O CEO e o filho perdido: A segunda chance do destino
E domingo, desta vez, não significa descanso, significa adeus, ainda que provisório.
Darlene está descalça, com um short jeans e uma camisa larga que cai no ombro, cabelos presos de qualquer jeito. Eduardo a observa enquanto ela corta frutas com naturalidade, e tudo nela grita lar, calma e certeza. Ele se aproxima, a envolve pela cintura e deposita um beijo silencioso no pescoço dela. Ela não diz nada. Nem ele. Ambos sabem que precisam conversar. Mas nenhum dos dois tem coragem de romper o instante em que ainda estão juntos, onde o tempo não passou e o adeus ainda não é concreto.