4 Respostas2026-01-22 21:02:20
Ah, 'E Não Sobrou Nenhum' é daqueles livros que te deixam com os nervos à flor da pele até a última página! A história acontece numa ilha isolada, onde dez pessoas são convidadas e, uma a uma, começam a morrer seguindo uma macabra canção infantil. O final é um golpe de mestre: o assassino é o próprio juiz Wargrave, que planejou tudo meticulosamente como uma forma de 'justiça' pelos crimes que os convidados cometeram e nunca pagaram. Ele até encena a própria morte para despistar e no epílogo, envia uma confissão num manuscrito. Christie brinca com a ideia de culpa e punição, deixando a gente refletindo sobre moralidade.
E o mais genial? A última vítima, Vera, é enganada a se enforcar, fechando o ciclo da canção. A sensação que fica é de um vazio perturbador, como se a ilha devorasse mesmo as últimas sombras de sanidade. Difícil não ficar grudado nas páginas até o amanhecer!
5 Respostas2026-01-23 06:48:23
Eu lembro de pegar 'E Não Sobrou Nenhum' pela primeira vez e ficar completamente absorvido pela atmosfera claustrofóbica que a Agatha Christie construiu. O livro tem um ritmo mais lento, permitindo que cada personagem se desenvolva profundamente, com seus segredos e culpas revelados aos poucos. A ilha isolada quase vira um personagem por si só, com descrições vívidas que me fizeram sentir a tensão no ar.
Já o filme, embora mantenha a premissa central, acelera o ritmo e simplifica alguns detalhes. Os flashbacks são mais explícitos, o que tira um pouco do mistério. Ainda assim, a adaptação visual traz uma camada extra de dramaticidade, especialmente nas cenas de confronto. No final, ambas as versões têm seu charme, mas o livro dá mais espaço para a imaginação.
5 Respostas2026-01-23 11:42:34
Adoro mergulhar nos bastidores de 'E Não Sobrou Nenhum' porque a estrutura é tão meticulosa que parece um relógio suíço. Agatha Christie passou semanas planejando cada morte, ajustando pistas e redigindo versões diferentes do poema infantil que guia a trama. Ela queria que o leitor sentisse a mesma desorientação que os personagens, e por isso evitou capítulos longos, optando por cortes rápidos entre perspectivas.
Um detalhe fascinante é que o título original em inglês, 'Ten Little Niggers', foi alterado por questões sensíveis, mas a edição brasileira manteve a essência da rima macabra. Christie também confessou em entrevistas que esse foi o livro mais difícil de escrever, justamente por exigir precisão matemática para que nenhum fio da trama ficasse solto.
4 Respostas2026-01-23 05:25:02
Agatha Christie realmente caprichou na mortalidade de 'E Não Sobrou Nenhum'. Dez pessoas são atraídas para uma ilha isolada, cada uma com um passado sombrio, e todas acabam mortas seguindo a macabra canção infantil que dá nome ao livro. A autora constrói um suspense implacável, onde cada morte é mais criativa que a anterior, deixando o leitor tentando desvendar quem seria o assassino em meio aos cadáveres que se acumulam.
O que mais me fascina é como Christie manipula o senso de isolamento e paranoia, fazendo com que cada personagem—e o leitor—duvide até da própria sombra. A obra é um mestre-classo do gênero, mostrando que nem sempre precisamos de monstros ou fantasmas para sentir verdadeiro terror; a natureza humana basta.
5 Respostas2026-01-23 08:29:18
Meu coração quase pulou quando descobri que 'E Não Sobrou Nenhum' estava disponível dublado no Amazon Prime Video! A adaptação da obra da Agatha Christie é simplesmente eletrizante, e a dublagem brasileira ficou impecável. A tensão que permeia cada cena ganha ainda mais força com os talentos dos dubladores, que capturaram perfeitamente a atmosfera sombria da história.
Para quem não tem Prime, vale a pena conferir no Google Play Filmes ou YouTube Movies, onde às vezes está disponível para aluguel. A qualidade da reprodução nesses serviços é ótima, e a praticidade de assistir em qualquer dispositivo é um bônus. Já revi três vezes e sempre descubro novos detalhes!