Scarlett Johansson tinha só 17 anos durante as filmagens, mas carrega 'Encontro e Desencontros' com uma maturidade impressionante. Seu personagem, Charlotte, forma um contraste lindo com o Bob de Bill Murray – ele o cinismo personificado, ela cheia de dúvidas juvenis.
A dinâmica deles me lembra aquelas amizades que surgem quando menos esperamos: sem pretensão, só dois seres humanos compartilhando um momento frágil. Coppola poderia ter feito um romance clichê, mas preferiu algo mais verdadeiro. Até hoje, a cena do sussurro no ouvido dela me arrepia.
2026-04-25 02:05:08
12
Flynn
Leitor útil
Agente
Bill Murray rouba a cena como Bob, um ator americano meio desiludido fazendo comerciais no Japão. Scarlett Johansson é Charlotte, uma jovem esposa esquecida pelo fotógrafo marido. A beleza do filme tá nos detalhes: como eles tentam karaokê juntos, ou ficam acordados até tarde no bar do hotel.
Giovanni Ribisi aparece brevemente como o marido ausente, e Anna Faris faz uma divertida caricatura de atriz famosa. Mas o coração mesmo é a dupla principal, dois estrangeiros que se entendem sem precisar de muitas palavras.
2026-04-26 02:43:19
10
Emma
Comentador
Manicure
Murray e Johansson são a dupla improvável que faz 'Encontro e Desencontros' funcionar. Ele, um veterano do comedy-drama; ela, uma novata brilhante. O filme não tem vilões ou heróis – só pessoas tentando se reconectar consigo mesmas num país estranho.
Fico pensando como Coppola escolheu tão bem os intérpretes: Murray traz suas próprias camadas de fama tardia, enquanto Johansson transborda essa energia de quem ainda está descobrindo o mundo. Juntos, criam magia num elevador ou compartilhando sushi às 3 da manhã.
2026-04-28 15:03:22
2
Xander
Leitor experiente
Podcaster
Adoro falar sobre 'Encontro e Desencontros'! Os protagonistas são Bob Harris (Bill Murray) e Charlotte (Scarlett Johansson), dois estrangeiros perdidos em Tóquio. Murray traz essa melancolia hilária de um ator envelhecendo, enquanto Johansson captura perfeitamente a solidão de uma recém-casada deslocada.
O que mais me pegou foi a química improvável entre eles – ele com seu humor seco, ela com sua vulnerabilidade quieta. Sofia Coppola dirigiu essa joia, e até hoje me pego revendo as cenas no hotel Park Hyatt, onde a fotografia faz Tóquio parecer outro personagem.
2026-04-29 01:57:31
8
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Casei-me com o mesmo homem sete vezes, e ele se divorciou de mim sete vezes — sempre pela mesma mulher, só para poder passar as férias com seu primeiro amor como um homem livre e também para poupá-la das fofocas do mundo.
Na primeira vez, cortei meus pulsos num ato desesperado para fazê-lo ficar; uma ambulância me levou às pressas ao hospital, mas ele nunca apareceu para me ver.
Na segunda vez, rebaixei-me para me candidatar a um cargo de assistente em sua empresa, apenas para poder vê-lo novamente, mesmo que de longe.
Na sexta vez, já havia aprendido a empacotar minhas coisas em silêncio e a sair sozinha da casa que um dia foi nossa.
Minhas crises de histeria, minhas concessões repetidas, minha resignação entorpecida — tudo o que recebi em troca foram seus casamentos pontuais, sempre seguidos pelos mesmos truques e pelas mesmas mentiras.
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Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
Quando atingi a maioridade, ele exigiu que eu escolhesse um deles para ser meu noivo.
Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
Quando meu pai me pediu para escolher um dos irmãos da Família Martins, amigos de longa data da nossa família, para casar, eu escolhi Renan Martins.
Apenas porque ele era o homem por quem eu fui apaixonada em segredo por treze anos.
Mas, no dia do nosso casamento, sua meia-irmã se jogou do terraço do hotel.
Ela deixou uma carta escrita com sangue, desejando a mim e a Renan um casamento feliz e que envelhecêssemos juntos.
Só então eu soube que os dois haviam tido um amor secreto por muitos anos.
Na cerimônia, Renan perdeu a compostura e anunciou que renunciaria à vida secular, me deixando sozinha e desamparada no altar.
Desde então, ele passou a vida rezando por sua meia-irmã.
Eu o odiei por ter me enganado, me apeguei àquele casamento e nos torturamos mutuamente.
Até que fomos sequestrados e, para me salvar, ele se matou junto com os sequestradores.
Antes de morrer, ele olhou para mim e disse: — Pérola, a culpa foi minha por ter escondido isso de você.
— Mas a minha vida e a da minha irmã já são suficientes para quitar essa dívida, não são?
— Na próxima vida, lembre-se de não me escolher.
Quando abri os olhos novamente, eu havia voltado ao dia em que meu pai me pediu para escolher um noivo.
Desta vez, eu, Pérola Lima, escolheria firmemente seu irmão mais velho, Davi Martins.
A amiga de infância do meu marido engravidou. Eu também.
Para proteger a reputação dela, ele inventou que o filho dela era dele.
E o meu...
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Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
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Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Lembro que quando assisti 'Encontros e Desencontros' pela primeira vez, fiquei completamente envolvido pela química entre os atores. Bill Murray desempenha o papel de Bob Harris, um ator americano meio deslocado em Tóquio, e sua atuação é simplesmente icônica – aquela expressão cansada e ao mesmo tempo cheia de nuances é brilhante. Scarlett Johansson interpreta Charlotte, uma jovem esposa perdida em sua própria vida, e a forma como ela consegue transmitir tanta emoção com poucas palavras é impressionante.
O filme é dirigido por Sofia Coppola, e ela consegue extrair performances incríveis de ambos. Murray traz um humor seco e melancólico, enquanto Johansson oferece uma vulnerabilidade que complementa perfeitamente o seu personagem. É um daqueles filmes onde as atuações ficam na sua cabeça por dias depois que acabam.
Você já assistiu 'Encontros e Desencontros' e ficou impressionado com o elenco? O filme tem um time incrível, liderado por Bill Murray no papel de Bob Harris, um ator americano meio deslocado em Tóquio. A Scarlett Johansson brilha como Charlotte, uma jovem casada que também está perdida naquela cidade. E tem o Giovanni Ribisi, que interpreta o marido dela, John, um fotógrafo ocupado demais para perceber a solidão da esposa.
O que mais me surpreende é como esses atores conseguem transmitir tanta emoção com diálogos tão simples. Murray tem aquela cara de cansado que combina perfeitamente com o personagem, e Johansson mostra uma vulnerabilidade que é difícil de esquecer. Tem também a Anna Faris como Kelly, uma atriz meio boba que contrasta com a seriedade do resto do grupo. É um elenco que funciona tão bem junto que você quase sente que está ali, naquele hotel, vivendo aqueles momentos estranhos e bonitos.
Encontro Marcado é um daqueles filmes que ficam na memória, não só pela história, mas pelo elenco incrível. O filme traz Brad Pitt no papel de Joe Black, a personificação da Morte que decide experimentar a vida humana. Claire Forlani interpreta Susan Parrish, a jovem médica que se envolve emocionalmente com Joe, enquanto Anthony Hopkins vive Bill Parrish, o poderoso empresário que faz um acordo com a Morte. A química entre os três é palpável, especialmente nas cenas mais introspectivas, onde Hopkins rouba a cena com sua presença magnética.
O que mais me fascina é como cada ator consegue transmitir camadas de complexidade. Pitt alterna entre uma inocência quase infantil e uma serenidade assustadora, enquanto Forlani traz uma vulnerabilidade que contrasta perfeitamente com a força de Hopkins. É um daqueles casos em que o elenco não apenas entrega performances sólidas, mas cria uma dinâmica que elevou o filme a outro nível. Mesmo depois de tantos anos, suas interpretações ainda ressoam.
Me lembro de assistir 'O Reencontro' numa tarde chuvosa, e o elenco realmente me surpreendeu. Julia Roberts e George Clooney têm uma química incrível, como sempre, mas foi o ator que interpreta o filho deles, Lucas Bravo, que roubou a cena pra mim. Ele consegue transmitir essa mistura de vulnerabilidade e resiliência que é raro ver em personagens jovens.
A dinâmica entre os três é o coração do filme, com cada um trazendo nuances diferentes. Julia traz essa força maternal, George tem aquele charme descontraído, e Lucas equilibra tudo com uma performance mais introspectiva. É um daqueles elencos que parece ter sido montado com muito cuidado, onde cada ator complementa o outro perfeitamente.