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Schmidt é um daqueles treinadores que parecem ter um manual secreto de futebol moderno. Começou na Alemanha, em times menores, mas foi no Salzburg que seu nome ganhou destaque. Lá, ele criou uma equipe que dominava os adversários com pressing alto e transições rápidas—um estilo que depois levou para o Leverkusen. Na Bundesliga, enfrentou críticas por vezes, mas nunca abandonou sua identidade.
O que mais me chama atenção é como ele adapta suas táticas sem perder a essência. No Benfica, por exemplo, ele ajustou seu estilo para lidar com as particularidades do futebol português, mostrando flexibilidade. Além disso, sua capacidade de lidar com elencos grandes e egos variados é admirável. Schmidt não é só um estrategista; é um líder que sabe equilibrar ambição e pragmatismo.
Conheci o trabalho de Roger Schmidt quando ele estava no Salzburg, e foi impossível não notar como ele revolucionou o clube. Seu time jogava com uma energia contagiante, quase como se estivessem sempre um passo à frente dos adversários. Mais tarde, no Leverkusen, ele enfrentou gigantes como Bayern e Dortmund sem medo, mostrando que o futebol pode ser tanto estratégico quanto emocionante. Ele não tem medo de arriscar, e isso o torna especial.
O que mais me impressiona é como ele desenvolve jogadores. Kai Havertz, por exemplo, floresceu sob seu comando. Schmidt tem essa habilidade de extrair o melhor de cada atleta, misturando disciplina com liberdade criativa. No Benfica, ele segue provando que seu método funciona, mesmo sob pressão. É um daqueles técnicos que fazem você torcer pelo seu sucesso, não importa o time.
Roger Schmidt é um técnico que sempre me chamou a atenção pela ousadia. Desde os tempos de Salzburg, ele imprimia um ritmo alucinante em seus times, fazendo com que até os jogos mais simples virassem espetáculos. No Leverkusen, continuou essa pegada, enfrentando os grandes com um misto de coragem e inteligência tática. Agora, no Benfica, ele mostra que seu método funciona em diferentes contextos.
Gosto especialmente da forma como ele não se apega a rótulos. Se precisa defender, defende; se pode atacar, vai com tudo. Schmidt é a prova de que o futebol pode ser ao mesmo tempo calculado e emocionante. Ele não é só mais um nome na lista de treinadores—é alguém que deixa marca.
Roger Schmidt é um técnico alemão que se destacou no futebol europeu com um estilo de jogo intenso e ofensivo. Sua carreira começou de forma discreta, mas ganhou notoriedade ao comandar o Red Bull Salzburg, onde implementou um futebol vibrante e cheio de pressing. Depois, assumiu o Bayer Leverkusen na Bundesliga, deixando sua marca com um time jovem e agressivo. Sua filosofia de jogo sempre prioriza a posse de bola e a pressão alta, influenciando muitos treinadores modernos.
Atualmente, ele comanda o Benfica, onde continua a surpreender com seu trabalho meticuloso. Schmidt não é apenas um treinador, mas um visionário que transforma equipes em máquinas bem lubrificadas. Admiro como ele equilibra tática e mentalidade, criando espetáculos em campo que cativam até os fãs mais céticos.