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Quando Ele Arrependeu, Eu Já Era Outra

Quando Ele Arrependeu, Eu Já Era Outra

DuduzinhoDramaContemporâneoCEOIdentidade OcultaReencontroDivórcio
Sofia Borges sofreu um aborto espontâneo. Ela amou Miguel Castro por dez anos, abandonou a faculdade no segundo ano para se casar com ele e, ao longo de três anos de casamento, dedicou-se completamente à família sem jamais reclamar. Só quando uma planilha secreta veio à tona foi que ela descobriu que não passava de uma peça no jogo entre Miguel e a primeira namorada dele. No quarto do hospital, Sofia soube que Miguel estava pescando em alto-mar com a ex. Foi então que pediu o divórcio. A antiga dona de casa, antes desprezada por todos, se transformou em designer de uma marca de joias de alto luxo; passou a ser mentora de um pianista de nível mundial, deusa das pistas, filha do ministro das Relações Exteriores, presidente executiva de uma empresa listada em bolsa avaliada em dezenas de bilhões... Ao ver o número de pretendentes de Sofia crescer sem parar, Miguel começou a perseguir ela sem descanso. Cansada de tudo, Sofia simplesmente encenou a própria morte. Diante do túmulo vazio, Miguel passou noites inteiras sozinho, ajoelhado até destruir os próprios joelhos. Até que um dia ele reencontrou por acaso a ex-esposa que havia fingido estar morta, com os olhos avermelhados. — Amor, volta comigo para casa, por favor? Sofia sorriu. — Sr. Miguel, não me chame assim. Nós já nos divorciamos. Agora estou solteira.
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Adriana Oliveira Costa
A história é longa,Sofia está sofrendo muito,quero ver e a autora dá uma chance rápida,para ela dar a volta por cima em todos e os que fizeram mal,e em toda família de Miguel,tá na hora de Sofia,para de sofrer já ,e mostrar a todos sua força.
Socorro Carvalho
acho que a autora se perdeu na narrativa, a estória enjoativa, vai e volta e não tem fim. está ficando sem graça nenhuma, acho que vou deixar de ler, cansei!!!!! quem é ruim tudo pode, e quem não é nunca resolve nada
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Amar Foi Perder o Controle

Amar Foi Perder o Controle

Sem AsasContemporâneoReencontroMal-entendidoAdvogado/AdvogadaAmor DóiInteligente
Henrique Queiroz sempre fora impecável e sereno. Herdeiro de uma família tradicional e poderosa, crescera cercado de privilégios e honra. Um verdadeiro filho do destino, admirado por todos, alguém que parecia intocável, como se vivesse acima do mundo comum. Durante quatro anos de amor, todos sabiam: Carolina Brito era a marca mais profunda que ele carregava no coração. Então, um escândalo de "traição" caiu entre eles como uma lâmina. O que antes fora um amor absoluto transformou-se em um término humilhante e irreversível. Cinco anos depois, o destino os fez se reencontrarem. Ele a prensou contra a parede. Os olhos carregavam um ódio capaz de destruir tudo ao redor. — Já que você desapareceu do meu mundo, então desapareça por completo. Não volte a aparecer diante de mim. — Tudo bem. — Respondeu ela sem hesitar, fria e decidida. Henrique a odiava com uma intensidade que doía. E, mesmo assim, continuava enlouquecendo por ela. Continuava perdendo qualquer controle sempre que era por causa dela. Quando a verdade finalmente veio à tona, ele a encurralou contra a porta, os olhos vermelhos, a respiração pesada. — Então pague por isso a vida inteira. Case comigo. A sua dívida… Eu assumo.
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O Esquecimento Irreversível

O Esquecimento Irreversível

Carlos L.MMédico(a)HipócritaExcêntrico(a)Reconquistar a EsposaTraiçãoArrependimentoRomance dolorosoReviravoltaDramático e exagerado
Meu noivo era o principal neurocientista do país. A primeira namorada dele foi diagnosticada com câncer, e só lhe restava um mês de vida. Para acompanhá-la em sua última jornada. Ele me forçou a engolir um novo soro da amnésia que havia desenvolvido, para que eu o esquecesse por um mês. Durante esse mês, ele ficou ao lado da primeira namorada para organizar o casamento, passar a lua de mel, e prometer um reencontro em outra vida, no meio de um mar de flores. Um mês depois, ele, em prantos de sangue, ajoelhou-se sob a chuva e, com a voz rouca, me perguntou: — O efeito do remédio é só de um mês. Por que você me esqueceu para sempre?
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