porque, na minha vida passada, consegui impedir o acidente.
Mas Hattie foi arremessada para fora do carro e caiu nas águas turbulentas do rio.
Seu corpo jamais foi encontrado.
Meu Alfa dizia que não me culpava.
Todos os dias, moía prímulas-da-noite com as próprias mãos para acalmar nosso filhote, enquanto seus olhos transbordavam de ternura e expectativa pela chegada do nosso bebê.
Mas, no dia em que dei à luz seu herdeiro...
Ele me obrigou, junto com nosso filhote recém-nascido, a entrar no carro.
Pisou fundo no acelerador.
E dirigiu diretamente para o mar revolto.
— Ela nunca teria morrido se você não tivesse enlouquecido de ciúmes e agarrado o volante! Achou mesmo que bancar a vítima iria me enganar?
— Você gosta tanto de provocar "acidentes", não é? Então vamos ver como você gosta das águas geladas!
Quando abri os olhos novamente...
Eu estava de volta ao carro esportivo desgovernado de Hattie.
Comprar uma Bros 160 0km é uma decisão que depende muito do uso que você pretende dar à moto. Se você busca um veículo econômico, ágil para o trânsito urbano e com manutenção acessível, a Bros 160 é uma ótima opção. Ela tem um consumo de combustível bastante eficiente e é conhecida pela sua durabilidade. Além disso, a Honda tem uma rede de concessionárias extensa, o que facilita na hora de encontrar peças e serviços.
Por outro lado, se você pretende usar a moto para viagens mais longas ou carregar bastante peso, pode ser interessante considerar modelos com cilindradas maiores. A Bros 160 é versátil, mas tem suas limitações em estradas mais exigentes. No preço atual, vale a pena se ela se encaixar bem no seu dia a dia e não exigir desempenho além do que ela oferece. No fim das contas, é uma moto que entrega muito pelo que custa.
Pesquisar preços da Bros 150 pode ser uma aventura e tanto! Comece dando uma olhada nos sites das concessionárias Honda na sua região. Muitas vezes, elas oferecem promoções sazonais que não estão divulgadas em outros lugares.
Uma dica é entrar em contato direto com o vendedor e perguntar sobre descontos para pagamento à vista ou pacotes de acessórios inclusos. Lembre-se de comparar pelo menos três orçamentos diferentes antes de fechar negócio. Minha última compra foi assim e economizei quase 10% do valor anunciado inicialmente.
Honda Bros é uma moto que sempre teve um apelo especial entre os fãs de custom, e em 2024, os preços variam bastante dependendo do ano, estado de conservação e quilometragem. Dá pra encontrar modelos entre 2015 e 2020 na faixa de R$ 15 a R$ 25 mil, mas os mais novos, com menos de 5 anos de uso, podem chegar a R$ 30 mil se estiverem impecáveis. O mercado de usados tá meio inflacionado por conta da alta dos novos, então é bom pesquisar bem antes de fechar negócio.
Uma dica é dar uma olhada em grupos de venda especializados ou plataformas como OLX e Webmotors pra ter uma noção real dos valores. Sempre tem aquela diferença entre o preço anunciado e o que o vendedor realmente aceita, então negociação ainda é a chave.