Selton Mello Ganhou Prêmios Por Seus Filmes? Quais?
2026-07-18 16:38:14
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VeraLima
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Kate
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Selton Mello é um dos atores mais talentosos da cena brasileira, e seu trabalho brilha tanto na TV quanto no cinema. Ele já levou vários prêmios importantes, como o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro por 'O Palhaço', onde não só atuou como também dirigiu e co-escreveu o roteiro. A profundidade que ele trouxe para o personagem Benjamim é inesquecível—aquele tom melancólico e humano que fez o filme ressoar tanto com o público.
Além disso, ele ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Gramado por 'Meu Tio Matou um Cara', um filme que mistura humor ácido com drama familiar. Selton tem essa habilidade incrível de equilibrar comédia e tragédia, e esses reconhecimentos mostram como ele consegue transformar até papéis aparentemente simples em algo memorável.
2026-07-20 09:28:13
1
Franklin
Crítico
Repórter
Selton Mello é um case de versatilidade premiada. Além dos já mencionados, ele foi agraciado com o Troféu APCA por 'A Máquina', onde interpretou um político corrupto com uma ironia afiada. O filme é uma sátira ácida, e ele capturou perfeitamente a essência do personagem—um misto de carisma e vileza. Cada premiação dele reflete um lado diferente do seu talento, desde o drama introspectivo até a comédia negra. Dá orgulho ver um artista tão completo sendo reconhecido repetidas vezes.
2026-07-23 11:39:42
6
Xavier
Especialista
Psicanalista
Cara, lembro de assistir 'O Cheiro do Ralo' e ficar impressionado com a atuação do Selton Mello. Ele levou o Kikito de Melhor Ator no Festival de Gramado por esse papel—e com razão! O filme é meio perturbador, mas ele consegue segurar a trama inteira com uma presença que alterna entre o patético e o assustador. Não é à toa que ele acumula prêmios; o cara simplesmente mergulha nos personagens.
Outro que merece destaque é 'Tungstênio', onde ele ganhou o prêmio de Melhor Ator no Fantasporto. A forma como ele constrói aquela atmosfera claustrofóbica e paranoica é magistral. Selton não só entrega performances consistentes, mas escolhe projetos que desafiam o expectador, e a crítica reconhece isso há anos.
2026-07-24 23:50:30
4
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A Sorte que Ele Nunca Tirou
Moore
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A família mafiosa Rossi seguia uma regra ancestral.
Antes de se casar, o herdeiro recebia, todos os anos, uma única chance de tirar a sorte. Se tirasse uma sorte favorável, poderia escolher a própria esposa e escapar de um casamento arranjado.
Dante Rossi tirou uma sorte desfavorável por cinco anos consecutivos, e eu, que namorava com ele fazia sete anos, nunca consegui me casar.
Aquele já era o sexto ano.
Por acaso, ouvi a conversa dele com Marco Valentino, o Subchefe.
— Sr. Rossi, o senhor tirou uma sorte favorável de novo. — A voz de Dante carregava uma frieza que eu nunca tinha escutado antes.
— Como sempre, troque por uma sorte desfavorável.
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— Sr. Rossi, o senhor faz essa troca há cinco anos seguidos. Não tem medo de que Celia vá embora? Celia é a mulher mais bonita de Nopales. Metade dos homens da cidade corre atrás dela.
Dante respondeu com absoluta convicção:
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Depois, continuou, no mesmo tom calmo:
— Anos atrás, o pai de Livia morreu para me salvar. Antes de fechar os olhos, ele me pediu que eu ficasse ao lado dela por cinco anos. Quando este ano terminar, vou compensar Celia com um casamento grandioso.
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Então, minha mãe ficou gravemente doente. Pedi dinheiro emprestado a todos os amigos e parentes que pude, mas ainda faltavam dois mil para cobrir os custos da cirurgia.
Não importava o quanto eu implorasse, ele se recusou a me emprestar o dinheiro.
Organizei o funeral da minha mãe sozinha.
Quando voltei para arrumar minhas coisas, encontrei por acaso uma lista de presentes que ele havia comprado para a jovem vizinha.
Uma propriedade de luxo privada. Bolsas de grife. Joias no valor de centenas de milhões.
Havia também um chat de voz com o amigo dele.
— Caleb, é verdade que a Jessica realmente se humilhou e implorou a você por dois mil?
Caleb Brooks soltou uma risada baixa e divertida, com um tom preguiçoso e indiferente.
— A Nevaeh não estava errada. Qualquer pessoa que saia por aí implorando por dois mil — o que mais ela é, senão uma interesseira?
— Estamos juntos há apenas sete anos e ela já está tentando tirar dinheiro de mim.
Então essa era a verdade.
Sete anos do chamado teste, ao que parecia, tinham sido provocados por nada mais do que algumas palavras manipuladoras de uma jovem vizinha.
No entanto, isso já não importava.
No momento em que minha mãe faleceu, eu já havia decidido deixá-lo.
Selton Mello é um desses artistas que consegue brilhar tanto na frente quanto atrás das câmeras. Além de ser um ator incrível, ele já dirigiu alguns filmes que mostram sua versatilidade. Um deles é 'O Palhaço', lançado em 2011, onde ele não só dirigiu, mas também estrelou e co-escreveu o roteiro. O filme é uma jornada emocionante sobre um palhaço de circo que questiona sua vida e carreira. Outro trabalho dele como diretor é 'Até que a Sbórnia nos Separe', uma comédia que mistura humor e reflexão sobre identidade cultural.
A forma como Selton Mello conduz suas narrativas mostra um olhar único, capaz de mesclar o popular com o profundo. Ele tem um talento especial para criar personagens que, mesmo em situações absurdas, conseguem ser incrivelmente humanos. Seus filmes como diretor são uma prova disso, com histórias que ressoam muito além do entretenimento superficial.
Selton Mello foi absolutamente brilhante como João Grilo em 'O Auto da Compadecida', e sua atuação rendeu reconhecimento até mesmo fora do Brasil. Em 2000, ele levou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema de Brasília, um dos mais importantes do país.
Além disso, o filme inteiro foi um fenômeno cultural, e o trabalho dele ao lado de Matheus Nachtergaele criou uma química inesquecível. Dá pra sentir a energia do personagem em cada cena, desde as tiradas mais engraçadas até os momentos de dramaticidade pura. Acho que esse papel marcou uma virada na carreira dele, mostrando que podia ir além do humor e mergulhar em nuances mais profundas.
Selton Mello tem um catálogo incrível disponível na Netflix, e alguns dos meus favoritos estão lá! 'O Palhaço' é uma obra-prima que mostra a profundidade dele como ator e diretor. A história do palhaço que questiona sua própria identidade me pegou de surpresa, misturando humor e melancolia de um jeito único.
Outro que recomendo muito é 'Meu Nome Não é Johnny', onde ele vive um playboy envolvido com drogas. A transformação do personagem é brilhante, e a forma como Selton captura a dualidade entre o glamour e o vício é impressionante. Vale cada minuto!
Lembro de uma entrevista antiga onde Wagner Moura mencionou a química única que tinha com Selton Mello durante as gravações de 'O Homem do Futuro'. Eles trabalharam juntos em vários projetos, mas a pergunta sobre prêmios me fez cavar fundo. Em 2012, ambos foram indicados ao Prêmio Contigo! de TV por 'O Brado Retumbante', embora não tenham vencido na mesma categoria. Moura levou o troféu de Melhor Ator, enquanto Mello estava na disputa por Melhor Ator Coadjuvante. A sincronia deles vai além das premiações—é essa cumplicidade que faz suas cenas brilharem.
Dá pra sentir a admiração mútua em entrevistas, onde elogiam a capacidade um do outro de mergulhar em personagens complexos. Talvez nenhum troféu compartilhado, mas certamente uma parceria que rende ótimas histórias.