Quantos Anos Tinha Dedé Santana Quando Entrou Para Os Trapalhões?
2026-02-15 23:37:02
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MilaSul
Novo leitor
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Personnalité
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Désir secret
Ton côté obscur
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4 Réponses
Naomi
Leitor fiel
Atleta
Quando penso no Dedé dos Trapalhões, sempre me vem à mente aquela expressão característica de confusão que ele fazia. Ele entrou no grupo com 27 anos, trazendo uma pegada diferente dos outros. Enquanto Didi era o caótico, Dedé representava o 'cidadão comum' apanhando da vida, o que gerava uma identificação imediata com o público. Sua idade na época era perfeita - jovem o suficiente para as acrobacias, mas com maturidade cômica.
2026-02-18 16:55:05
4
Ian
Comentador
Podcaster
27 anos. Essa era a idade de Dedé quando começou essa jornada que seria parte fundamental da cultura brasileira por gerações. Curioso pensar que ele quase não entrou pro grupo - originalmente seria um participante temporário, mas seu talento garantiu lugar fixo. Essa história me faz refletir sobre como oportunidades podem surgir quando menos esperamos.
2026-02-20 19:59:28
3
Vaughn
Grande leitor
Taxista
Na época que Dedé estreou nos Trapalhões, ele ainda era um jovem artista consolidando seu estilo. Acho fascinante como ele adaptou sua comicidade de circo para a TV, criando um personagem tão icônico. Dá pra ver claramente a evolução dele ao longo das décadas, desde os primeiros episódios até os filmes de maior orçamento nos anos 80.
2026-02-21 18:02:10
4
Otto
Fã de histórias
Contabilista
Dedé Santana tinha 27 anos quando se juntou ao grupo Os Trapalhões em 1965. Essa fase marcou uma virada na carreira dele, que já tinha experiência como palhaço em circos antes de entrar para o mundo da televisão.
Lembro de ver reprises dos Trapalhões na infância e me impressionar com o timing cômico dele. A química entre Didi, Dedé, Mussum e Zacarias era algo único, quase mágico. Hoje, quando revê alguns sketches, dá para perceber como Dedé trouxe uma energia diferente pro grupo, mais contida que o Didi, mas igualmente essencial.
2026-02-21 21:41:06
7
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Além do Nome DeLuca
Gemma
0
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Uma semana antes da Páscoa, Adrian me deu sete dias de folga e colocou uma passagem para Estocolmo dentro da minha bolsa.
Achei que ele finalmente estava aprendendo a se importar.
Então eu o ouvi conversando com nosso filho na escada.
— Papai, você vai mesmo se casar com a tia Bianca? E a mamãe?
Noah estava segurando seu carrinho em miniatura, tentando parecer corajoso.
Adrian ficou em silêncio por um momento.
— É apenas um casamento no papel. Matteo se foi. Bianca e Sophia estão expostas, e eu não posso deixá-las assim. Elas precisam do nome DeLuca para proteção.
— A mamãe sabe?
— Ela não pode saber — a voz dele suavizou. — Não conte isso a ela, Noah. No seu aniversário, eu compro aquele modelo de Aston Martin que você quer.
Então a passagem nunca foi um presente. Era uma forma de me tirar do caminho.
Se ele podia colocar o nome da família em outra mulher, mesmo que fosse só de aparência, então eu podia recuperar o orgulho e a ambição que enterrei neste casamento.
Desta vez, quando eu partisse para o norte, não voltaria.
Quando meu pai me pediu para escolher um dos irmãos da Família Martins, amigos de longa data da nossa família, para casar, eu escolhi Renan Martins.
Apenas porque ele era o homem por quem eu fui apaixonada em segredo por treze anos.
Mas, no dia do nosso casamento, sua meia-irmã se jogou do terraço do hotel.
Ela deixou uma carta escrita com sangue, desejando a mim e a Renan um casamento feliz e que envelhecêssemos juntos.
Só então eu soube que os dois haviam tido um amor secreto por muitos anos.
Na cerimônia, Renan perdeu a compostura e anunciou que renunciaria à vida secular, me deixando sozinha e desamparada no altar.
Desde então, ele passou a vida rezando por sua meia-irmã.
Eu o odiei por ter me enganado, me apeguei àquele casamento e nos torturamos mutuamente.
Até que fomos sequestrados e, para me salvar, ele se matou junto com os sequestradores.
Antes de morrer, ele olhou para mim e disse: — Pérola, a culpa foi minha por ter escondido isso de você.
— Mas a minha vida e a da minha irmã já são suficientes para quitar essa dívida, não são?
— Na próxima vida, lembre-se de não me escolher.
Quando abri os olhos novamente, eu havia voltado ao dia em que meu pai me pediu para escolher um noivo.
Desta vez, eu, Pérola Lima, escolheria firmemente seu irmão mais velho, Davi Martins.
Depois que minha família faliu, meu noivo, Luis Ribeiro, rompeu o nosso noivado sem hesitação e escolheu Paula Sousa.
Foi Jone Loureiro quem me ajudou a pagar as dívidas, cuidou do funeral do meu pai e me resgatou do caos.
Nos três anos seguintes, ele nunca me deixou.
Eu estava prestes a acreditar que tinha encontrado minha salvação, mas, na véspera do nosso casamento, ouvi ele conversando com o amigo Carlos Araújo:
— Você realmente vai se casar com Sofia Lima? Não tem medo que um dia ela descubra que a morte do pai e a falência da família Lima foram obra sua?
— Paula já está casada com Luis, e eu estou com Sofia. E se ela descobrir, qual é o problema? Paguei as dívidas dela, enterrei o pai. Já fiz mais do que deveria.
Só então eu soube que Jone Loureiro também tinha me enganado.
Do começo ao fim, a única que se entregou nessa história fui eu.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Quando a minha cunhada teve outra crise, eu soube que me divorciaria novamente.
Fechei os olhos. "Este é o nono divórcio."
Luís Ribeiro massageou as têmporas, dizendo com culpa:
— Paula, a morte do meu irmão foi tão repentina... Ele deixou a esposa e o bebê que ela carrega. Eu não posso simplesmente abandoná-los.
— Não se preocupe, assim que o bebê nascer, vamos nos casar novamente. Desta vez, para nunca mais nos separarmos!
Eu fiquei em silêncio.
Afinal, essa era a oitava vez que eu ouvia a mesma promessa.
O primeiro divórcio foi quando a morte súbita do irmão mais velho fez minha cunhada entrar em colapso.
Na época, ela estava grávida, e Luís propôs o divórcio para que pudesse acalmá-la, prometendo que nos casaríamos de novo depois.
Em nove meses, nos casamos e nos divorciamos oito vezes por causa disso.
Todos zombavam de mim, me chamando de a "recordista de divórcios". Até eu mesma achava tudo isso um absurdo.
Peguei a certidão de divórcio recém-impressa, e um funcionário ao lado me perguntou em voz baixa:
— Quando vocês vêm na próxima vez?
Eu respondi com indiferença:
— Não haverá uma próxima vez.
No salão VIP de um cassino clandestino, Maeve, a princesa da família Falcone, havia sido servida com bebida forte em excesso.
Movida pelo álcool, alguém a provocou a revelar a coisa mais vergonhosa que ela já tinha feito para conquistar o Don.
Ela girou o copo, apontou para mim, distribuindo cartas atrás da mesa, e jogou a cabeça para trás, gargalhando.
— Sete anos atrás, quando o Declan estava em coma depois de um tiroteio, eu peguei o celular particular dele. Apaguei a mensagem de socorro que aquela vadia mandou para ele, cada último vestígio, e depois respondi no lugar dele: “Você é um fardo. Vá morrer.”
— Vocês nunca vão adivinhar o que aconteceu depois: aquela idiota ficou a noite inteira do lado de fora do esconderijo, debaixo de uma chuva torrencial, como um cachorro de rua. Eu quase morri de tanto rir…
O salão explodiu em gargalhadas grosseiras.
Apenas o homem entronado na cabeceira da mesa permaneceu em silêncio. O copo de uísque de cristal em sua mão se estilhaçou com um estalo seco.
O sangue se misturou ao líquido âmbar, escorrendo pelas veias do dorso da sua mão antes de pingar no carpete.
Seus olhos injetados, assassinos, estavam cravados em mim.
Com calma, distribuí a última carta fechada à sua frente e ofereci um lenço de seda branco, impecável.
— Don Declan, você deveria limpar a mão. Sangue no feltro dá azar.
Afinal, algumas manchas nunca saem completamente.
Dede Santana se tornou parte dos Trapalhões quase por acidente, mas foi um acidente feliz! Tudo começou quando ele era um jovem ator e humorista, tentando ganhar espaço no meio artístico. Seu talento natural para a comédia física e seu timing perfeito chamaram a atenção de Renato Aragão, o líder do grupo. Dede foi convidado para participar de um episódio do programa, e sua química com o time foi instantânea. Ele trouxe uma energia única, misturando ingenuidade e sagacidade de um jeito que complementava perfeitamente o estilo dos outros membros.
Dede não só entrou para o grupo como também ajudou a moldar a identidade dos Trapalhões nas décadas seguintes. Sua presença trouxe um equilíbrio entre o caos e a ternura, especialmente em sketches onde ele interpretava o 'ingênuo' que, no fundo, era mais esperto do que parecia. Sua jornada é um exemplo de como o destino às vezes coloca as pessoas no lugar certo, na hora certa, e ele soube aproveitar cada momento.
Depois do fim de 'Os Trapalhões', Dede Santana seguiu carreira solo, mas com um foco diferente do que o público estava acostumado. Ele mergulhou no universo religioso, tornando-se pastor e dedicando-se à pregação. A transição foi surpreendente para muitos fãs, mas ele sempre demonstrou ser uma pessoa de fé mesmo durante o auge do humor.
Além disso, Dede também explorou a música gospel, lançando alguns álbuns e participando de eventos religiosos. Sua vida pós-Trapalhões mostra como pessoas podem reinventar-se completamente, mesmo após décadas de sucesso em uma área totalmente diferente. Acho fascinante como ele abraçou essa nova fase com tanta paixão, provando que nunca é tarde para seguir um novo caminho.
Lembro de assistir aos trapalhões na TV quando era criança, e Dedé sempre era o coração da trupe. Hoje em dia, fiquei surpreso ao descobrir que ele já completou 85 anos! Parece que foi ontem que ele fazia aquelas caretas hilárias e corria dos fantasmas nos filmes. O tempo voa mesmo, e ver esses ícones envelhecendo é um lembrete do quanto a gente também cresceu.
Ainda assim, a energia dele continua inspiradora. Mesmo depois de tantas décadas no humor, Dedé ainda consegue arrancar risadas com seu jeito único. É incrível como alguns artistas deixam marcas tão profundas na cultura popular que atravessam gerações inteiras.
Lembro de ver Dedé Santana nos programas do Chaves quando era criança e sempre achei incrível como ele conseguia fazer todo mundo rir sem dizer uma palavra. Fiquei surpreso ao descobrir que ele ainda está vivo hoje, com 88 anos completados em 2024. Aquele jeito tímido e expressivo dele marcou uma geração inteira.
Dedé começou no Circo Atayde antes de se juntar ao Chespirito, e é impressionante pensar que ele continua sendo um símbolo da comédia física. Mesmo depois do fim do programa, ele manteve uma vida discreta, longe dos holofotes, mas seu legado como um dos maiores palhaços da TV mexicana permanece intocável. Que homem inspirador!