Desejos e traição
Ela enterrou os dedos no cabelo dele, não para guiá-lo, mas para se segurar, porque as pernas já fraquejavam.
— Porra, — murmurou ele contra ela, a voz rouca de desejo, as palavras vibrando onde mais doía. Você é gostosa, Priscila.
Ela não conseguiu responder. A língua dele achatou-se, cobrindo-a por completo, e então veio a sucção—fortes puxões que a faziam ver estrelas atrás das pálpebras fechadas. Não era um carinho, era uma devoração. Os dentes dele roçaram levemente na carne inchada, e ela soltou um gemido, as unhas arranhando o couro cabeludo dele. Carlos louco de tesão antes de mergulhar de novo, dessa vez com os lábios selados em torno do clitóris, sugando como se quisesse arrancá-lo